Obrigado, Artur da Távola!
Infelizmente, o nosso cronista carioca foi-se embora, fora do combinado. Escritor sensível e crítico, político progressista, um homem como pouco se encontra neste Brasil de hoje. Seu único erro, que eu saiba, foi ajudar a criar um partido que pretendia ser moderno e que, pelas figurinhas tradicionais que abrigou, tornou-se um canil de pitbull’s políticos, onde apenas o bico é grande. Mas tudo bem, Artur, só não erra quem não tenta e sei que você nunca compactuou com os caminhos caducos do seu partido. Como político, você também foi grande. Que a terra lhe seja leva e que encontre, lá em cima, algum canto de jardim para sentar e continuar escrevendo os seus textos maravilhosos.
Como disse o poeta Celito Medeiros:
AOS QUE FICAM
Celito Medeiros
Triste é a perda, a partida…
Que sabemos não ter volta
Da pessoa muito querida
Que do corpo se solta.
E vocês, amigos do blog, leiam a postagem “Amar Bonito”, crônica escrita por ele e que postei há poucos dias atrás. Parece que eu estava advinhando…
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