Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Violência doméstica…Contra os homens!

Embora reconheça a triste realidade da violência doméstica contra as mulheres, sempre argumentei que esta situação não ocorre unilateralmente, que os homens são vítimas também, embora de forma diferenciada. Mas, como não tinha ninguém preocupado cientificamente com isso, meus questionamentos caíam no vazio. Agora não: taí pesquisa comprovando o meu argumento. Leiam e tirem suas conclusões.

Seg, 19 Mai, 07h37

Washington, 19 mai (EFE) – O senso comum considera a violência doméstica como um tipo de crime que só ocorre com as mulheres, mas quase 30% dos homens dizem que foram vítimas deste tipo de abuso, segundo uma pesquisa publicada pela revista “American Journal of Preventive Medicine”.

“A violência doméstica sofrida pelos homens é pouco estudada e freqüentemente está escondida, quase tanto como se escondia a violência contra as mulheres há uma década”, disse o autor principal do estudo Robert Reid, do Centro para Estudos da Saúde Group Health em Seattle (Washington).

Os pesquisadores entrevistaram por telefone mais de 400 homens adultos que eram pacientes do Group Health e descobriram que quase 30% tinham sido vítimas da violência doméstica em algum momento de suas vidas.

A extensão da violência doméstica contra os homens não é um fenômeno exclusivo dos Estados Unidos: a Pesquisa de Crimes do Reino Unido no período 2001-2002 descobriu que quase 20% dos incidentes foram denunciados por vítimas masculinas, e que na metade destes casos o abuso tinha sido cometido por uma mulher.

Para o estudo do Group Health, os pesquisadores incluíram na violência doméstica tapas, golpes, pontapés e o abuso não físico como ameaças, frases continuamente depreciativas ou insultantes, e conduta controladora.

O artigo indicou que estudos anteriores respaldam a nova pesquisa e afirmam ainda que os homens, freqüentemente, podem se recusar a usar a força física para se defender, e é pouco provável que denunciem o abuso.

A pesquisa dirigida por Reid determinou que os homens mais jovens são duas vezes mais favoráveis a denunciar um abuso recente que os homens com mais de 55 anos.

“Pode ser que isto se deva a que os homens mais velhos sejam mais reticentes a falar do assunto”, assinalou Reid.

Entre os resultados da pesquisa está que 5% dos homens indicaram uma experiência de violência doméstica no último ano e quase 30% disseram que tinham sido vítimas do abuso em algum momento de suas vidas.

Os pesquisadores determinaram que a violência doméstica tem conseqüências graves e de longo prazo sobre a saúde mental dos homens.

“É provável que na violência doméstica as mulheres sofram mais abuso físico que os homens”, apontou Reid. “Mas o abuso não físico também pode fazer um dano durável”.

Os sintomas de depressão foram quase três vezes mais comuns nos homens adultos que tinham experimentado abuso que entre aqueles que não o sofreram, e a depressão era ainda mais grave entre os homens que foram vítimas de agressão física.

Um dos mitos comuns sobre o abuso sofrido pelos homens é que a pessoa afetada tem liberdade para sair da relação abusiva.

“Sabemos que muitas mulheres acham difícil sair de uma relação abusiva especialmente se têm filhos e não trabalham fora de casa”, disse Reid.

“O que nos surpreendeu foi descobrir que a maioria dos homens em situações de abuso também ficam no casamento, apesar de múltiplos episódios durante muitos anos”, acrescentou.

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quinta-feira, 22 maio, 2008 - Publicado por | Comentário, Repassando... | , ,

65 Comentários »

  1. Grande Henricão!

    Assim como você, eu também manisfestei várias vezes a minha opinião sobre a atual condição masculina.
    Eu também tive meus textos e comentários jogados no buraco negro da falta de informação e desinteresse da sociedade para este assunto.
    O homem sofre SIM violência doméstica… principalmente nas últimas décadas, com a ascenção do “fenômeno” feminista e emancipação moral e financeira da mulher.
    Acredite, não sou contra tal fenômeno, acho sinceramente que é uma emancipação tardia e extremamente necessária nos dias de hoje, porém, a mulher precisa arcar com as consequencias disso tudo!
    Uma delas, é justamente essa violência psicológica exercida sobre os homens… e todo mundo sabe disso!
    Só não vê quem não quer…
    Se é para ser igual, então que seja.
    Em todos os sentidos… com todos os direitos e deveres.
    Isso é fato!

    Um abraço!

    Wendell Lima

    Comentário por Wendell KILLER | sexta-feira, 30 maio, 2008

  2. Eu opino que a violência contra os homens está cada vez mais comum, tanto a doméstica como a urbana, principalmente a violência física porque as mulheres querem se vingar da violência contra as mulheres de um jeito muito agressivo. Batendo nos homens até mesmo sem nenhuma justificativa, só para se vingarem da violência contra a mulher. Até existe mulher que abusa sexualmente de homem, mas a violência física contra o homem praticado pelas mulheres é muito mais comum do que a violência sexual contra o homem. Eu até fico feliz das mulheres se vingarem dos homens agressivos. Hoje em dia as mulheres estão cada vez menos tolerantes com a violência contra as mulheres e os homens estão apanhando cada vez mais das mulheres, tanto sendo das próprias esposas quanto sendo das mulheres estranhas. Essa é uma triste realidade.

    Comentário por Mario | sábado, 3 janeiro, 2009

  3. boas
    kero deixar claro k a emancipaçao da mulher foi e é um passo nessessario para a humanidade, e k ainda bem k as mulheres k hj em dia sofrem de violencia domestica ja nao se escondem ms denunciam os agressores, como antes nao acontecia.
    todavia, chegou agora À altura dos homens se “emanciparem”, faco um apelo a tds os homens à “emancipacao” – precisam de denunciar as mulheres k os violam fisicamente, enkuanto ao psicologico, axo k cada um, tanto homem como mulher, deveria ser o kuanto consciente k abandona uma relaçao onde o tal acontece.
    espero k o mundo mude em breve…

    Comentário por Feminista convicta mas não ati-homem | segunda-feira, 12 janeiro, 2009

  4. Estou colhendo dados para a minha monografia e achei muito interessante o blog e gostaria de postar a minha opinião. Pois mesmo sendo mulher nos dados coletados até hoje, vejo que a violência contra o homem vem crescendo sim e mais ainda do que pensamos, pois devido a nossa cultura o homem muitas vezes não relata pelo que passa. E na maioria das vezes a violência não é física, mais psicológica com agressão moral e muito ligada ao desempenho sexual do parceiro. Infelizmente esses dados só conseguem ser colhidos dentro de consultórios psicológicos devido ao medo ou vergonha de relatarem tais casos. De forma inversa se essas mesmas agressões acontecerem a mulher o homem será punido pela lei Maria da Penha, carregando o já jargão de “violência contra a mulher”. Oferecendo dessa maneira uma desigualdade na lei, por isso acredito na Lei contra violência doméstica mais que não distinguisse sexo e posição no âmbito familiar, além de uma maior conscientização que hoje a mulher saiu da posição de inferioridade na sociedade e muitas vezes em casa a voz ativa passa a ser dela e não do marido.

    Comentário por Daniela | quarta-feira, 8 abril, 2009

  5. Prezada Daniela,
    Obrigado pela visita e pelo comentário. Como vc, vejo a questão da violência como algo que atinge a todos e de diferentes maneiras. Logicamente, as questões de gênero, nas últimas décadas, de certa forma escamotearam esta questão geral em prol da luta feminista (que tem sua validade mas que passou por momentos radicais bastante problemáticos). As leis que coibem a violência devem proteger a todos e aí está a sua essência emancipadora: conceder o espaço para o crescimento de todos, em suas especificidades, sem aleijumes ideológicos. Bom trabalho de monografia pra vc e continue conosco. Pessoas esclarecidas são fundamentais para o nosso ambiente virtual.
    Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | quarta-feira, 8 abril, 2009

  6. Assim como as mulheres querem respeito os homens também são merecedores. Cada vez tenho mais convicção com relação ao meu trabalho de conclusão do Curso de Direito. Está difícel encontrar livros que falam sobre o tema em debate.
    Os homens são seres maravilhosos, mas muitas mulheres preferem creditar que eles não “prestam”, que são todos iguais, será por isso que elas escolhem tanto???????

    Comentário por Sandra Andréa | sexta-feira, 10 abril, 2009

  7. Cara Sandra. A minha indagação é um pouco diferente da sua: se os homens são todos iguais (“não prestam”), porque as mulheres escolhem tanto? (rsss). Brincadeiras à parte, em relação ao seu trabalho: não sou da área jurídica, mas percebo contemporaneamente uma preocupação legal muito maior com crianças e mulheres, além da proteção legal dos grandes corruptos/corruptores, claro. E cometendo erros terríveis em qualquer dessas três áreas de atuação! Basta ver a tomada de guarda dos pais de crianças pobres para jogá-las nas fábricas de delinquentes do Estado, ou a pensão alimentícia antecipada e outras besteiras! Em termos da questão de gênero, talvez a Camile Paglia possa ajudar, é uma intelectual inteligentíssima, uma feminista consequente.Grato pela visita, bom trabalho e continue conosco.
    Abraço fraterno.
    Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | sexta-feira, 10 abril, 2009

  8. BOA TARDE!!! HENRIQUE E RICARDO

    ESTOU FAZENDO UM DOUTORADO NA PUC-SP SOBRE A VIOLENCIA ENTRE O CASAL GAY, SE POSSIVEL PODERIAM ME MANDAR ALGUNS TEXTOS RELACIONADOS A VIOLENCIA CONTRA HOMENS!!
    DESDE JÁ AGRADEÇO A ATENÇÃO!!

    ´MÁRCIO STEFANINI SANT’ ANNA- PSICOLOGO

    Comentário por MÁRCIO STEFANINI | segunda-feira, 10 agosto, 2009

  9. Prezado Márcio,
    Obrigado pela visita. Lamentavelmente não possuo textos dentro da sua área de estudo, pois minha área é a de desenvolvimento e gestão ambiental. Espero que alguns dos leitore possam ajudá-lo. Feliz doutorado.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 10 agosto, 2009

  10. MUITO BOM, SABEMOS QUE DIREITOS = TEM QUE SER =

    Comentário por RICARDO | segunda-feira, 7 setembro, 2009

  11. olá Henrique, assim como a daniella ai, tambem estou fazendo minha monografia nessa area, e vejo como é incrivel a falta de doutrinas nesse assunto, pois nao é um assunto falado abertamente, pois a sociedade considera “fraco” o homem que denuncia uma violencia, seja ela psicologica ou fisica, por parte de sua companheira.. gostaria ate de saber se alguem tem informaçoes ou algo que me ajude, pois acredito no uso analogico da lei maria da penha em beneficio do homem.

    Comentário por luis fernando | quarta-feira, 9 setembro, 2009

  12. Prezado Luís, que bom haver pessoas pesquisando o outro lado da violência de gênero (rss). Realmente, há poucos trabalhos mais sitemáticos sobre essa abordagem, mas se vc entrar no Google, digitar “Violência doméstica contra os homens” e mandar procurar, surgirão vários artigos sobre o tema, inclusive contra as mulheres (com se vê, elas não perdem chance, aparecem até onde não foram chamadas (rsss)).Daí, vc dá uma lida e seleciona as fontes mais confiáveis, ok? Bom trabalho e continue conosco. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | quarta-feira, 9 setembro, 2009

  13. bom eu acho que antigamente esse assunto naum era muito comentado viam mais pelo lado da mulher…mas com o tempo passando viram que muitos homens estavam sofrendo agressoes domesticas…uma pesquisa mostra que de 400 homens entrevistados em uma casa de auto-ajuda 30 por cento foi por causa da violencia domestica….eu acho que se criaram uma lei para as mulheres..deveriam criar uma lei para os homens…abraçço

    Comentário por julia | quinta-feira, 8 outubro, 2009

  14. Que bom que as mulheres estão enxergando isso, Júlia! Rsss. Por aí pode-se criar uma relação mais justa de gênero.
    Obrigao pela visita e abraço fraterno. Continue conosco.

    Comentário por Henrique Miranda | sexta-feira, 9 outubro, 2009

  15. [...] uma pesquisa realizada sobre a violência doméstica praticada contra homens e comentada no artigo Violência doméstica… contra os homens! do qual extraímos os trechos [...]

    Pingback por :: À QUEIMA ROUPA – Jornalismo com segurança :: » Volência doméstica – e quando o homem é a vítima?… | terça-feira, 17 novembro, 2009

  16. Prezado Pingback,
    Obrigado pela contribuição ao tema da violência inter-gêneros.Obrigado também pela visita e continue conosco. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | terça-feira, 17 novembro, 2009

  17. Olá pessoal, sou aluno do curso de Direito e pretendo fazer minha monografia sobre este volência domestica contra os homens, caso alguém tenha artigos, pesquisas ou outro material com valor científico por favor envie para ffolcker@hotmail.com

    Comentário por A.J.Sena | segunda-feira, 30 novembro, 2009

  18. Sena,
    Bom trabalho! Estamos mesmo precisando de alguém se preocupando com o gênero masculino. Abraço fraterno e continue conosco.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 30 novembro, 2009

  19. Intaum gente fui casado 3 anos e nao aguentei a jararaca.. rapaz a pressao psicologica é muito grande.. é uma violencia psiquica.. por exemplo se vc ta mal ta sem grana vc nao é homem.. se vc nao quer tranzar é gay!!! é foda e se vc xingar ela de puta vc sai como errado mas elas podem nos xingar ….

    fabiosollos@hotmail.com

    Comentário por fabio franco | sábado, 12 dezembro, 2009

  20. ola adeus

    Comentário por sadfg | terça-feira, 5 janeiro, 2010

  21. sou totalmente favoravel à emancipacao da mulher mas penso q os homens merecem o mesmo tratamneto haja vista a igualdade. A lei maria da penha deve beneficiar mulheres e homens e nao so as mulheres

    Comentário por marcia | sexta-feira, 26 fevereiro, 2010

  22. Fico feliz qiando vejo mulheres defendendo a igualdade real. Obrigado pela visita, Márcia, e continue conosco. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 1 março, 2010

  23. Olá, Sadfg, até nunca mais! Abraço.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 1 março, 2010

  24. Olá Henrique, sou estudante de psicologia e estou fazendo o meu TCC com esse tema e gostaria de ter mais dados e quem sabe conversar contigo pessoalmente para discutirmos sobre o assunto, acredito que tenha o meu email fico no aguardo de uma resposta. até mais

    Comentário por Andreza souza | quinta-feira, 1 abril, 2010

  25. Prezada Andrezza,
    Senti-me lisonjeado por sua solicitação de conversar comigo, mas não sou um especialista do tema, sou apenas alguém que opina de acordo com suas vivências. Apesar disso, se vc quiser alguma opinião, meu email é: henriquermiranda@yahoo.com.br
    Quanto a materiais bibliográficos, basta vc buscar o tema na GOOGLES e encontrará mutio material pra consulta. Bom TCC e continue conosco. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | quinta-feira, 1 abril, 2010

  26. Bastante equilibrada sua opnião. Eu particulamente acho que a questão da violência devia ser vista não do foco de gênero, mas do ponto de vista de ser um crime contra um ser humano, independendo de gênero, idade, ou posição social.

    Comentário por Valdery Sousa | domingo, 18 abril, 2010

  27. Prezado Valbery,
    A minha opinião é a mesma sua. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | domingo, 18 abril, 2010

  28. Ola, muito obrigado por criar um site tão complexo!! amei as informaçoe e estaria diariamente voltando para novas pesquisas.Estava fazendo uma pesquisa sobre a lei Maria da penha e estava com muita dificuldade para achar todas informaçoes e achei graças a este site obrigado.

    Comentário por Odlanier | quarta-feira, 28 abril, 2010

  29. Grato, Odianer.
    Ficamos felizes quando nossos leitores sentem-se recompensados por nos acessar. Abraço fraterno e continue conosco.

    Comentário por Henrique Miranda | quarta-feira, 28 abril, 2010

  30. olá, sou marido e vítima de violência doméstica.
    fui agredido quando voltava do hospital, inclusive na região tratada, por socos e pontapés.
    possuo uma união estável, adquirida por coação em troca de uma inclusão como dependente no plano de saúde dela para que eu tivesse acesso a um tratamento médico, já ela para isso exigiu metade do meu apartamento.
    ela já tem histórico de ter agredido outras pessoas na rua, inclusive um idoso que registrou queixa.
    trata-se de pessoa esclarecida e estabelecida materialmente
    É QUE EU CANSEI DE ENCOBRIR, GOSTARIA DE UMA AJUDA DO QUE FAZER, AONDE IR E QUEM PROCURAR?

    Comentário por kempe | segunda-feira, 10 maio, 2010

  31. Prezado Kempe,
    Louvável sua coragem de resolver denunciar a agressão sofrida.
    Mas provavelmente vc já se recuperou da agressão e o ideal seria, ainda com os efeitos da mesma pelo corpo, abrir um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima, fazer exame de delito no IML e solicitar a prisão da agressora. Inclusive poderás incluir as pessoas vítimas da agressora ou testemunhas das mesmas no BO, desde que elas também tenhama coragem de testemunhar. De qualquer forma, se ainda tiveres sinais e/ou testemunhas da agressão, procure a delegacia e/ou um advgado. Espero que vc tome a atitude correta e nos informe dos resultados, pois isso pode ajudar a outras pessoas na mesma situação. Um abraço fraterno e solidário.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 10 maio, 2010

  32. Violencia psicologica contra os homens e uma realidade. Eu sou testemunha disso. Estou dentro de um relacionamento abusivo a 15 anos, mas finalmente reuni forcas e estou saindo fora. Sou um homem forte mas sofri danos pesados, mas no momento que voce reconhece o abuso fica mais facil reagir.

    Comentário por Carlos Mendonca | sábado, 5 junho, 2010

  33. Verdade, Carlos. E enquanto não decidimos por nós, os outros abusam de nós, porque nós permitimos. Isto em qualquer tipo de relação. Felicidades e uma nova vida pra vc.
    Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | sábado, 5 junho, 2010

  34. a violencia e cada vez mais e combatida mas contra os homens ate que alquns merecen a maioria das violencias sao calsadas pelo homen mais a violencia nao e pra ninquem porque a violecia ten que ser combatida se nao nosso mundo esta perdido

    Comentário por viviane | terça-feira, 8 junho, 2010

  35. sim, penso que tenhamos que nos preocuparmos com a violencia em sí. Seja qual ela for, se contra homens, mulheres, crianças e idosos. Uma educaçao equilibrada para sabermos lidarmos com nossos sentimentos. Porque, pensamentos gera sentimentos, sentimentos gera açoes, e açoes gera resultados. Havemos de pensar que todo o controle é emocional, nossas atitudes veem de um equilíbrio emocional, a falta de experiencia para controlarmos nossa vida financeira que é o que mais causa as brigas entre casais, a falta do dinheiro para suprir as necessidades causa tensao, entao sofre toda a familia, e as crianças que ficam perdidas sem entenderem nada no meio da confusao, o que gera o desconforto, insegurança e descredibilidade dos pais. Rapidamente eles percebem q algo nao vai bem. E o que fazer? Daí vem os transtornos psicológicos e emocionais, que cada vez exigem mais, numa tentativa de preencher e recuperar o espaço danificado, o que possivelmente trará tambem uma possível fuga, que só DEUs sabe que atitudes e rumos os menbros da familia tomarao.

    Comentário por VASTY | quarta-feira, 9 junho, 2010

  36. Olá,

    kempe, gostaria muito de entrar em contato com você. Se o administrador puder te passar meu email, agradeço.

    Comentário por Carina | terça-feira, 17 agosto, 2010

  37. Meu email é cmartins@ig.com

    Comentário por Carina | terça-feira, 17 agosto, 2010

  38. Olá, Sou academica de jornalismo e estou fazendo meu tcc sobre o tema:Aplicação da Lei Maria da Penha na Violencia Domestica Contra os Homens, gostaria de saber se vc tem informações sobre casos que a justiça tenha aplicado a Lei Maria da Penha em defesa do homem. Sei que em Cuiaba um juiz aplicou a Lei e gostaria de ter acesso a mais informações sobre este caso em especial. Gostaria muito de poder contar com o seu conhecimento!!Obrigada

    Comentário por Jéssica Garcia | segunda-feira, 30 agosto, 2010

  39. Prezada Jéssica,
    Lamentavelmente, não tenho outras matérias sobre o tema. Mas vc poderá obtê-las através do Google, digitando (violência doméstica contra os homens”, ok? Bom trabalho pra vc e continue conosco. Abraço fraterno.

    Comentário por Henrique Miranda | terça-feira, 31 agosto, 2010

  40. Sempre dei de tudo pra minha esposa, ela sempre foi agressiva comigo e com os filhos. Era comum nossa mesa de jantar haver discussões, pois agredia os filhos por não quererem comer, era incrível o chinelo ficava sobre a mesa e cada dificuldade em engolir o alimento levavam chineladas na cabeça, prato de comida ou copo de suco eram jogados neles. Hoje ela está muito pior, do nada me acusa de infidelidade com homens, me chama de sem vergonha na cara quando visito minha mãe e outros palavrões que não dá pra citar. Não fui acostumado a dizer palavrões, não gosto de pessoas que falam, mas dentro de casa é difícil. Mantenho um estado de depressão que me corrói diariamente. Não me afasto dela por acreditar que ela é doente. Depois de me ofender, um dia depois, ela fala comigo como se nada tivesse acontecido. Já presenciei algumas vezes ela dizendo pra outras pessoas que o agressor sou eu. Nunca retruquei um palavrão seu. Quando ela me agride me isolo.

    Comentário por Igor | sábado, 11 setembro, 2010

  41. Esse fórum de discussões é muito importante, e tem de ser levado mais adiante, ELAS ESTÃO SE APROVEITANDO DA SITUAÇÃO, E IMPORTUNANDO OS HOMENS, VEJO ISSO, INCLUSIVE EM REPORTAGENS…..MULHER É MULHER, HOMEM É HOMEM, NÃO SE DEVE TER AGRESSÕES ENTRE NINGUEM, NEM DO MESMO SEXO, MAS, ELAS SE VÊEM POR CIMA DA CARNE SECA, AFRONTAM OS MARIDOS, FALAM QUE ELES NÃO SAO HOMENS, OS RIDICULARIZAM PERANTE A SOCIEDADE, QUE MESMO COM TUDO ISSO, OS HOMENS FICAM COM AS MÃO ATADAS. ESSA LEI, É CORRETA, MAS, TEM DE PROTEGER OS MARIDOS TB.

    Comentário por Sérgio Rodrigues | sexta-feira, 24 setembro, 2010

  42. Olá, parabéns pela iniciativa em discutir assuntos relacionados a violência.
    Trabalho na área de segurança e sigo o princípio de que para toda e qualquer ação tem uma reação.
    O que eu quero expor é que não há como formular leis para dois sentimentos distintos, ação e reação.
    Um presidente ofende com palavras o presidente de outro país, o presidente representa a nação, a nação foi ofendida e esse sentimento pode causar uma guerra e custar a vida de milhares de pessoas.
    Por fim a única coisa que temos para comemorar é o fim da guerra.
    Se os soldados dos dois países dessem as mãos, seria apenas dois presidentes malucos, um ofendendo o outro.
    Portanto leis referentes a generos é a prova que estamos distantes da igualdade plena.
    A lei é específica ao julgar o sentimento, o desejo de realizar tal ato, por essa razão há crimes de natureza, dolosa, que indica o desejo de pratical tal crime, culposa, quando não se tem o desejo de praticar tal ato (acidental) e passional onde a pessoa é motivada a praticar tal ato.
    Se uma mulher presencia seu marido com outra mulher na cama e o agride fisicamente, ela não será julgada.
    E se o homem presencia sua mulher na cama com outro homem e ele a agride fisicamente, ele será detido na lei maria da penha por agredir sua mulher.
    Tendo conciência disso o que o homem faz?
    Preso por preso, ele tira a vida dela sem exitar.
    E quem ganha com isso?.
    A mulher? o homem? seus filhos?
    Apenas o movimento feminista, que por sua vez irá dizer, mais uma vitima de violência doméstica.
    Ou será que esses assassinatos são apenas porque o machismo existe?
    A única lei que funciona é a de ação e reação!

    Comentário por vinicius | sábado, 6 novembro, 2010

  43. O que acontece é que na teoria e opinioes tudo é facil de ser concordado ou criticado, dia 11/11/2010 fui ao forum buscar um comprovante de um processo que foi arquivado de uma ex contra mim, coicidentemente, ela alegava agressao fazendo uso da lei, chamava a policia que por sua vez ja agia arbitrariamente, nessa ocasiao eu ja com medo, fui embora. Dois dias depois estive na delegacia, prestei queixa, fiz corpo de delito, e nada foi feito. Fui descobrir, esse arquivamento me colocando como reu era o mesmo da ocorrencia, e no pedido de arquivamento divia que ela nao se lembrava, nem tinha feito corpo de delito e que nao provava nada, por isso o arquivamento. Agora eu sofri, perdoei, continuei um tempo ate conseguir me livrar dela (quando se esta envolvido emocionalmente nao é facil sair como todo mundo pensa), tive um carro zero todo destruido, o corpo marcado por todo tipo de instrumento e numa ocasiao que ela chamou a policia depois de ter me agredido e quebrado minhas coisas, tive que pagar fianca pois a palavra dela valeu mais que meu corpo ensanguentado e ferido, so porque ela é mulher, e eu tinha que ouvir que ela podia bater, quebrar que a amiguinha dela Maria da Penha defendia ela, ou seja fazia o uso indevido da lei e do poder publico pra beneficio proprio, isso sim é uma vergonha, se nao reformularem essa lei, nao convem ter uma mulher do lado mais. Infelizmente tem que colocar homem que bate covardemente em mulher na cadeia, mas deveria colocar essas que alem de bater usa maleficamente a lei pra prejudicar um pai de familia que quer so poder viver feliz, mas que por causa da calunia pode estar preso, ou com a ficha suja e impossibilitado de arrumar um emprego porque revidou aos maus tratos de um monstro chamado mulher.(nao generalizando, so uma pequena parte delas).

    Comentário por Fabiano | sábado, 13 novembro, 2010

  44. Caro Fabiano, lia a informação que postou no dia 13 de novembro último. Estamos em continentes diferentes com a mesma lingua e infelizmente com o mesmo tipo de força policial e justiça. Aqui, em Portugal, a justiça deixou de ser cega e nestes casos,tam como o seu em que a mulher mente e após ter praticado actos de violência contra o homem, chama a policia e em seguida apresenta queixa, transformando a vitima em réu, não há limites para a parcialidade neste país.
    Os juizes(as) são tão parciais que alteram a legislação conforme querem. O ministério público, pago por nós para apurar a VERDADE, está transformado num clube. Continuamos, e continuremos, um país triste, desiludido e sem acreditar na justiça e em quem a aplica.

    Comentário por Maria Pereira | terça-feira, 30 novembro, 2010

  45. Eu entendo que o movimento feminista ajuda os políticos a se elegerem sendo que em nosso país estima-se cinco milhões de mulheres a mais do que homens.
    Não da para considerar o movimento feminista um movimento e sim uma espécie de sindicato, que em vez de visar os interesses da mulher visa apenas o interesse do governo.
    E sempre irá existir pois os interesses da mulher nunca terminam, pois se terminarem o movimento acaba e o “sindicato fecha”!.
    Vantagem ter uma lei que te oferece total apoio? parece perfeito basta acusar de algo e pronto o (a) acusado que se desdobre para provar o contrário.
    Agressão física ainda tem como provar, do resto qualquer cena de choro comove.
    Porem o objetivo seja esse, uma vez que homens e mulheres disputam palmo a palmo o mercado de trabalho.
    Violência domestica contra a mulher, é específico e direto (Mulher), no âmbito domestico e qual seria o seu segundo lar?
    Onde passamos a maior parte do nosso tempo?
    No trabalho, sendo que a mulher carrega consigo esses direitos.
    Entendo que o empregador sendo homem ou mulher poderá vir a responder qualquer acusação, junto a este soma os direitos trabalhistas e a situação fica ainda pior.
    Ou seja: a mulher perde campo no mercado de trabalho pelo risco que pode correr o empregador (a) ao contratar.
    Por outro lado cresce a classe masculina onde os mesmos não oferecem os mesmos riscos, onde os mesmos são interessantes ao governo por contribuir cinco anos a mais com a previdência social e isso para o governo é uma vitória.
    Acorda, tem gente pensando muito mais longe do que a capacidade nossa é capaz de compreender, por isso acredite você que apóia o movimento feminista e acredita mesmo que a lei 11.340 seja uma vitória, pense de novo e pense qual o interesse do governo em fazer algo por você.
    Por outro lado, pense que quem faz a sua segurança (policiais)também são vítimas de violência e qual o apoio que esses policiais tem do governo? Má remuneração, pouco investimento no fator humano.
    Meu ponto de vista!

    Comentário por Marcos | quarta-feira, 23 fevereiro, 2011

  46. e muito bom saber que a sociedade esta acordando para o direito mutuo entre sexos no meu ver homens assim como as mulheres tambem merecem um tratamento adecuado .. ja sofri violencia de atigos relacionamentos tanto fisica como piscologica .. e e muito duro superar traumas e medos e se engajar em um novo relacionamento dado que a o medo de que possa ocorrer novamente ..mas espero que em um futuros proximo homens tenho os seus direitos preservados como os das mulhere fico muito feliz em ver que nao é somente eu que penso desta maneira

    Comentário por Leonardo Pereira | terça-feira, 1 março, 2011

  47. Boa noite,sou estudante de direito e procurando um artiro pra uma resenha hoje dia internacional da mulher encontrei esse e achei muito interessante,vou me aprofundar nesse assunto e levá-lo aos meus colegas da univag,muito obrigada pelas informações.Gostaria de acrescentar que as mulheres estão aproveitando sim da situação de amparo da justiça para abusar dos deveres dos seus companheiros de não agredí-las.

    Comentário por marcia julice | terça-feira, 8 março, 2011

  48. Acho que as mulheres hoje estão muito poderosas, podem fazer o que quiser e não dá nada para elas, eu separei a 6 anos deste lá nunca tive um dia de sossego, sou constantemente ameaçado, já fui parar na delegacia no Forum várias vezes e nada, onde está a nossa justiça, será que é só válida para as mulheres.

    Comentário por Roberto Braga | terça-feira, 12 abril, 2011

  49. Estou redigindo minha monografia que aborda sobre a (in) constitucionalidade do artigo 41 da Lei Maria da penha. Preciso de material, quem puder favor me enviar.

    Comentário por Valdênia | domingo, 1 maio, 2011

  50. Vale lembrar que as mulheres não admitem a felicidade do homem elas vêem o homem apenas como objeto para satisfazer a sua felicidade ou comodidade. Essa mentalidade deve ser combatida.

    Comentário por vagner jean ferreira silva | sábado, 21 maio, 2011

  51. Em verdade quem é casado conhece essa realidade a fundo. A mulher oprime o homem, faz ameaças psicológicas, extorções, e chantagens devido há que a convivência lhe dá informações nescessárias para tais empreendimentos, as vezes coloca também pais e irmãos contra o próprio marido e vice-versa, por vezes, ainda ameaça que vai lhe pegar de jeito enquanto dorme, ou que o vai trair enquanto ele trabalha, já escutei muitos depoimentos desses tipos em mesas de bar, confições, facilitadas pela bebida, desses pobres maridos que como eu sofrem esses tipos de humilhações, abusos, extorções, chantagens e até mesmo violências físicas. Existe também mulheres que se negam terminantemente a fazer sexo com seus maridos, e esses quando querem rebelar-se contra o domínio, contra o autoritarísmo, contra a opreção, e falam que irão procurar a lei, elas dissem:
    - Vai ser a tua palavra contra a minha, porque vc não tem provas. Quero ver você provar. Então não tem jeito. Para piorar as coisas, são maridos que trabalham as vezes 8 horas por dia, 40 horas por semana, enquanto suas mulheres ficam em casa ou passeando de carro, que o próprio marido comprou, e além disso, casam sem ter nada, e então o marido trabalha, faz empréstimo no banco para comprar terreno, paga o empréstimo, faz outro para mandar fazer a casa, paga o empréstimo, mobilha toda a casa, compra geladeira, televisão, máquina de lavar, computadores, tudo! E depois a mulher passa a lhe negar sexo e a humilhar, lhe dizer que ele não é nada, que ele é um velho nojento, e asqueroso, e que se ele lhe deixar nunca vai aparecer outra que lhe ature, que ele é um doente, que é um fraco. E ele, mesmo querendo o divórcio ou a separação ou até o cancelamento do casamento que seria o mais correto não encontra respaldo na lei. E também não quer separar, porque acredita estar muito velho para refazer a vida e porque não quer ter que repartir tudo com a mulher que não ajudou em nada.

    Comentário por Sérgio Vladimir | quinta-feira, 4 agosto, 2011

  52. meu nome e wenio :trabalho muito para dar uma vida digna a minha esposa e meu casal de filhos: quero contar a minha estoria .tudo começou a um ano e meio , recebi uma noticia de uma enrança a minha esposa ficou toda feliz com a noticia,eu tinha que arrumar dinheiro para documentação eu não tinha este dinheiro então optei com agiota peguei o dinheiro(com o consentimento da minha esposa) e assim foi paguei as documentação; mais nada saiu com previsto os documentos fica pronto no começo de 2012 então a minha divida ficou muito alta o juro estava muito acumulado não estava aguentando estava trabalhando 16horas por dia ai tudo começou as agressão as ameaças as humilhação os levantamento em falso faca objetos de outro tipos tapas na cara a minha vida virou um inferno chorava as escondidas não estava mais aguentando estava em depressão. E tudo isso foi a minha esposa que causou esta falta de compreensão chequei a ela entre o medo e o trauma e disse por favor vamos vender esta casa de tantas tentativas e promessa ela aceitou o dito foi feito vendemos e achei que tudo seria completamente diferente morando de aluguel foi então que começou o meu pesadelo as humilhação tudo ficou em dobro fiquei completamente dp paguei alguns meses de aluguel e disse vou embora desta casa ela colou advogados e ia complicar mais e mais tive que voltar com as sua ameaças que ela mesma coloca na cabeça com as mentira que ela ventaria para as autoridades e sei que mil mentira de uma mulher vale por uma verdade. estou trabalhando quase dia e noite e vou conseguir e depois vou embora com a cabeça erguida e vou cumprir sei que estou errado. Eu tenho muito trauma de casamento vou me superar com toda a certeza esta e a pura realidade da maior parte dos homens.

    Comentário por wenio carlos | segunda-feira, 12 setembro, 2011

  53. acho que a lei Maria da Penha foi muito boa na nosso JUS, mas é discriminatória, Maria da Penha teve talves um monstro como companeiro, mas temos tambem monstras apoioadas por essa lei injusta, ex a mulher tortura o marido emocionalmente diáriamente e nada tem ma ver ,mas se ele se zangar tem a lei Maria da Penha, deveria existir tambem outra lei injusta como lei Severini Chique Chique, a justiça tem que ser igualitária para sexos, raças ( até ets ) credos cores e etc.
    assim acho que a lei maria da penha é nada mais que uma irresponsabilidade da justiça, sim a justiça não pde se basear invocada na lei Maria da Penha, que é extremamente falha, a lei se aplica indiferentemente de cor raça e credo incluindo sexo e desde que maior idade os filhos
    eta lei besta não ?
    daqui a pouco vamos fazer uma lei se vc tiver até 1.70 vale, 1.80 vale outra coisa e dai por diante
    a nossa constituição indica a igualdade em toos os casos
    causídicos comentem e
    injusticadajustica.com.br o site para aprender e reclamar

    Comentário por Fredy Urbaitel | segunda-feira, 19 setembro, 2011

  54. Homem apanha da mulher pois tem medo de se defender, pois se ele se defende se torna agressão, assim ele pode se expor e levar o nome de frocho entre outras coisas mais, E SER CHAMADO NA DELEGACIA DA MULHER E LEVAR O NOME DE MONSTRO COM A LEI MARIA DA PENHA, não é correto mais a mulher levar agressões, porem hoje ela leva qualquer toque e quer denunciar, FALA OLHA A MARIA DA PENHA A DELEGACIA DA MULHER A PROMOTORIA DA MULHER, o coitado do homem não tem ninguem por ele apanha é humilhado escarnecido que só e termina por isso mesmo, e se vai procurar seus direito é VISTO COMO MONSTRO TAMBÉM, se os homens forem denunciar as agressões das mulheres, ia entupir as delegacias de denuncias, coitado do pobre do homem, NASCEU PARA SER COBRADO E SER ABUSADO DE MULHERES, O PROBLEMA DESSE PAÍS NÃO SÃO AS MULHERES E SIM OS POLÍTICOS QUE FAZEM LEIS PARA GANHAR VOTOS, UTILIZANDO DA MÍDIA E MEIOS DE COMUNICAÇÃO CORRUPTOS, PENA POR TUDO ISSO.

    Comentário por XICO | sexta-feira, 14 outubro, 2011

  55. Eu concordo em muitos pontos com pensadores que não deixam a voz se calar nesta imposição um tanto acerbada, feminista, considero importante o marco da história, para nós pobres tupiniquins que hoje vemos uma mulher no poder, para será que este fato, é capaz de cegar a igualdade do ser humano, quando um homem pode ser acusado de várias formas por palavras mal ditas, e atos insanos e a mulher não, e quantas mulheres se conhece hoje que perturbam os homens e não falo daqueles dotados de capacidade de ir para outro lugar, tendo condições financeiras e fisicas mas, sim, falo dos que não tem, dos que são humilhados, dos que não possuem capacidade intelectual, ou fisica para tanto, como se defender, de um lar doentio, não tendo onde ir? É importante para a mulher e para a socidade as leis que defendem a mulher porém é uma remenda em algo que não funciona até hoje e gera desigualdade, o que não deve existir é a violência contra o ser humano, seja ele homem, seja ela mulher, não importa o sexo, deve-se haver o respeito de ambos, porém a nossa querida humanidade ainda está animalizada demais para chegar a ser algo assim. Agora deve-se tomar cuidade, para que a lei não seja hoje mais uma armadilha para prejudicar aqueles que não são culpados pelos seus crimes, como acontece e sempre aconteceu na lei Brasileira.

    Comentário por Capichaba | quarta-feira, 21 março, 2012

  56. Estou em um desepero tremendo…
    Domingo gritei com minha esposa,pois ela jogou por quatro vezes no lixo 6 laranjas que ficaram de uma semana para outra, mas estavam boas, porém para o consumo dela, não. Então eu as pegava e as recolocava na fruteira e eu disse para ela que estavam boas e que as chuparia. Disse não precisaria chupar. Continuo e disse para que eu não gritasse por que ali na redondeza não morava nenhum favelado e com o dedo em riste proferiu palavras me denigrindo e porfim falou pra eu pegar as minhas coisas e ir embora, muito nervoso, derrubei as fruteira no chão e fui até o meu guarda-roupas e passei a aitrar minhas roupas no chão…
    Neste dia pela manhã, acordei com uma dor de cabeça horrível com o meu filho me pedindo para levantar, pois ultimamente durmo no sofá, então disse para que viesse mais tarde, ele foi até o quarto dela, onde a madame dormia e falou pra ela “mamãe o papai não quer deixar eu assistir desenho”, na sequência ela disse: “pede pra ele tirar a bunda do sofá e ter o que faze”, ele voltou e pra não continuar naquela situação levantei com uma tremenda dor de cabeça e fui fazer dar a comida do papagaio, foi então que ela apareceu na cozinha para fazer uma laranjada para ela e me perguntou se eu havia comprado laranja na feira, disse que não e que ainda tinha laranja da semana passada que ela não tinha consumido e que ocorria já há semanas. Começou a hitória…No momento que joguei as roupas no chão, ela pegou meu filho e saíram de carro, pouco depois retornou com um ar irônico. Peguei, neste momento retornei tudo ao local e fiquei sentdo no degrau da escada. Ela veio até a mim e disse que seu continuasse a atormentá-la, iria até ao meu trabalho e diria a todos as coisas que fiz em casa e que pediria o divórcio. Dormi no relento, com fome e muito frio, sem contar que passava por problemas respiratórios e com dores de cabeça. Passei a noite em claro. Na segunda-feira, ela me ligou no trabalho me ameçando a ir na delegacia das mulheres para abrir um boletim de ocorrência e o que eu faria o que poderia dizer para ela não fazer isto. Falei pra ela que estava tentando me causar medo e me oprimindo, no outro lado da linha, continuou dizendo que então sairia da aula e iria para a delegacia, disse pra ela fazer o que ela quisesse e desliguei o telefone. Agora ela mandou para o meu e-mail, 4 mensagens sobre a lei da Maria da Penha…Confesso que apesar da minha resistência, emcontinuar dormindo ao relento e não aceitar as provocações dela, estou com muito medo, não perder meu filhinho, não tenho para onde ir, por ela me fez ficar no ostracismo, em isolou do mundo, me controlando e me fazendo viver a autonomia dela, atualmento me sinto sem identidade alguma. Não devo possuir pretexto, mas com os depoimentos acima, e levando em consideração dela ser psicologa formada pela USP eciencias socias pelo mesmo luga, chego a conclusão que já tinha antes de uma pessoa psicopata e muito ardilhosa, confesso que não tenho forças para combatê-la, não sei o que faço, mas devo resistir, de alguma maneira tenho que continuar resistindo…me ajudem por favor

    Comentário por Vinicius | terça-feira, 29 maio, 2012

  57. PREZADOS, APESAR DE ACHAR QUE NENHUMA DAS DUAS FORMAS DE AGRESSÕES, (MULHER CONTRA HOMEM OU HOMEM CONTRA MULHER) TEM JUSTIFICATIVA. A PIOR É A AGREÇÃO DE MULHER CONTRA HOMEM. DIGO ISSO PORQUE PASSO POR ESTA SITUAÇÃO JA UNS 5 ANOS. MINHA ATUAL ESPOSA TEM UM TEMPERAMENTO EXTREMAMENTE VIOLENTO, ELA COMEÇA COM AGRESSÕES VERBAIS E PASSA PARA FÍSICA. ELA JA ME MACHUCOU POR VÁRIAS VEZES E PARA CONTÊ-LA EM SUA VIOLÊNCIA É NECESSÁRIO DE USO DE FORÇA. ASSIM SENDO ELA ACABOU POR FICAR COM SINAIS ROXOS NOS BRAÇOS. DIANTE DE VÁRIAS VEZES EU NUNCA FIZ NADA CONTRA ELA PARA PREJUDICÁ-LA JUDICIALMENTE. TENTEI TRATAMENTOS PSIQUIÁTRICOS E COM MEDICAMENTOS ELA FICOU BEM , MAS LOGO EM SEGUIDA PAROU OS MEDICAMENTOS E VOLTOU A SER AGRESSIVA. COM TUDO ISSO ELA FEZ UMA REPRESENTAÇÃO CONTRA MIM NA JUSTIÇA E ME AFASTEI DE CASA. DEPOIS EM COMUM ACORDO VOLTAMOS A VIVER JUNTOS, MAS LOGO VOLTARAM OS PROBLEMAS. A MINHA REAÇÃO NUNCA FOI DE BATER NELA, PORTANTO ELA NUNCA APRESENTOU NENHUMA LESÃO , MAS A MINHA REAÇÃO AS VEZES É QUEBRAR ALGUMA COISA EM CASA E O PREJUDICADO SOU EU POIS TENHO QUE COMPRAR DE NOVO. SENDO ASSIM ACABOU ACONTECENDO MAIS UMA VEZ UM DESENTENDIMENTO ENTRE NÓS. E EU ACABEI SENDO PRESO E ALGEMADO COMO UM CRIMINOSO. E ELA MAIS UMA VEZ SEM NENHUM SINAL DE AGRESSÃO. FIQUEI PRESO POR TREIS DIAS E PARA SAIR TIVE QUE PAGAR FIANÇA E ADVOGADO. AGORA VOU RESPONDER NA JUSTIÇA COMO CRIMINOSO. ACHO MUITO JUSTA ESSA LEI MARIA DA PENHA, MAS EM CASOS COMO O MEU E DE VÁRIOS HOMENS POR ESSE BRASIL A FORA É UMA MERDA POIS A PALAVRA DA MULHER É O QUE VALE.

    Comentário por ADILSON | sábado, 8 setembro, 2012

  58. pois a violencia domestica abrange todos criancas jovens adultos e idosos nao importa o sexo….

    Comentário por Diva doux divaine | terça-feira, 25 setembro, 2012

  59. Esta é a primeira vez que vejo uma discussão explicar por que não se tem levado à serio a agressão das mulheres contra os homens. Então começo por parabeniza a iniciativa e os seguidores que comentam a iniciativa e participam do debate.

    Comecei a viver esta situação no meu casamento, logo depois que passamos a conviver sob o mesmo teto. Agressões principalmente psicológicas e morais que vão desde interrupção do sono até indiferença total, difamação e sucessivas provocações como o intento de provocar uma recíproca agressiva. Durante anos venho suportando isso pois não tenho uma solução adequada para proteger a vida do meu filho de cinco anos que também é vitima de agressões muito parecidas e no caso dele como no meu ocorrem agressões físicas também que em agudos e extremos casos precisam ser contidas com o uso da força. como sair de uma situação como esta?
    Muitas vezes procurei ajuda, fiz B. O. mas o fato é que a justiça prioriza sempre a mulher. Eu e meu filho vivemos sendo privados da nossa tranquilidade. Desde agressões sociais, calúnias, agressões morais, até destruição silenciosa de roupas que gostamos, brinquedos que somem e principalmente os presentes que dou a ele e que lhe despertam comoção amorosa e senso lúdico entre nós dois, logo desaparecem.
    Como viajo a trabalho e isso aconteceu na primeira vez após o meu filho já ter expressão verbal mas ainda ser muito pequenino, retornei trazendo uma bola de futebol para ele de outro país e lhe contei toda a história da viagem. Ele tinha três anos. Amava essa bolinha, vivia com ela. Sua mãe, arrumando a casa “guardou” a bola provisoriamente num saco de lixo segundo ela e a nossa diarista (sem perceber) terminou o serviço. Na primeira vez que essa bola sumiu o garoto teve febre. E ela havia escondido a bola no quarto de bagunça da casa da minha sogra. O garoto voltou chorando de lá. E perguntei onde havia ficado a bola até que num dado momento tomei a iniciativa de procurar e devolver ao meu filho. Por sorte achei. Mas esse é um pequeno exemplo de muitas outras coisas como roupas que rasgam, desatenções, descuidos com alimentação e principalmente alienação das minhas vontades de pai com relação a ele e das vontades dele, como filho, com relação a mim que sou pai.

    Ela manipula todo o contexto das minhas amizades, de família, tanto na família dela quanto na minha. Cria fatos no cotidiano que prejudicam meu trabalho. Enfim. Depois que entrei nessa relação minha vida virou um inferno. E a do meu filho tem sido minada. Tenho que viver mudando de trabalho, tudo o que poderia ser melhora de vida acaba virando frustração e tudo tem que viver em função dela que é professora de educação infantil, ainda por cima, o que aumenta a tendência da justiça de proteger a figura materna.

    Grandes amizades que tive se afastam de mim, especialmente mulheres pois ela sempre cria situações de manipular pontos de fragilidade dessas pessoas fazendo “favores” para sobrepujar o favor da sua atenção em detrimento da minha. E o pior é que ela é capaz de fazer coisas nocivas sempre distante das lentes e em minutos se transfigura de personalidade. E quando volta a cena com as pessoas parece doce novamente.

    Recentemente ela teve a capacidade de se deslocar de estado para cuidar da filha de uma amiga que não tinha com quem deixar a filha no período das férias e meu filho foi junto. Eu consciente de que meu filho vem sofrendo agressões físicas além das psicológicas e morais fui junto para evitar o pior. Terminou que fui para um hotel e fiquei na mesma cidade depois de presenciar que as mulheres que se fazem esse tipo de favor tornam-se altamente cúmplices e tendem a desvalorizar ainda mais a capacidade do homem em cuidar das crianças e amá-las. Só para vocês terem uma ideia, a mãe do meu filho gritava com a filha desta amiga durante o dia e a mãe nada sabia. Na casa dessa pessoa, a mãe do meu filho que é pouco dada a cuidar da casa e impaciente com criança fazia de tudo e dava a entender que era a guardiã perfeita da criança e da casa. E aí no fim do dia quando a dona da casa (a amiga chegava) começaram as “piadinhas contra homem” no ambiente do tipo, nossa que união perfeita essa nossa… como quem diz que a opção de ter uma outra mulher cuidando de tudo enquanto ela estava fora era o ideal. Mal sabia ela que se eu não estivesse ali metade do que havia sido feito para cuidar das crianças e acalmar a fera, inclusive contra a filha dela não teria sido feito.

    O que acho pior da violência feminina é que uma mulher pode estar errada mas outra mulher sempre a defende outra mulher mesmo estando errada. Se uma mulher tiver sendo agredida por outro homem na rua, nós homens vamos defendê-la mas se uma mulher agredir um homem, falando mal pra suas irmãs, mãe e amiga, suas agressões morais, sociais, psicológicas e físicas serão entendidas como autodefesa da mulher.

    E como o tempo venho percebendo que essa atitude é uma rede coletiva. As mulheres da família da minha mulher são assim, as amigas são assim e não tem uma que seja carinhosa e equilibrada que se perceba nesse meio, a não ser em convívios superficiais. Só estou nesse casamento por que LAMENTAVELMENTE, a justiça não dá a guarda para os pais e meu filho sofre quando estou longe. Uma criança brilhante que a mãe tenta desarmar e desprover da autonomia e da felicidade o tempo todo. frequentemente tenho que me hospedar em hotéis para não ficar a mercê de brigas e poder respirar para cuidar do meu filho e as pessoas do meu convívio com quem ela convive, com raras exceções hoje ainda são minhas amigas como as sentia antes.

    Tudo que a apoiei esses anos todos e o que ela cresceu ela sempre propaga para os outros se vitimando e dizendo que eu e meu filho só a atrapalhamos mas mesmo assim ela conseguiu. Põe a culpa de tudo que é negativo na vida dela em mim e já faz isso como o menino de 5 anos que vive irritado e está se tornando uma criança irritadiça.

    Então minha indignação é com a justiça que não pensa nos homens e muito menos nas crianças em termos sociais e materiais. Em função de trabalho já me mudei duas vezes de domicílio, sempre depois dela dizer que me acompanharia e ele nunca vai. No último ano gastei para montar toda uma casa para nós e ela sabotou até as férias que eu poderia ter passado com meu filho, deu nítidos sinais de que numa separação ela alienaria o menino da minha presença. Cheguei a passa 20 dias sem ouvir a voz do meu filho por telefone. Hoje, conversando com o garoto ele verbalizou que ele pedia pra falar comigo sempre mas que ela parou de deixar e ele falar no telefone comigo porque ela o passou a dar tapas e brigar com frequência e o ameaçava de fazer mais caso ele me contasse e que então ela parou de ligar, dizia, quando ele pedia pra ligar, que o telefone estava descarregado e etc. Essas são as mulheres que a justiça defende. que fala mal de homem o tempo todo, fazem piadinha, se vingando de uma situação que muitas vezes não foi a situação de vida nem de suas mãe e nem suas avós. Fico indignado com isso pois sempre amei e cuidei do meu filho, trocando fraudas, dando banho, ensinado a comer, a falar, a pensar a ser alegre, brincar. E ela sempre pensando nela mesma. Meu filho engatinhava e ela já não tendo passado a semana toda com ele, quando chegava nos sábados de manhã, eu exausto porque fazia as vezes de passar a semana toda quase sem dormir, acordava todo o sábado de manhã, quando ela estava em casa e quando eu precisava repor a pilha pra enfrentar a semana seguinte, com o choro do meu filho, aos prantos, no pé dela que lia tranquilamente seu jornal e deixava o menino chorando depois de ter passado todas as manhãs da semana longe dele. Uma vez a indaguei: o que ela disse? Respondeu que ele (um bb de 1 ano e dois meses) tinha que chorar até entender que aquele era um momento dela, de ler jornal, e que se eu me incomodasse que levantasse e cuidasse dele por que ela não ia abrir mão. E sabem o que ela passou a dizer para os outros: que eu era louco, que brigava com ela todo sábado só porque eu não tinha paciência com choro de criança e que ela tinha que cuidar de tudo e ainda tinha que me aguentar brigando com ela. Este é um pequeno exemplo do que é sua postura sempre e em graus que tem se tornado diferentes com o passar dos anos, para contar o mínimo.
    É tudo igual e piormente multiplicado. E a justiça sem respeitar pais que como eu se veem obrigados a ser pai e mãe porque os filhos não tem uma mãe bacana. Isso sem falar na força que ela faz para tentar parecer aos outros que paga todas contas sozinha. Duvido que se um homem for criar seu filho sozinho em outra casa a justiça vai por mulheres a pagar pensão e prende-las caso elas não paguem pensão. O fato é que se um homem ou uma mulher se estapeiam as marcas são percebidas num exame de corpo delito. Mas as doenças psicológicas e físicas que as crianças e maridos sofrem são de acúmulo paulatino, assim como danos materiais e sociais. Portanto é difícil provar que se vive numa situação dessa. Se a mão do meu filho não fosse tão agressiva e manipuladora eu já estaria longe do convívio com ela a muito tempo. Mas o que dá desespero é saber que meu filho vai ficar a mercê dela. Sinceramente, acho que tá mais do que na hora da sociedade mudar e dos juízes da vara de família acordarem para um problema que é bem mais grave do que parece. E embora eu não concorde com violência doméstica em nenhum nível sou obrigado a admitir que infelizmente entendo porque ela acontece e que não são mulheres individualmente que são doentes: normalmente isso vem de uma cultura familiar que tem hábito de anular a figura paterna com ou sem justiça e com isso não podemos nos calar e aceitar a legião de mulheres que vive por aí dizendo que homem não presta, não sabe cuidar de criança, não serve pra educar.

    Comentário por Saulo di Tarso | domingo, 27 janeiro, 2013

  60. estou fundando uma assossiação dos direitos dos homens. quem tiver material para me enviar eu agradeço. email:alessandromattosnh@hotmail.com

    Comentário por Adair dos Santos Chicuta | quinta-feira, 14 fevereiro, 2013

  61. COM CERTEZA , OS DIREITOS SÃO IGUAIS, A LEI MARIA DA PENHA É INCONSTITUCIONAL, JÁ QUE TRATA DA VIOLENCIA HOMEMXMULHER, QUE MESMO SENDO A GRANDE MAIORIA DOS CASOS, É INJUSTA E INCOSTITUCINAL, EXCVLUI, POR UMA INJUSTIÇA OS DIREITOS DO HOMENS AGREDIDOS FISICAMENTE E NA SUA HONRA.

    Comentário por jose wilson neves da cunha | quarta-feira, 6 março, 2013

  62. PODE SER IGNORANTE MAS A COISA JA SE DETURPOU OS PAPEIS NA SOCIEDADE ESTAO TROCADOS, E INFELIZMENTE O OVO APODRECEU NA NOSSA PATRIA AMADA VEJA BEM HOJE UMA SURRA DA MULHER E DEPOIS COMO A VITIMA LECIONA ,DIREITO PERAI ENSINAMOS O QUE FAZIAMOS E AGORA TOMA O TROCO UM
    BOM MESTRE NUNCA ENSINA O GOLPE FATAL , ACREDITO NA FIGURA HOMEM COMO SOU POREM A MAIORIA
    DEIXOU-SE ENCANTAR-SE PELAS BELAS CURVAS QUE AS DESENHAM E HOJEM ENTREGAMOS NOSSA FORÇA NAO AGRESSIVA MAS SIM DESIZIVA A PONTO DE TOMAR NA CARA E PAGAR PENSAO TOMA AI OS VALENTOES , E GARANHOES DE PLANTAO, CUMPRAMOS O NOSSO PAPEL NESTE MUNDO AINDA QUE NO FIM INFELIZMENTE.

    Comentário por J.LUIS.J | quarta-feira, 8 maio, 2013

  63. ACESSE O NOSSO FACEBOOK ASS.DOSDIREITOSDOHOMEMEDAFAMILIA
    ESTAMOS INICIANDO UM TRABALHO EM RELAÇÃO Á ESSE TEMA…AGRADEÇO SE ME ENVIAREM MAIS INFORMAÇÕES SOBRE ESSE ASSUNTO…

    Comentário por ADAIR DOS SANTOS CHICUTA | quinta-feira, 16 maio, 2013

  64. mais quero sab qual tipo de violência mais comum praticada contra os homens
    eu sie que quase todos os homem sofria mais iagora

    Comentário por camilapinheiro | quinta-feira, 22 agosto, 2013


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