Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

O Estado reformista e os movimentos LGBT: hegemonia do Terceiro Gênero?

O Estado (em qualquer de suas instâncias e em suas expressões mais liberais), cada vez mais se aproxima dos movimentos sociais reformistas e, juntos, cada vez mais nos surpreendem com suas ações contraditórias e pretensamente “revolucionárias”.

Foi assim com a extinção dos manicômios: ao invés de humanizar os mesmos e suas formas de tratamento (à semelhança da doutora Nise da Silveira que, em 1946, substituiu lobotomias e eletro-choques pelas artes como terapia), preferiu transferir às famílias os seus doentes, à guisa de incluir estas pessoas (independente da gravidade de suas doenças) no todo social.

Foi assim também em relação às crianças deficientes (hipocritamente redefinidas como crianças com necessidades especiais): independente de suas deficiências (física e/ou mental) foram compulsoriamente jogadas nas escolas públicas e particulares, sob o argumento da educação inclusiva. Dessa forma, livraram-se da obrigação de criar e manter escolas especializadas para estas crianças (que definem como de necessidades especiais!) e colocaram as demais crianças em situações de risco de agressões e/ou retardos de aprendizagem, já que, por mais que argumentem, poucas pessoas acreditam (incluindo-me nesse rol), que uma criança mentalmente comprometida possa acompanhar o aprendizado das demais (ou vice-versa).

Também foi assim nos primórdios do feminismo: as mulheres, para se sentirem libertas, copiaram os homens naquilo que tínhamos de pior: fumar, beber e transar adoidado!

Assim também aconteceu nos primórdios da luta negra brasileira contra o racismo: para enfrentar o preconceito exerceram o preconceito do preconceituoso: criaram espaços negros exclusivos (clubes, espaços culturais, etc.). E recentemente conseguiram estabelecer cotas raciais nas universidades, ao invés de cotas sociais (pela marginalização econômica), muito mais justas e includentes.

Agora, o governo de São Paulo, em parceria com Grupo E-Jovem e o Ministério da Cultura, inaugurará no próximo dia 6 de março, a Escola Jovem LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis, transexuais e transgêneros), com sede em Campinas, cidade do interior de São Paulo (veja notícia a seguir). Segundo as informações “essa escola é a primeira do gênero no Brasil (…) e surgiu a partir da observação e das dificuldades e preconceitos que os jovens homossexuais enfrentam na sociedade e em ambientes escolares, por exemplo. A Escola Jovem LGBT é aberta a qualquer jovem, homo ou heterossexual, que tenha idade entre 12 e 29 anos (grifo meu), e que demonstre interesse em valorizar a expressão cultural, independente de gênero ou raça.

E mais uma vez, esta aliança “reformista” conseguiu me surpreender e refletir sobre as suas inconseqüências. E isto não tem nada a ver como homofobia (tenho amigos gays ou simpatizantes), mas sim com mais uma série incongruências desta atitude. Senão vejamos:

a) se os cursos são claramente direcionados para as demandas homossexuais e a participação é aberta a qualquer opção sexual e envolve jovens a partir de 12 anos, como não temer que crianças ainda em formação sexual sejam cooptados pela opção dominante no ambiente frequentado?

b) se diferentemente do sexo entre animais, (onde as relações sexuais são determinadas fundamentalmente pelo instinto), a sexualidade humana manifesta-se através de padrões culturais historicamente determinados, pretende-se agora um novo padrão sexo-cultural?

c) se a sexualidade humana, através da história, manifestou-se por culturas e períodos de abertura sexual, intercalados por períodos de recato e privações sexuais, estaremos entrando num “novo” período de rebertura sexual, a partir da inclusão de crianças em experiências culturalmente específicas?

d) se o estudo mais importante realizado sobre sexualidade humana (relatório Kinsey) descreve que face à “continuidade das graduações entre os heterossexuais e homossexuais exclusivos ao longo da história, parece ser desejável desenvolver uma gama de classificações que podem ser amparadas em quantidades relativas de experiências e respostas heterossexuais e homossexuais e (…) um indivíduo pode ser associado numa posição da escala em cada período de sua vida… (…) numa escala de sete categorias aproxima-se de representar as várias graduações que existem atualmente” (Kinsey, et al. (1948). pp. 639, 656), pergunto: como envolver todas as sete gradações sexuais, incluindo crianças, num ambiente experimental de conteúdo homossexualmente direcionado?

Nível Descrição das gradações sexuais por Kinsey
0 Exclusivamente heterossexual
1 Predominantemente heterossexual, apenas eventualmente homossexual
2 Predominantemente heterossexual, embora homossexual com frequência
3 Igualmente heterossexual e homossexual
4 Predominantemente homossexual, embora heterossexual com frequência
5 Predominantemente homossexual, apenas eventualmente heterossexual
6 Exclusivamente homossexual
X Assexuado

c) cotejando esta classificação de Kinsey, à luz da experiência paulista em implantação, pergunta-se:
– porque não escolinha para “machinhos e fêmeazinhas” (exclusivamente heteros), reforçando os dois gêneros fundamentais à propagação humana?
– pela mesma razão, porque não escolinha para os “sexualmente indecisos” (as gradações intermediárias)?

Mas não: apesar das polêmicas científica, médica, social e legal da homossexualidade, os “reformistas pós-modernos” decidem, mais uma vez, agir unilateralmente e de forma a influir na formação sexual das novas gerações. Sim, isso mesmo, porque para lutar contra a homofobia e contra a violência existem os caminhos legais e culturais hegemônicos e específicos. Assim, incluir crianças de sexualidade em formação em ambientes predominantemente homossexuais, me parece uma atitude de riscos sociais previsíveis.

Com certeza, para muitos o meu comentário representará uma postura homofóbica e machista, mas embora discordando, não me importo com essa avaliação. Quis apenas marcar a minha posição de forma fundamentada e repassar a novidade da investida LGBT, aliada aos segmentos reformistas do Estado Nacional, para afirmação e ampliação do Terceiro Gênero. Que cada um entenda segundo suas convicções e contra-argumentem de forma substanciada (para isso existem os Comentários do blogue).

Leiam a reportagem e façam suas reflexões…

Imagem:www.claquete.net/produtos.html

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05.02.10 – BRASIL

País vai inaugurar primeira escola de valorização da cultura gay

Tatiana Félix *

Campinas – Adital –

Será inaugurada no próximo dia 6 de março, a Escola Jovem LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis, transexuais e transgêneros), com sede em Campinas, cidade do interior de São Paulo. Este projeto é uma iniciativa do Grupo E-Jovem, com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura. Essa escola é a primeira do gênero no Brasil.A ideia surgiu a partir da observação e das dificuldades e preconceitos que os jovens homossexuais enfrentam na sociedade e em ambientes escolares, por exemplo. A Escola Jovem LGBT é aberta a qualquer jovem, homo ou heterossexual, que tenha idade entre 12 e 29 anos, e que demonstre interesse em valorizar a expressão cultural, independente de gênero ou raça.

De acordo com o diretor da Escola, Deco Ribeiro, este projeto tem dois objetivos principais. O primeiro é divulgar e dar visibilidade à cultura gay. O segundo é oferecer ao jovem um espaço onde ele possa se expressar. Além disso, ele reforça, “acreditamos que este é um modo de reduzir o preconceito, uma vez que a sociedade e outros jovens conheceriam mais a realidade do mundo gay”.”A gente entende que preconceito é ignorância, não só ignorância por não conhecer o assunto, mas também a ignorância daqueles que se negam a conhecer”, completou.

Segundo Deco, o projeto foi pensado para ser executado em três anos, com ofertas de três cursos por ano. No primeiro ano, devem ser ministrados os cursos de Dança, WebTV e Criação de Fanzine. No segundo ano os cursos seriam de Música, Teatro e Criação de Revistas, e, no terceiro ano, Cinema, Criação Literária e Performance Drag Queen.

Mas, embora a escola não tenha sido ainda inaugurada, a adesão e a demanda, tanto de alunos quanto de professores, tem sido muito positiva. Segundo ele, as vagas para os cursos, que foram abertas nesta semana, já foram todas preenchidas, por meio de pré-inscrição. A procura foi tanta, que já existe fila de espera, informou.

“Muitos professores se voluntariaram e enviaram propostas e projetos para nós. Recebemos mais de 70 propostas, que estão sendo analisadas”, disse. Por causa disso, cursos extras devem ser abertos ainda neste ano, como os de Canto e Coral. Cada curso deve ofertar de 10 a 20 vagas.

Ele disse ainda que a expectativa é de abrir um canal de diálogo com a sociedade. “A escola é um espaço para o jovem passar a sua mensagem. Todos os cursos são de expressão”.

Mais informações pelo site: http://www.e-jovem.com/escola_jovem_lgbt.html.

terça-feira, 16 fevereiro, 2010 - Posted by | Comentário, Repassando... | , , ,

6 Comentários »

  1. Oi. Realmente, você teve uma postura “homófica e machista”, mas perdoável no sentido de não ter maturidade em relação ao assunto. Você não incitou a violência, só passou um ponto de vista que estimula agressões, mesmo que não intencionalmente. E também quero dizer que esse meu comentário não tem nada a ver com heterofobia, pois tenho muitos amigos heterossexuais e simpatizantes. Como estou apenas fazendo um comentário rápido, já aviso que meus contra-argumentos são substanciados com fatos cotidianos, pois não ando com dados estatísticos e argumentos de pesquisa na manga =]
    Tenho 25 anos, me identifico homossexual desde os 6. Até os 10 anos eu não tive uma educação sobre as homossexualidades, e isso foi uma tortura para mim, porque eu achava que seria obrigado a me vestir de mulher para poder “andar de mãos dadas com algum menininho”… nem passava a hipótese de um “ato sexual” pela minha cabeça. Com essa idade eu achava que dar selinho era pecado, e coisa só de adultos. Na minha cabecinha de criança existiam homens vestidos de homens, e homens vestidos de mulheres, e eu achava que teria que escolher a segunda opção pra ser feliz, pois seria impossível eu ser um homem vestido de homem e querer ficar junto de outros homens. Demorou para aparecer alguém que me abrisse os olhos. Hoje respeito muito os homens vestidos de mulheres e eles merecem mais respeito que muitos homens vestidos de homens.
    Enfim, já estou desgastado de rebater argumentos muletas que envolvem religião, sociedade, e teorias (como os relatórios de Alfred Kinsey, que acho a teoria mais bacana, mas que são um estudo, e não a verdade. E essa conversinha de macho e fêmea, a Adão e Eva, vagina e pênis) Gostaria apenas de fazer duas perguntas, que nunca foram respondidas de modo nítido, sem envolver crenças, convenções ou apelações: pq animais considerados irracionais podem ter relações homossexuais e os seres humanos não podem? Se eu me envolver com um homem, ou com uma mulher, com os dois, ou com nenhum…isso vai interferir na sua vida? Você tem um mooooooooooooooooooooonte de amigos “heteros” que na verdade são homo ou bi (traduzindo: enrustidos) e isso não altera em nada. Sim, estou afirmando que você tem amigos homos enrustidos
    Vou dar observações rápidas sobre os pontos que vc destacou:
    a – Qualquer conversinha de meia hora com um educador, psicólogo, psiquiatra, psicoterapeura, sexólogo, enfim… e vc verá que é sadio tratar temas sobre sexualidade desde o nascimento. Algumas amigas minhas confessaram já terem tido algo parecido com orgasmos desde os 5 anos de idade, mais ou menos, ao se tocarem (só de elas terem assumido que se masturbam já é um fato de grande importância). A diversidade sexual é um desses temas que devem ser trabalhados antes da construção de preconceitos. É mais importante que uma criança saiba sobre orientação sexual do que ver essa mesma criança sofrendo com preconceito ou disseminando agressões no futuro. E vc realmente acha que é hetero desde a primeira vez que pensou numa mulher nua? Pq eu sou homossexual desde que eu tinha vontade de andar de mãos dadas com um coleguinha da creche. Ou seja, 12 anos é uma idade franca para se tratar o tema diversidade sexual. E é bom eu lembrar o seguinte: desde os 4 anos estudo em escolas heteronormativas, e a “opção” dominante era a hetero, e esses ambientes não me cooptaram a ser hetero, pq essa definitivamente não é uma opção.

    B – Você escreveu: “a sexualidade humana manifesta-se através de padrões culturais historicamente determinados, pretende-se agora um novo padrão sexo-cultural?”
    Encontrei seu site sem querer, então não sei de sua formação acadêmica e não consegui acessar seu perfil no blog. Mas com que estrutura vc pode afirmar isso acima? Desde qdo a sexualidade se manifesta por padrões culturais? Eu sou leigo, mas sei que tem muito mais coisas compondo a sexualidade humana, fatores culturais, sociais, biológicos, até fatores terroristas, patológicos, ou as famosas “modinhas”. Mas, beleza…vou responder: pretende-se acabar com qualquer padrão sexo-cultural. Essa desigualdade toda só existe por que um banco de desocupados resolveu criar padrões sexo-culturais. É nessas horas que eu queria ser um golfinho pra não ficar bitolado em padrões sexo-culturais!!!! Esses padrões aí são os pais do preconceito….

    C – Não entendi a pergunta. Primeiro: a sexualidade sempre foi uma figurante na história, quando não a pedra. Essas aberturas e recatos foram influenciados pelos modos de vida e ambientes. A sexualidade seguiu normas religiosas e culturais, isso sim. Sempre foram o tempo e a sociedade que regeram o contexto dos comportamentos sexuais, e não o contrário. Segundo: estamos entrando “num “novo” período de rebertura sexual, a partir da inclusão de crianças em experiências culturalmente específicas”….então….ninguém está “incluindo” as crianças, estamos apenas “admitindo” que elas estão em diversas experiências culturalmente específicas. Imagino que vc não esteja falando de pedofilia, claro. Mas é engraçado que existam pessoas que ainda imaginam crianças como seres sem sexualidade alguma. Crianças tb se masturbam, idealizam namoros e casamentos, são molestadas, assediadas, engravidam, contraem doenças, sofrem, se descobrem…. mas a heteronormatividade acha que isso é lenda…

    D – Você perguntou: “como envolver todas as sete gradações sexuais, incluindo crianças, num ambiente experimental de conteúdo homossexualmente direcionado?” Uau! Você já fez uma tese sobre a escola LGBT???!!! Como assim conteúdo homossexualmente direcionado? Não existe isso! Uma escola de capoeira está fazendo errado em não falar de sumô????? Pq uma escola LGBT está errada em expressar manifestações ligadas às diversidades?? E como eu disse antes, essas 7 gradações fazem parte de uma teoria, muito interessante, mas teoria. O objetivo da escola não é “ensinar a ser homossexual”…é expressar a diversidade sexual, que poderá ser um passo, inclusive, para quebrar mitos sobre a dicotomia hetero-homo.

    E (ou c) – “porque não escolinha para “machinhos e fêmeazinhas” (exclusivamente heteros), reforçando os dois gêneros fundamentais à propagação humana?” Qualquer um pode sugerir isso e encaminhar um requerimento ao MEC e outras instituições governamentais….ou fazer escolinhas no fundo de casa. De onde você tirou que está impedido de montar essa escola? E desde qdo heteros têm uma história de exclusão e uma cultura alternativa e camuflada? Qual a necessidade social de abertura dessa escola? São questões que deveram constar no requerimento… E qual a utilidade de reforçar os gêneros fundamentais à propagação humana? Isso quer dizer que os heterosexuais são OBRIGADOS a se reproduzirem? Pessoas heteros que simplesmente não querem ter filhos, ou não podem, devem ser queimadas ou apedrejadas? Fiquei sabendo esses dias de um grupo de pessoas que estão se filiando a um grupo de desaceleração do aquecimento global – eles fazem parte de um movimento que promete não ter filhos, diminuindo a população do planeta e adotando crianças qdo der uma vontadezinha de ser pai e mãe. Bacana, né?
    Perdão se aparentei ser ácido em algum comentário. Virtualmente eu sou meio amargo mesmo, mas tenho certeza que esse papo ia ser amigável e bem descontraído se não fosse a frieza do notebook….

    Obrigado pelo apoio à não homofobia. Entendi que seu post foi em relação à inclusão de adolescentes no debate. Mas fica tranqüilo, a Escola Jovem LGBT não está fazendo lavagem cerebral. Está só lavando os olhos de uma sociedade que enxerga mal…

    Comentário por Breno Queiroz | sexta-feira, 12 março, 2010

  2. Prezado Breno,
    Em consideração à sua condição social em conflito (pelo fato da homossexualidade) e pelo fato de vc não dominar muito as discussões pró, contra ou relativamente isentas sobre o tema,não aprofundarei a discussão, pois seria apenas mais um debate ideológico e isto já ocorre muito por aí. O que pretendi não foi reprimir a expressão gay, mas opinar contra a tentativa (com apoio estatal) de universalizar a influência gay via institucional. Outras tentativas parecidas ocorre nos movimentos raciais, nos movimentos feministas e outros: a tentativa de impingir ao todo social as próprias idéias. Assim, chega-se a polêmicas sérias como “escolas gays”, cotas raciais x cotas sociais,ou ainda como a estratégia de vitimização feminina: quando alcançam sucesso, o mérito é delas e quamdo não conseguem, a culpa é dos homens. E por aí vai…
    Expressei de forma argumentada e com fontes que debatem o assunto e não abro mão da minha opinião, a não ser se convencido por argumentos convincentes. E vc não me convenceu nem um pouco, apenas desabafou sua condição de socialmente reprimido, o que respeito, mas não aceito como argumento universalmente utilizável na discussão.
    De qualquer forma, vc teve o espaço pra desabafar.
    Uma abraço “homofóbico e machista”.
    Henrique

    Comentário por Henrique Miranda | sábado, 13 março, 2010

  3. Os termos “condição social em conflito”, e “debate ideológico” são frasezinhas em que vc está se apoiando para dizer que eu não expus argumentos. Vc diz que o apoio estatal não pode desenvolver ações para visibilizar a cultura de minorias, então o Estado deveria acabar com qualquer expressão cultural, do hip-hop às exposições sobre a perseguição nazista (você disse exatamente isso, eu exemplifiquei). Só acho que qdo alguém coloca a mão na minha boca eu tenho mais é que morder. Se por décadas calaram a boca de muitos grupos, nada mais justo que os próprios opressores (no caso o estado) paguem por isso. Não há argumentos nem fontes no seu post, no máximo uma referencia a kinsey, o resto todo é achismo. De minha parte, foi um desabafo mesmo. Admito que não domino a discussão e vc deveria fazer o mesmo. E eu sou contra cotas, nenhuma das existentes me convenceu das necessidades.

    Sua atitude é a mesma de toda pessoa sem argumento, que se debate para entender que a tromba é a natureza do elefante.

    Abraços

    Comentário por Breno Queiroz | segunda-feira, 15 março, 2010

  4. Caro Breno,
    Reforço a minha posição anterior, Nestes termos, não aprofundarei a questão com vc nem com qualquer outro leitor, sobre qualquer tema. Aguardarei posturas mais analíticas e menos emocionais.
    Abraço “homofóbico e machista”.

    Comentário por Henrique Miranda | segunda-feira, 15 março, 2010

  5. Ok. Mas vc já parou para pensar que você também teve uma postura emocional e pouco analítica? É fácil se manter e reforçar uma posição anterior nessas condições….

    Comentário por Breno Queiroz | terça-feira, 16 março, 2010

  6. Prezado Bruno,
    Procuro evitar dicussões emocionais,pois elas apresentam poucas possibilidades cognitivas pois, ao invé de atrair pessoas para o compartilhamento, dividem, distanciam, polarizam. Se vc leu Sobre o Blogue, entenderá a minha postura. Assim, prefiro que fiquemos assim: eu coloquei minha opinião, vc colocou a sua e o tempo e os fatos (ou quem sabe, os demais leitores) mostrarão os caminhos. Ok? Abraço cognitivo convicto.

    Comentário por Henrique Miranda | terça-feira, 16 março, 2010


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