Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Que as estrelas te acompanhem, amigo…

Você se foi nesta madrugada, de forma inesperada para o meu coração esperançoso em sua recuperação. Como não era uma estrela fulgurante do mercado, um esfuziante sucesso comercial, a grande mídia tinha apenas anunciado que você havia sofrido um AVC e estava hospitalizado, em observação. Eu acreditei…  E há pouco, ao acordar na minha madrugada insone, vi a notícia de sua morte. Não pude deixar de lagrimar por você e por mim, amigos que fomos em tantas noites solitárias que vivi, ouvindo-o em beiras de praia, sentado no carro, de copo na mão, olhos na noite e coração tristonho… Emocionava-me o som intimista do seu canto, as reflexões das letras (Saigon, Verdade chinesa, As Rosas não falam, Trocando em miúdos, Tudo que se quer…). Você foi meu irmão e amigo em muitas madrugadas, geralmente em meus momentos mais depressivos, quando mais eu precisava de companhia. E nunca me faltaste…

A gente nunca espera enterrar os filhos ou os amigos. Mas você se foi antes do combinado. Fazer o que?

Que as estrelas que vimos e saudamos com teu canto o acompanhem, amigo. Que o seu sorriso tão largo e transparente se espalhe do outro lado do caminho. Que eu possa ouvi-lo sempre que necessitar. Que talvez, quem sabe um dia, a gente possa se encontrar e fazer uma serenata ao “vivo”…

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quinta-feira, 21 março, 2013 - Posted by | Comentário | ,

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