Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

A qualidade dos novos mafiosos da saúde brasileira…

charge_medico_morteAlém de corporativistas às raias do desrespeito ao juramento hipocrático e aos interesses sociais do país, os médicos brasileiros são cuspidos ininterruptamente dos centros de formação, sem a qualificação adequada. Como os nossos advogados que são reprovados em sua maciça maioria nos exames da OAB, os médicos recém-formados de SP foram reprovados em 55% dos casos, à semelhança dos anos anteriores (59,2% em 2014 e 54,2 em 2013). Ficaram assombrados? Pois vão se assustar mais ainda: na OAB, quem é reprovado, não pode exercer a advocacia, mas os médicos, embora reprovados, podem diplomar-se e exercer a profissão! Pooode? Pode. Pode tudo: não ir para os cafundós, fazer máfias com laboratórios produtores de medicamentos e próteses, empregos públicos de fachada, consultas-relâmpagos em empregos acumulados, prática clandestina de abortos, berrar contra o Mais Médicos que levou atendimento decente aos pobres dos cafundós que eles detestam, pode o escambau. E o CFM e os CRM’s nada, fazendo-se de cegos, surdos e mudos em relação aos seus filhotes mafiosos e/ou despreparados. E isto quase não sai na grande mídia. No máximo, quando muito exageradas, as maracutais saem no Fantástico e desaparecem rapidamente.

Deem uma olhada na notícia abaixo e vejam o vexame daqueles que se consideram o máximo da sapiência científica e exigem, mesmo não o sendo, serem chamados de doutores.
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Publicado em 29/01/2015

Médicos coxinhas de SP têm colapso

Mais da metade dos formados em SP foi reprovada pelo Conselho de Medicina


No G1:

EXAME DO CREMESP REPROVA 55% DOS ALUNOS RECÉM-FORMADOS EM MEDICINA

Índice é menor do que o do ano anterior, de 59,2%.
Reprovação não impede obtenção do diploma e exercício da profissão.

Dos 2.891 recém-formados em medicina que fizeram o exame do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), 55% do total (1.589 estudantes) foram reprovados. O índice é menor do que o registrado no ano passado, quando 59,2% não acertaram o mínimo exigido (60% das questões) e foram reprovados. Mas foi maior do que em 2013 – índice de 54,2% de reprovados.

Todo estudante que se formou em medicina e quer se inscrever no conselho paulista precisa fazer o exame para poder tirar o registro do CRM (Conselho Regional de Medicina) e atuar como médico no estado. Apesar de ser um exame obrigatório, mesmo quem for reprovado também pode obter o registro.

Isso porque, por força de lei, o conselho não pode condicionar o registro médico ao resultado de uma prova. Para tanto, seria preciso uma lei federal, como acontece com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Leia também:

O ATAQUE DA MÁFIA DE BRANCO E DOS PLANOS DE SAÚDE

MAIS MÉDICOS ZERA MORTALIDADE INFANTIL NO PIAUÍ

sexta-feira, 30 janeiro, 2015 - Posted by | Comentário, Repassando... | ,

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