Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Sabedoria é sabedoria…

Brilhante  e fulminante !!!
Lembrando brasileiros como o saudoso Barão de Itararé e o Emílio de Menezes…

Ab

Carlos Germer-SC
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Não sei se efetivamente essas palavras são de  Ganhdi, mas são boas…
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ghandi3Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres, havia um professor, cujo sobrenome era Peters, que sentia animosidade por Gandhi, e porque Gandhi nunca abaixou a cabeça para ele, suas discussões eram bem comuns.
Um dia, o Sr. Peters estava almoçando no refeitório da universidade e Gandhi veio com sua bandeja e sentou-se próximo ao professor. O professor, em sua arrogância, disse: “Sr. Gandhi, você não entende… Um porco e um pássaro não sentam juntos para comer”, ao que Gandhi respondeu: “Não precisa se preocupar, professor, voarei daqui”, saiu e sentou-se em outra mesa.

O Sr. Peters, verde de raiva, decide vingar-se no próximo teste, porém Gandhi responde brilhantemente a todas as perguntas. Então, o Sr. Peters lhe fez a seguinte pergunta, “Sr. Gandhi, se você caminha pela rua e encontra um pacote, e dentro há um saco de sabedoria e outro com bastante dinheiro; qual deles você vai pegar?”

Sem hesitar, Gandhi respondeu: “O que tem dinheiro, é claro!”

O Sr. Peters, sorrindo, disse: “Eu, em seu lugar, teria pego o da sabedoria, não acha?”

“Cada um pega o que não tem”, respondeu Gandhi com indiferença.

O Sr. Peters, já histérico, escreve na folha de prova a palavra “idiota” e entrega a Gandhi. Gandhi pega a folha de exame e se senta. Alguns minutos depois, Gandhi vai até o professor e diz, “Sr. Peters, você assinou a folha, mas não me deu a nota”.

sábado, 29 agosto, 2015 Posted by | Repassando... | , | 1 Comentário

Contraditório aos coxinhas…

lulinha“Reclamam que aeroporto parece rodoviária. No tempo deles parecia cemitério.”
— Lula

sábado, 29 agosto, 2015 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

A canalha golpista leva mais uma cacetada…

Janot arquiva pedido de Gilmar e pede pacificação

28 de Agosto de 2015

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Apareceu uma boa notícia para Dilma Rousseff no esforço para enfrentar manobras da oposição para tomar, por via judicial, um mandato que não foi capaz de assegurar nas urnas.

Num despacho onde fez questão de recordar o papel do Judiciário na “pacificação social e na estabilização da Justiça,” o Procurador Geral da República  Rodrigo Janot manda arquivar um pedido de investigação de  Gilmar Mendes contra a campanha da presidente.

O caso arquivado se refere à  denúncia envolvendo a VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda, que prestou serviços à campanha de Dilma.  Em 7 de maio, seis meses e três semanas depois da vitória de Dilma, Gilmar enviou um comunicado ao PGR, pedindo “providências pertinentes” para “possíveis indícios de irregularidades”.

No  despacho, divulgado ontem, Janot bate de frente: “Não há providencias de talhe cível ou criminal a adotar a partir da ‘notícia de fato’ em exame,” escreveu.

Em outro parágrafo, Janot se refere a soberania popular.  Lembra  que os “atores principais” de uma eleição devem ser “candidatos e eleitores” e fala da “inconveniência de serem, Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, protagonistas – exagerados do espetáculo da democracia.”

A partir de notícias veiculadas pela imprensa, o comunicado de Gilmar Mendes dizia, entre outras coisas, que a gráfica não funcionava no endereço declarado, nem teria estrutura “para imprimir o material declarado na campanha”. Janot ouviu as partes, inclusive o ministro da Secom, Edinho Silva, que foi tesoureiro da campanha.  No texto, o PGR expõe cada uma das objeções e também relata as explicações ouvidas, sem apontar restrições. Sua avaliação, numa frase: “Os fatos narrados não apresentam consistência suficiente para autorizar, com justa causa, a adoção das sempre gravosas providências investigativas criminais.”

Mais relevante do que a decisão em si, ou cada episódio em particular, é a motivação de Rodrigo Janot pelo arquivamento do caso. Ele lembra, com todas as letras, que as contas de Dilma Rousseff foram julgadas e aprovadas com ressalvas em dezembro do ano passado, pelo próprio Gilmar Mendes, e  adverte: “não há figura cível do juízo que permita a esta Procuradoria Geral Eleitoral — ou a qualquer legitimado para atual na Justiça Eleitoral — a reabertura de questões relativas a sua regularidade”. (A exceção, recorda Janot, envolve o artigo 30-A, que define o prazo de quinze para apresentação de fatos e provas para “apurar  condutas em desacordo com a legislação, “relativas a arrecadação e gastos de recursos).

No trecho onde se refere à “pacificação social” como uma das funções “mais importantes do Poder Judiciário”, ele também se refere ao artigo 5o da Constituição Federal, onde se diz: “a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantem a celeridade de sua tramitação.”

É disso que se trata. O despacho de Janot não encerra as batalhas de Dilma na Justiça Eleitoral, nem no Congresso, nem no TCU. Mas ajuda a colocar racionalidade e bom senso numa situação de conflito que ameaça não ter fim.

sábado, 29 agosto, 2015 Posted by | Uncategorized | , | 1 Comentário

Miopia seletiva…

sábado, 29 agosto, 2015 Posted by | Repassando... | , , , | 1 Comentário