Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Palhaça e pilantra…

10 frases da filiação de Marta ao PMDB que provam que nasceu uma comediante.

Por Kiko Nogueira

Postado em 27 set 2015

MARTAA senadora Marta Suplicy oficializou no sábado (26) sua filiação ao PMDB em grande estilo.

Depois de 33 anos no PT, a septuagenária Marta inaugura não apenas uma fase em sua vida política, mas uma nova carreira: a de comediante de stand up.

No Tuca, no bairro das Perdizes, ela brindou a plateia com tiradas inspiradas, que levaram os presentes às gargalhadas — consta que alguns militantes pagos tiveram que ser hospitalizados.

Divido com vocês dez piadas da rediviva Marta Suplicy e seu peemedebismo maroto, seu politiquês moleque, sua graça, seu frescor e seu humor contundente e honesto:

. “Michel Temer vai reunificar o Brasil”

. “Olhei nos olhos de Michel e senti confiança”

. “José Sarney é um gigante da política”

. “O PMDB soube devolver a nós o que há de mais valioso na vida. A liberdade, o direito de ir e vir, de mudar de ideia”

. “Eu senti que eu caibo por causa disso, é um partido amplo”

. “A gente quer um Brasil livre da corrupção, livre das mentiras, livre daqueles que usam a política como meio de obter vantagens pessoais”

. “Vamos todos unir o país”

. “Chalita, a vida pública é cheia de armadilhas, mas Deus escreve certo por linhas tortas. Juntos, vamos fazer o PMDB cada vez mais forte”

. “Um, dois, três, quatro, cinco mil, Marta e Michel em São Paulo e no Brasil” (junto com a audiência, num momento orgástico)

Aplausos. Risos. E segue o baile.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Diretor-adjunto do Diário do Centro do Mundo. Jornalista e músico. Foi fundador e diretor de redação da Revista Alfa; editor da Veja São Paulo; diretor de redação da Viagem e Turismo e do Guia Quatro Rodas.

segunda-feira, 28 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

A falácia da tributação brasileira excessiva…

Frias

Quanto o dono da Folha pagou de impostos sobre a herança do pai?

De onde a Folha tirou que a carga tributária brasileira é ‘obscena’?

Por Paulo Nogueira

Postado em 14 set 2015
Paulo Nogueira

Quem tem mais equipamento para discutir uma carga tributária: os Frias e seus editorialistas ou o economista francês Piketty?

Minha pergunta se deve a que, no editorial infame em que dá um ridículo ultimato a Dilma, a Folha fala que a carga tributária brasileira é “obscena”.
Que dados sustentam uma afirmação tão peremptória e tão leviana?

Nenhum.

Em sua passagem pelo Brasil, Piketty falou sobre os impostos nacionais com mais riqueza e mais profundidade do que o conjunto do conteúdo produzido, em muitos anos, pelas empresas jornalísticas.

Vamos do básico.

A carga tributária do Brasil se situa em torno de 35% do PIB. O país está mais ou menos no meio do caminho, como notou Piketty em seu divertido inglês afrancesado ao falar para plateias brasileiras.

Mais para cima, com cargas na casa dos 50%, você tem os países escandinavos, os mais avançados socialmente do mundo.

Mais para baixo, com cargas na casa dos 20%, você tem países como Romênia e Bulgária, socialmente primitivos.

Perguntou Piketty: o que vocês querem ser, Escandinávia ou Romênia?

A Folha não quer que o Brasil seja a Escandinávia, é claro. Nem as demais grandes corporações jornalísticas.

Por uma razão: elas teriam que pagar o imposto justo.

Na Editora Abril, chamávamos as campanhas regulares antiimpostos de “Pautas do Roberto”. Roberto é, ou era, Roberto Civita.

Contra todas as evidências, as revistas Veja e Exame viviam em meu tempo – vivem ainda, imagino – alimentando a falácia da “obscena carga tributária” nacional.

Ora, obsceno é os ricos pagarem tão pouco no Brasil.

O sistema brasileiro é cruel. A principal fonte de receita de impostos vem do consumo, o que dá no seguinte. Os Frias e os mendigos da Barão de Limeira pagam a mesma coisa ao comprar um maço de cigarros ou uma Coca Cola.

Obsceno, para seguir por aí, são os 4% pagos pelos herdeiros de Octavio Frias de Oliveira a título de imposto sobre herança.

É uma ninharia, é um insultos.

Na França e na Inglaterra, o imposto sobre herança é dez vezes maior.

As companhias de jornalismo criaram o mito – terrível para a sociedade – de que os brasileiros pagam muitos impostos. Também forçaram no mito de que o dinheiro arrecadado termina nas mãos de corruptos.

Impostos constroem escolas, pavimentam ruas e estradas, viabilizam hospitais, pagam professores etc etc.

Você pode, perfeitamente, controlar o uso que se dá ao dinheiro dos impostos. Basta haver um choque de transparência na Receita Federal.

Hoje, é uma caixa preta indefensável.

Há um bom tempo sabe-se que a Globo sonegou brutalmente na compra dos direitos da Copa de 2002.

A Receita jamais se manifestou sobre o assunto.

Meses atrás, o Bradesco foi flagrado num esquema de evasão fiscal com base no uso de um paraíso fiscal.

Pouco depois disso, o presidente do Bradesco foi convidado para ser o ministro da Economia de Dilma. Como ele recusou, o convite foi passado a um diretor do banco, Levy.

Qual a mensagem que se passa aos brasileiros que pagam impostos com este tipo de atitude do governo?

A pior possível.

Isso sim é obsceno, e não, como disse falaciosamente a Folha, a carga tributária brasileira.

Paulo Nogueira
Sobre o Autor

O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

quinta-feira, 24 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | | Deixe um comentário

Eis a democracia tucanalha…

Militante do PSDB foi quem agrediu Stedile

publicado 23/09/2015
Ele se orgulhou do feito no Facebook
memepapa.jpg

No PT na Câmara:

Parlamentares e entidades repudiam agressão a Stédile organizada por militante do PSDB

Parlamentares e entidades da sociedade civil repudiaram, em nota e em discursos no plenário da Câmara, a agressão sofrida por João Pedro Stédile, dirigente do MST, quando desembarcou em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira (23), aonde foi participar de um congresso sindical.

Assim que apareceu no saguão, Stédile foi hostilizado por cerca de 20 pessoas que o ofendiam e gritavam palavras de ordem típicas dos reacionários, como “vai pra Cuba!” e outras. A perseguição ao líder do MST prosseguiu até o estacionamento do aeroporto.

O ato foi organizado pelo empresário Paulo Angelim, dono da corretora Viva Imóveis, palestrante e consultor de marketing. Em sua página no Facebook, Angelim publicou o vídeo com o ato contra Stédile. “Vejam a recepção que nós, do IDE – Instituto Democracia e Ética, preparamos para o terrorista Pedro Stedille, do MST”, disse o empresário, que se disse “muito feliz” ao anunciar, também na rede social, a sua filiação ao PSDB, que ocorreu em julho passado.

Na Câmara, o deputado Valmir Assunção (PT-BA) denunciou a agressão organizada pelo tucano. “Isso mostra que nós, no Brasil, cada vez mais, estamos assistindo o crescimento do fascismo de uma direita raivosa, de uma direita que não consegue conviver com o processo democrático”, disse o parlamentar baiano.

“Se a direita brasileira e os coxinhas desse Brasil acham que nós vamos nos intimidar simplesmente porque foi agredido um ou outro companheiro nosso, estão errados. Vamos continuar defendendo aquilo em que acreditamos”, acrescentou Valmir.
Quem também se pronunciou na tribuna foi o deputado João Daniel (PT-SE).

“Lamento profundamente e repudio esse tipo de atitude fascista de intolerância, porque isso é parte do que já houve em outros países, como os fascistas na Itália, os nazistas na Alemanha, e nós não podemos admitir. Nosso País luta e tem democracia. Todo mundo tem direito de protestar, mas nós não podemos aceitar a intolerância, nós não podemos aceitar a agressão”, afirmou João Daniel.

Valmir e João Daniel integram o Núcleo Agrário da Bancada do PT na Câmara, que subscreveu a nota divulgada nesta quarta-feira (23) por um conjunto de movimentos sindicais, populares, pastorais sociais, parlamentares progressistas e intelectuais. A nota também foi assinada pelos deputados José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara; Odorico Monteiro (PT-CE); Padre João (PT-MG), coordenador do Núcleo Agrário; Pedro Uczai (PT-SC) e Wadih Damous (PT-RJ), bem como pelas deputadas Ana Perugini (PT-SP) e Luizianne Lins (PT-CE). O PT também subscreveu o manifesto e divulgou uma nota própria, na qual “se soma às manifestações e atos públicos em solidariedade ao companheiro Stédile e ao MST e exige das autoridades a pronta apuração e responsabilização dos agressores”.

O ato organizado por Paulo Angelim se soma à manifestação fascista de outro militante fascista do PSDB, Matheus Sathler, advogado e candidato a deputado federal pelo Distrito Federal em 2014, que divulgou vídeo em agosto ameaçando “arrancar a cabeça” da presidenta Dilma Rousseff durante o desfile de 7 de setembro.

quinta-feira, 24 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

O jeitinho tucanalha de “governar”…

Como as pessoas envolvidas no vazamento da Lista de Furnas foram caladas.

Por Joaquim de Carvalho

Postado em 23 set 2015

Joaquim de Carvalho

caroneMarco Aurélio Carone, do Novo Jornal

Esta reportagem é parte do projeto de crowdfunding do DCM sobre a Lista de Furnas. Queríamos agradecer a você por ajudar a alcançar o objetivo — e lembrar que cada quantia a mais será investida em viagens e entrevistas para aprofundar a apuração e realizar novas matérias. Grande abraço.

Em Minas Gerais, uma das formas de entender o que representaram os doze anos do governo de Aécio Neves – sete dele mesmo e cinco de Antonio Anastasia – é conhecer a trajetória do publicitário Marco Aurélio Carone.

Em 2002, Carone se candidatou a governador pelo minúsculo PSDC, mas sua missão, segundo ele conta, não era chegar ao Palácio da Liberdade, mas defender Aécio no enfrentamento com o ex-governador Newton Cardoso, também candidato.

Aécio ganhou e, pela atuação de Carone, o partido dele foi recompensado pelo caixa de campanha de Aécio, e o próprio candidato, alguns anos depois, vendeu o título de seu jornal, Diário de Minas, o mais antigo do Estado, para um grupo ligado a Aécio Neves.

Pela venda, o publicitário diz que recebeu R$ 600 mil. “Queriam comprar o meu silêncio ou pagar por elogios, mas esse produto não estava à venda”, diz Carone.

Com o dinheiro da venda do jornal, o ex-aliado de Aécio contratou um dos jornalistas mais premiados de Minas Gerais, o veterano Geraldo Elísio, o repórter Pica-Pau dos tempos da rádio Itatiaia e Prêmio Esso de Jornalismo em 1977, com uma reportagem publicada em O Estado de Minas que denunciou a prática de tortura na Polícia Militar.

Juntos, eles mantiveram na internet o Novo Jornal, um site de notícias que, em poucos anos, se transformou num dos poucos veículos críticos de Aécio e do governo dele e de Anastasia.

O Novo Jornal chegou a ter mais de um milhão de acessos num dia, com suas reportagens que tratavam de escândalos do grupo de Aécio, entre eles a Lista de Furnas.

“O Novo Jornal foi o primeiro veículo a publicar a perícia da Polícia Federal que comprovou a autenticidade da lista de Furnas”, conta Geraldo.

Era um tema recorrente no site, assim como as denúncias de favorecimento do governo ao grupo de Zezé Perrella, o do Helicoca, e outros que os grandes jornais, rádios e emissoras de TV de Minas nunca noticiaram.

No início de 2014, já com a pré-campanha de Aécio a presidente da República na rua, Carone foi preso sob acusação de ser o relações públicas de uma organização criminosa destinada a achacar empresários, denúncia que até agora não resultou em condenação, mas suficiente para deixá-lo na cadeia durante nove meses, os três últimos em solitária.

Filho de um ex-prefeito de Belo Horizonte, cassado em 1964, que depois da abertura chegou a presidir o conselho de administração de uma subsidiária da Companhia Vale do Rio Doce, e de uma ex-deputada federal, Carone hoje anda de muletas e tem a expressão cansada, depois que sofreu um enfarte na cadeia.

Geraldo Elísio, o editor do Novo Jornal, teve a casa revirada por um delegado e três investigadores, num mandato de busca e apreensão.

Os policiais queriam documentos para comprovar a denúncia de extorsão, mas o que encontraram, e levaram, foi um computador, com os textos de livros que Geraldo escrevia, entre eles um de memórias.

O advogado Dino Miraglia, que defendia o homem que entregou a lista de Furnas à Polícia Federal, Newton Monteiro, também teve a casa e o escritório revirados, num mandato de busca cumprido até com o sobrevôo de helicóptero da PM.

O escritório de um advogado é inviolável, mas nenhuma voz da OAB local se levantou contra a arbitrariedade.

Depois do episódio, Dino Miraglia abandonou a causa e também sofreu danos pessoais – a esposa entrou com pedido de divórcio. Hoje, evita falar sobre qualquer assunto referente à Lista de Furnas.

O Sindicato dos Jornalistas do Estado de Minas também não se levantou em defesa do fechamento do Novo Jornal nem da invasão policial à casa de Geraldo Elísio.

Jornalistas com quem conversei contam que, na época, até o jornal do sindicato era bancado pela máquina de publicidade comandada pela irmã de Aécio, Andrea Neves.

Esta é parte de uma história que comecei a apurar dentro projeto do projeto do DCM sobre a Lista de Furnas, a famosa lista, que eclodiu num momento em que as denúncias do mensalão ameaçavam o governo Lula, em 2005.

A lista tem os nomes dos políticos que receberam dinheiro do caixa 2 formado por um diretor de Furnas, Dimas Toledo, com a propina paga por fornecedores da estatal. A maioria é do PSDB, e aparecem na relação Aécio Neves, José Serra e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

“Há duas maneiras de você calar um delator. Uma é matando, a outra é assassinando a sua reputação”, disse-me um delegado da Polícia Federal que investigou a lista. “Em Minas, foi criada uma máquina para destruir a reputação dos denunciantes da Lista de Furnas”, acrescentou.

No governo de Aécio, a Polícia Civil de Minas divulgou que a lista era falsa, versão que foi publicada pela revista Veja. Numa investigação paralela, conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, a conclusão foi oposta.

Dimas Toledo, para não sair de Furnas, pressionou Aécio Neves a negociar com Lula sua permanência no cargo. Para isso, mandou entregar a lista com sua assinatura e os valores recebidos por Aécio Neves e por outros políticos.

Desde então, o portador da lista, Newton Monteiro, tem amargado períodos alternados de prisão, embora nunca tenha sido condenado. No total, já passou mais de dois anos preso, teve o carro incendiado e hoje poucos sabem onde mora.

A principal acusação é a de que Newton inventou a lista. Mas dois dos nomes relacionados ali, que são deputados, confessaram que receberam exatamente os valores apresentados na relação, e por caixa 2 de Furnas. Um deles, Roberto Jefferson, fez a confissão em depoimento à Polícia Federal.

Se essas duas confissões não são indícios suficientes da autenticidade da lista, a assinatura de quem fez a relação não deixa dúvidas. A Polícia Federal, contrariando a versão de Dimas Toledo, garante que a assinatura é mesmo do ex-diretor de Engenharia de Furnas.

Ainda assim, é possível que alguém duvide, mas aí convém analisar o perfil dos policiais federais que fizeram a investigação no Rio e contrapô-las ao delegado que chefiou a investigação em Minas. Os policiais federais concluíram pela autenticidade da lista. O de Minas, não.

A Justiça Federal decretou a prisão de quatro empresários, num caso que nada tem a ver com a estatal Furnas, mas que revela um modelo de apuração policial nos anos de Aécio à frente do governo mineiro.

Os empresários são donos de uma empresa de transporte de valores, responsável por abastecer os caixas eletrônicos de dois bancos no estado. A acusação que levou a Justiça a decretar a prisão é a de que eles, durante anos, desviavam parte do dinheiro que deveria ser entregue aos bancos.

Assim como a Lista de Furnas, houve duas investigações paralelas. A Polícia Federal concluiu pelo desvio do dinheiro dos bancos e obteve na Justiça a decretação da prisão dos empresários.

Em Minas, a investigação começou bem antes. Mas nunca foi para a frente. Quem garante é o delegado de Minas que concluiu o inquérito, quando trocou o governo do Estado, em janeiro, e a antiga cúpula da Polícia Civil foi afastada.

A razão do inquérito ter sido abafado nos anos do governo de Aécio/Anastasia é que, segundo o delegado que herdou a investigação, havia influência da irmã de um dos donos da empresa, Renata Vilhena, a secretária de Planejamento de Aécio Neves que tocou o famoso choque de gestão.

E o que isso tem a ver com Furnas? O delegado acusado pelo colega de negligenciar a investigação da empresa de transporte de valores é o mesmo que concluiu pela “falsidade” da Lista de Furnas e participou do inquérito que levou à prisão do dono do site Novo Jornal, do lobista e delator Newton Monteiro e que também justificou a busca e apreensão na casa do jornalista Geraldo Elísio e do advogado Dino Miraglia.

Uma polícia sem apetite para investigar fatos sensíveis ao grupo político de Aécio é o que explica, em parte, as razões da Lista de Furnas ter se transformado num tema quase proibido. Você não viu nada disso em nenhum veículo da chamada grande imprensa. Mas vai ler aqui, em detalhes.

(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

Sobre o Autor

Jornalista, com passagem pela Veja, Jornal Nacional, entre outros. joaquim.gil@ig.com.br

Marco Aurélio Carone, do Novo Jornal

quarta-feira, 23 setembro, 2015 Posted by | Lista de furnas, PSDB e a lista de Furnas. | , , | Deixe um comentário

Vai gostar de aeroporto e avião assim, no inferno….

Menino do Rio voa com dinheiro dos mineiros

publicado 23/09/2015
E quer o impítim da Dilma. Quá, quá, quá!
bessinha crepusculo do aécio

Aecím ia para o Rio na quinta, no aviãozinho que o povo de Minas sustenta.

Esperrrto, ele!

Ele tem pavor de Belo Horizonte!

Não tem praia!

Não tem Leblon.

Não tem Body-Tech.

Saiu na Fel-lh:

Aécio usou avião de MG para ir 124 vezes ao Rio

RANIER BRAGON
AGUIRRE TALENTO
DE BRASÍLIAO presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), usou aeronaves oficiais para realizar 124 viagens ao Rio de Janeiro nos sete anos e três meses que governou Minas Gerais (2003-2010), de acordo com relatório produzido pelo atual governo mineiro, comandado pelo PT.O documento, feito para atender a requerimento originalmente realizado por um deputado estadual do PSDB, mostra uma média de 1,4 viagem por mês ao Rio e a outras cidades fluminenses, como Búzios e Angra dos Reis.A maioria das viagens foi entre quinta e domingo. Além disso, há em 2008 e 2009 seis passagens para Florianópolis, onde morava a namorada e hoje mulher do tucano, a ex-modelo Letícia Weber.

A planilha informa, por exemplo, um deslocamento a São Paulo, Rio e Florianópolis em 19 de fevereiro, quinta da véspera do Carnaval. Colunas sociais de Florianópolis registraram fotos do então governador em uma festa acompanhado de Letícia.

quarta-feira, 23 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

Palavras e calúnias também são letais…

DILMA

terça-feira, 22 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

Antes tarde do que nunca…

GILMAR

segunda-feira, 21 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

A mentira tem pernas curtas…

17/9/2015 23:11

Hélio Bicudo não é fundador do PT

O Cafezinho

Você deve ter lido milhares de vezes, nos últimos dias, a expressão “Helio Bicudo, fundador do PT,
quer o impeachment de Dilma”.

Mentira, pra variar.

Mais uma jogadinha semiótica da mídia para agredir politicamente o PT.

A blogueira Cynara Menezes, do Socialista Morena, resgatou uma entrevista de Bicudo à revista Teoria & Debate, na qual ele afirma, categoricamente, que não participou da fundação do PT.

A mídia também esquece que Bicudo tem apoiado o PSDB em todas as últimas eleições presidenciais e aderiu ao Movimento Cansei, aquele das dondocas contra o governo.

É um verdadeiro bicudo há muito tempo.

E nunca foi “fundador do PT”.

Trecho da entrevista de Bicudo:

Helio Bicudo: (…) Aí surgiu o PT. Não participei da sua fundação. Depois foi que nos filiamos.

sábado, 19 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

A escalada do ódio da centro-direita brasileira tem que ser detida…

loboO Conversa Afiada reproduz artigo de Haroldo Lima, extraído do Portal Vermelho

Haroldo Lima: A aventura pode levar ao caos

No interior do Congresso Nacional foi lançado um chamado “comitê pró-impeachment”. Entre suas tarefas está a de encontrar uma razão que legalize a retirada de Dilma Rousseff da Presidência da República. Em um ambiente onde levas de pessoas são presas ou postas em suspeição por terem sido citadas na Operação Lava Jato, o nome da presidenta permanece incólume.

Em um ambiente onde levas de pessoas são presas ou postas em suspeição por terem sido citadas na Operação Lava Jato, o nome da presidenta permanece incólumeEm um ambiente onde levas de pessoas são presas ou postas em suspeição por terem sido citadas na Operação Lava Jato, o nome da presidenta permanece incólume O Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, relator da Lava Jato, esclareceu que, relativamente à chefe do Executivo, “não há elementos a investigar e nada há a arquivar”.

Assim, o dito comitê procura uma justificativa que dê uma tonalidade legal à sua missão precipuamente definida, a de afastar a presidenta constitucional do país. Isto é um golpe de Estado, e a pretensão de levá-lo a cabo caracteriza uma perigosa aventura.

Forças variadas estão de uma forma ou de outra participando desse movimento insensato. Cumprem o papel nefasto de alardear os problemas do país, deformá-los, ao tempo em que escamoteiam as vantagens e os feitos do Brasil e dos brasileiros.

Recentemente a corrente golpista parece ter se rejubilado com uma notícia que poderia servir a seus propósitos de desgastar o governo brasileiro e o Brasil: a agência norte-americana de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota de classificação do Brasil. Isto deu manchetes e seguramente a culpa foi de Dilma.

As coisas são apresentadas como uma tragédia que se abateu sobre nós, pilhados em mil coisas erradas. Esconde-se do povo que essa mesma agência reduziu também os graus de confiabilidade da Itália, França, Portugal, Espanha e Áustria.

Como a S&P rebaixou da mesma forma a Petrobras, este fato é ressaltado enormemente, pois parece que nossa maior empresa está indo a pique, quem sabe por ser estatal. Não se mostra que 31 grandes empresas brasileiras, quase todas privadas, foram identicamente rebaixadas, em diferentes graus: 11 bancos (BB, CEF, Itaú, Bradesco, Santander, Citibank, etc.), Eletrobrás, Iaipu Binacional, Ambev, Votorantim, Celpe, Coelba, Globo, etc.

Tanto rebaixamento pareceria uma tragédia, mas nem tanto. Porque, quem é mesmo essa Standard & Poor’s? Paul Krugman, o prêmio Nobel de Economia de 2008, disse, em 9.8.2011, que a S&P “não tem credibilidade” e que é a “pior instituição à qual alguém deveria recorrer para receber opiniões sobre as perspectivas do nosso país”. O “nosso país”, a que Krugman se refere, é o país dele, os Estados Unidos, que, naquele 2011, sim, teve os títulos da sua dívida rebaixados pela Standard & Poor’s.

Com o mesmo objetivo de depreciar o Brasil, para atingir Dilma e fortalecer o golpismo, tem-se agitado que a dívida pública brasileira cresceu a um nível estonteante, relativamente ao PIB do país. Realmente a dívida cresceu, pois estamos em uma crise do capitalismo, que começou pelos Estados Unidos, em 2008, chegou à Europa e já atingiu a China. Mas, vamos por partes.

A dívida cresceu em quase todo o mundo. E se nos basearmos em dados do FMI (set 2015) veremos que, de 2008 a 2014, na Espanha a dívida cresceu 58,3%; no Japão 54,6%; na França 27,3%; nos EUA 25,4%; na Alemanha 11,8% e no Brasil 3,3%% (Lécio e Flávio, “A dívida pública e a oposição”).

Vê-se que as meias verdades são, às vezes, meias mentiras; mas, às vezes, funcionam como se fossem uma mentira inteira.

A corrente golpista que se movimenta no país atrás de um “impeachment” chega a fazer paralelo com o impeachment do Collor, em 1992. É forçar muito e é se iludir.

Entidades como a OAB, a CNBB, a UNE, todas as centrais sindicais, todos os partidos de esquerda e alguns de centro estiveram nas ruas apoiando o impeachment de Collor. Hoje, todas essas citadas entidades estão contra o chamado impeachment de Dilma, à exceção de uma central sindical. Isto porque esse impeachment é uma fraude.

E não se iludam. Quem lutou pela conquista democrática demoradamente, os 40 milhões que viram sua situação social ascender nos últimos 10 anos, com Lula e Dilma, essa gente não aceitará que o Brasil seja levado de novo a ser uma “república de bananas”.

*Haroldo Lima é engenheiro, ex-deputado federal e membro do Comitê Central do PCdoB
__________________________________________________________
PS: a imagem acima foi inserida por este blogueiro.

sábado, 19 setembro, 2015 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Experiência histórica vale muito, na hora de roubar, né?…

charge bessinha tucanos

sábado, 19 setembro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário