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Para não desligar os neurônios

As últimas do caos anunciado e desejado pela tucanalha…

Da folha:

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal encontraram indícios de que o ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes pode ter recebido R$ 1,65 milhão de uma empresa investigada sob suspeita de envolvimento com fraudes fiscais.

Como ministro do TCU, Nardes só pode ser investigado e processado com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal). Nesta terça (6), a Justiça Federal decidiu que os autos serão encaminhados à Procuradoria-Geral da República, para que opine sobre o prosseguimento das investigações.

Relator das contas da presidente Dilma Rousseff no TCU, Nardes tornou-se alvo de suspeitas porque foi sócio até 2005 de uma empresa chamada Planalto Soluções e Negócios, registrada em nome de seu sobrinho, Carlos Juliano.

A empresa é investigada pela Operação Zelotes, que apura suspeitas de fraudes praticadas para comprar decisões do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão do Ministério da Fazenda que julga recursos de empresas contra multas aplicadas pela Receita Federal.

Segundo os investigadores, Nardes e o sobrinho receberam na Planalto vários pagamentos da SGR Consultoria, que teria corrompido conselheiros do Carf para favorecer empresas que recorreram ao órgão para discutir multas.

Os pagamentos, no valor total de R$ 2,6 milhões, teriam ocorrido entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012, quando Nardes já era ministro do TCU e estava desligado da Planalto. O ministro diz desconhecer os pagamentos.

Segundo os investigadores, há referências a Nardes em mensagens eletrônicas enviadas em janeiro de 2012 pela secretária da SGR, Gegliane Bessa, ao dono da empresa, o ex-conselheiro do Carf José Ricardo Silva, um dos principais suspeitos do caso.

Nas mensagens, Gegliane diz ter pago R$ 1,65 milhão a uma pessoa identificada como “Tio” e R$ 906 mil a “Ju”. Para os investigadores, há “fortes indícios” de que “Tio” é Nardes e “Ju”, seu sobrinho.

Além das mensagens, os investigadores dizem ter encontrado anotações feitas por suspeitos que confirmariam as operações financeiras e concluíram que as referências indicam Nardes como “destinatário dos recursos”.

O motivo dos pagamentos ainda não está claro, mas os investigadores desconfiam que a Planalto pode ter recebido por ter aproximado a SGR de um dos seus clientes com problemas no Carf, o grupo gaúcho de comunicação RBS.

Nardes, que é natural de Santo Ângelo (RS), foi deputado federal pelo PP gaúcho de 1995 a 2005, antes de ser indicado ministro do TCU.

Em 2011, após pagar R$ 11,9 milhões à SGR, a RBS obteve uma vitória no Carf. Os pagamentos da SGR à Planalto ocorreram na mesma época de pagamentos da RBS à SGR.

O Ministério Público encaminhou à Justiça junto com o caso de Nardes o do deputado Afonso Motta (PDT-RS), que foi vice-presidente jurídico da RBS e teria participado da contratação da SGR.

Dilma reivindica imparcialidade nos julgamentos.

Postado em 6 de outubro de 2015 às 11:10 pm

Do Globo:

Diante das dificuldades enfrentadas para ter as contas do governo aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e da reabertura de ações que pedem a a sua cassação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira que é preciso defender o direito ao contraditório e a imparcialidade nos julgamentos.

– Vivemos um tempo em que é necessário defender, diante do que se vê internacionalmente e mesmo, infelizmente, no nosso país as melhores qualidades das democracias sólidas e modernas: o direito ao contraditório, o equilíbrio na defesa de ideias, a imparcialidade nos julgamentos e o respeito à verdade factual – disse para uma plateia de radiodifusores durante o 27º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, organizado pela Associação Brasileira de Emissoras Rádio e Televisão (Abert).

A presidente também voltou a afirmar que é preciso construir um ambiente de consenso para superar a situação que o país se encontra.

– Em um momento de acentuadas divergências são fundamentais os exemplos de serenidade, apaziguamento, respeito às diferenças, formação de consensos e busca de um ambiente mais ameno e amigável no país.

TSE reabre ação contra campanha de Dilma e Temer

Postado em 6 de outubro de 2015 às 10:23 pm

Da EBC:

A maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu reabrir ação de investigação eleitoral em que o PSDB pleiteia a cassação dos mandatos da presidenta Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer.

Os ministros não entraram no mérito da questão para analisar se houve irregularidades na campanha. A corte analisou apenas o prosseguimento da ação. Com a abertura do processo, a Justiça Eleitoral procederá à investigação das questões levantadas pelo partido e, após a análise das alegações da acusação e da defesa, o caso será julgado no mérito pelo plenário da corte.

O placar da votação ficou em 5 votos a 2 pela reabertura da ação. Em fevereiro, a ministra Maria Thereza de Assis Moura arquivou o processo, por entender que não havia provas suficientes para o prosseguimento da ação. No entanto, o TSE voltou a julgar o caso, devido a um recurso protocolado pela Coligação Muda Brasil, do candidato derrotado à Presidência da República Aécio Neves, do PSDB. A legenda alegou que há irregularidades fiscais na campanha relacionadas a doações de empresas investigadas na Operação Lava Jato.

O julgamento foi interrompido no dia 25 de agosto, após pedido de vista da ministra Luciana Lossio, e foi retomado hoje com o voto da ministra e do presidente da corte, Dias Toffoli, que acompanhou a maioria.

Em seu voto, a ministra rejeitou a reabertura da ação, por entender que o partido não apresentou provas concretas sobre as suspeitas levantadas contra a campanha presidencial. Além disso, Luciana defendeu a estabilidade do resultado das eleições. “É preciso garantir a viabilidade do exercício do cargo, evitando que administração do país seja perturbada por uma infinidade de demandas que não guardam relação com o exercício do mandato”, disse.

Antes da retomada do julgamento, os ministros Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves haviam votado a favor do prosseguimento da ação.

No processo, o PT sustenta que todas as doações que o partido recebeu foram feitas estritamente dentro dos parâmetros legais e posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral. As contas eleitorais da presidenta foram aprovadas pelo plenário do TSE em dezembro do ano passado por unanimidade.

Nardes é investigado por suspeita de fraudes fiscas

Postado em 6 de outubro de 2015 às 9:52 pm

Da Carta Capital:

A acusação de violar a Lei Orgânica da Magistratura na condução do exame das contas de 2014 do governo Dilma Rousseff não é a única razão para o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), preocupar-se por estes dias. O avanço da Operação Zelotes reforça as suspeitas de envolvimento dele com o esquema fraudulento de anulação de dívidas fiscais.

No material já recolhido durante as investigações, há indícios a apontar Nardes como destinatário de pagamentos de aproximadamente 1,8 milhões de reais, divididos em três parcelas de cerca de 600 mil reais cada. Os pagamentos são suspeitos por terem na origem uma das principais empresas investigadas, a SGR Consultoria.

As desconfianças sobre Nardes amparam-se em informações obtidas a partir da quebra de sigilo bancário da SGR, de anotações encontradas em escritórios da empresa e de interceptações de telefonemas e e-mails de investigados.

Em alguns telefonemas e e-mails, por exemplo, uma funcionária da SGR tida como responsável por distribuir dinheiro ilícito, chamada Gigliane, recebe orientação para efetutar pagamentos ao “tio” e ao “Ju”. Nardes já foi sócio de um sobrinho advogado, Carlos Juliano Ribeiro Nardes, na empresa Planalto Soluções e Negócios. Os investigadores vêem ligações entre a SGR e a Planalto.

O repasse da SGR seria uma espécie de comissão paga a Nardes por ele colaborar de algum modo com um caso específico na mira da Operação Zelotes: o sumiço de 150 milhões de reais em dívidas da RBS, retransmissora da TV Globo no Rio Grande do Sul, terra do ministro do TCU. Nardes teria usado sua influência em Brasília e no seu antigo partido, o PP, para ajudar o grupo de comunicação.

O cancelamento dos débitos da RBS ocorreu no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão do Ministério da Fazenda em que as fraudes apuradas pela Zelotes se materializavam. Em troca da anulação da dívida, a empresa teria pago 15 milhões de reais a uma série de pessoas. Entre estas, um ex-conselheiro do Carf e sócio da SGR, José Ricardo da Silva, o Zé Ricardo.

Silva e a SGR tinha papel-chave no esquema no Carf. Intermediavam os contatos entre conselheiros do Carf e empresas endividadas dispostas a subornar. E distribuiam o dinheiro entre as partes.

Nenhum cliente fez tantos pagamentos à consultoria quanto a RBS. É o que diz um relatório da Polícia Federal (PF) elaborado a partir da análise de 909 transações financeiras da SGR realizadas entre 2005 e 2013, um total de 115 milhões de reais.

Dos 15 milhões de reais que o grupo teria pago para se safar no Carf, 11,9 milhões foram para a SGR. Foi desta última quantia que a consultoria teria direcionado uma fatia cerca de 1,8 milhão a Nardes.

PSDB estuda ‘saída honrosa’ para Eduardo Cunha

Postado em 6 de outubro de 2015 às 8:41 pm

Do uol:

O PSDB informou nesta terça-feira (6) ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vai pedir sua renúncia do cargo caso surjam documentos que comprovem que ele possui contas na Suíça. A avaliação entre os tucanos é que a situação está ficando “insustentável” e já se cogita buscar uma “saída honrosa” para o peemedebista.

A bancada do partido se reúne na tarde desta terça (6) para discutir o assunto. Vários parlamentares da legenda já se manifestaram publicamente em defesa do afastamento de Cunha. O deputado Valdir Rossoni, do Paraná, por exemplo, divulgou nas redes sociais as fotos de Dilma e Cunha com uma pergunta: “Quem faz mais mal ao Brasil?”. “Se o MP confirmar (as contas de Cunha na Suíça) a situação de Cunha ficaria insustentável”, diz o deputado Vanderlei Macris (SP).

Na semana passada, o Ministério Público suíço comunicou à Procuradoria-Geral da República no Brasil a transferência de autos de uma investigação criminal aberta no país europeu que identificou ao menos quatro contas atribuídas a Cunha e parentes. Pelo menos US$ 5 milhões teriam sido bloqueados. De acordo com os procuradores da Suíça, ele foi informado sobre o bloqueio das contas – antes, Cunha negara que tivesse sido avisado pelo país europeu.

O presidente da Câmara já foi denunciado no Supremo Tribunal Federal por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de receber propina de US$ 5 milhões em contratos de navios-sonda da Petrobras. Cunha nega envolvimento com os crimes investigados pela Operação Lava Jato e sustenta que não possui contas na Suíça, a exemplo do que fez em depoimento na CPI da Petrobras, em março.

Luciana Genro: “Me causa repulsa ver o Eduardo Cunha e o Nardes como paladinos da moralidade”

Postado em 6 de outubro de 2015 às 6:38 pm

Em sua conta no Twitter, Luciana Genro foi na jugular dos “paladinos da moralidade” por trás da campanha contra Dil.a

“Por maior que seja minha indignação contra a Dilma, e é gigante, me causa repulsa ver o Eduardo Cunha e o Nardes como paladinos da moralidade”, escreveu ela. “Como se ambos não estivessem sob suspeita de envolvimento em corrupção. Que autoridade para julgar as “pedaladas”, se estão até o pescoço sob suspeita? E o Aécio, que voou pelo menos 1 vez por mês para o Rio com jatinho oficial, exercita toda a sua indignação seletiva respaldando os dois!”

Agonia da Abril faz mais uma vítima: o blogueiro Rodrigo Constantino

Postado em 6 de outubro de 2015 às 2:44 pm

A agonia da Abril fez mais uma vítima. Foi demitido o blogueiro Rodrigo Constantino, da Veja.

Ele fez hoje seu texto de despedida, no qual disse que o PT o tornou uma “pessoa pior”.

Antes dele, outro blogueiro destacado da revista tivera o mesmo destino: Ricardo Setti.

Mais recentemente, Caio Blinder, colunista do site em Nova York, foi também despachado.

Constantino é um entre vários discípulos do ultraconservador Olavo de Carvalho que foram colocados no site da revista nos últimos tempos. Sua demissão não sinaliza uma mudança na linha editorial de direita da Veja. Confirma, apenas, que as coisas estão realmente ruins para a Abril. Pouco tempo atrás, a Veja não conseguiu segurar um de seus mais conhecidos jornalistas, Lauro Jardim, da seção Radar. Lauro foi para o Globo.

Os últimos meses do ano são particularmente duros para os funcionários da Abril.

É quando o chamado PO – Planejamento Operacional – é feito. Em circunstâncias difíceis como as atuais – queda de receitas em publicidade e em vendas de revistas – os executivos da Abril são instados a promover demissões, demissões e demissões.

Deve-se esperar muitas outras nas próximas semanas. O clima na Abril assemelha-se, nestes dias, a um corredor da morte: você torce para não ser o próximo.

Constantino não está só.

Alckmin deixa documentos do Metrô secretos até 2039

Postado em 6 de outubro de 2015 às 2:18 pm

Geraldo Alckmin  tornou “ultrassigilosos” quase 160 conjuntos de documentos sobre o Metrô, CPTM e ônibus intermunicipais da capital. A resolução torna inacessíveis as informações sobre o transporte metropolitano por 25 anos, diz a Folha de S. Paulo.

Nesses documentos constariam, por exemplo, os motivos pelos quais as obras de transporte em São Paulo estão tão atrasadas.

Cinco das sete obras do Metrô registram ao menos dois anos de atraso em relação às promessas originais de entrega do governo estadual, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. A promessa de Alckmin em campanha para o primeiro mandato era ampliar a linha para 100 quilômetros de extensão. Hoje, no início do segundo mandato, São Paulo tem 78 quilômetros.

Panelaço, alguém?

quarta-feira, 7 outubro, 2015 - Posted by | Uncategorized

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