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Herdeira do Credit Suisse doa R$ 500 mil a Lula após bloqueio feito por Moro

 “Se Luiz Inácio Lula da Silva é visto como o pai do Bolsa Família, ela quer ser a mãe do ‘Bolsa Lula'”, destaca reportagem da Folha de S. Paulo

SÃO PAULO – “Se Luiz Inácio Lula da Silva é visto como o pai do Bolsa Família, ela quer ser a mãe do ‘Bolsa Lula'”.

Assim que matéria desta sexta-feira (11) do jornal Folha de S. Paulo define a atitude da herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, Roberta Luchsinger, que criou um movimento para apoiar financeiramente o ex-presidente Lula após o bloqueio de quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancárias por ordem do juiz Sérgio Moro. Roberta, neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger, doou cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e outros bens de valor ao petista.

“Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele”, disse a herdeira.

Entre as doações ao ex-presidente, está o último cheque da mesada de seu avô, que morreu no dia 8 de julho aos 92 anos, no valor de 28 mil francos suíços (cerca de R$ 91 mil). “Foi o último cheque que recebi dele e vou repassar integralmente ao Lula. Agora, já podem dizer que ele tinha conta na Suíça, aquela que os procuradores da Lava Jato tanto procuraram e não acharam”, ironiza.

Além disso, também há na lista de bens doados um relógio Rolex (R$ 100 mil) , um anel de diamantes da joalheira Emar Batalha (R$ 145 mil), uma bolsa Chanel (R$ 32 mil), um par de sandálias Christian Louboutin (R$ 3 mil) e um vestido Dolce & Gabbana (R$ 30 mil). A mala com os artigos de luxo será entregue pessoalmente nos próximos dias, em data que está sendo negociada com o ex-ministro Gilberto Carvalho.

Segundo a reportagem do jornal, Roberta pretende lançar sua candidatura a deputada estadual pelo PCdoB nas próximas eleições. Ela se filiou ao partido ao se casar em 2009 com Protógenes Queiroz – eles se divorciaram em 2015. Roberta é crítica aos cortes em programas sociaisaprovados durante a gestão do presidente Michel Temer e diz apoiar a taxação sobre grandes fortunas. Ela ainda afirma não achar incompatível lutar por uma sociedade igualitária, mesmo com seu estilo de vida sofisticado.

sexta-feira, 11 agosto, 2017 Posted by | Comentário, Repassando... | | 1 Comentário

Continuamos a pagar os votos que blindaram o Trairão…

8/2017 09:03

Para economizar após compra de votos, Temer corta 543 mil famílias do Bolsa Família

O número de beneficiários pagos pelo Bolsa Família em julho registrou a maior redução em relação a um mês anterior desde o lançamento do programa, em 2003. Entre junho e o mês passado, o número de benefícios encolheu em 543 mil famílias. O corte inclui suspensões para avaliação e cancelamentos.

Ao todo, o programa pagou 12.740.640 famílias em julho. O número de bolsas pagas foi o menor desde julho de 2010, quando foram pagas 12.582.844 bolsas. Se compararmos julho de 2014 com o mesmo mês de 2017, houve uma redução de 1,5 milhão de bolsas pagas.

Mesmo com os cortes, ainda há mais de meio milhão de famílias na lista de espera para ingressar no programa, sem previsão. Questionado pela reportagem, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário culpou a política econômica do governo Dilma Rousseff (2011-16) pela redução.

Até então, o maior corte tinha ocorrido entre os meses de janeiro e fevereiro de 2013, após o fim de um recadastramento do governo federal. Naquela ocasião, houve 278 mil benefícios pagos a menos.

Quando foi lançado, em 2003, o programa atendia 3,6 milhões de famílias –a maioria já recebia benefícios menores que foram extintos, como o Bolsa Alimentação, o Vale Gás e o Bolsa Escola.

O corte no pagamento de julho pegou muitos beneficiários de surpresa. Na segunda-feira (7), a reportagem do UOL visitou a central do Cadastro Único e do Bolsa Família em Maceió, onde 55,2 mil famílias dependem do pagamento. O município também teve corte no número de beneficiários: em junho, eles eram 57,4 mil.

Entre os beneficiários que buscaram resolver problemas, o clima era de grande apreensão. “A verdade é que a gente fica sempre esperando uma notícia assim, pois sabe que estão cortando tudo. Até direitos da gente já cortaram”, diz a camareira Rosângela da Silva, 43, que tem três filhos –mora com dois deles– e recebia R$ 124 até junho. “Agora cortaram do nada.”

OPINIÃO DO PLANTÃO – É questão de tempo até o Bananil voltar para o Mapa da Fome da ONU e voltarmos a ver manchetes de revistas mostrando pessoas morrendo de fome no Brasil como algo normal

sexta-feira, 11 agosto, 2017 Posted by | Comentário, Repassando... | | Deixe um comentário