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Sobre o menos que vale mais…

A Era Detox

Modelo da sociedade de consumo, associado ao capitalismo predatório, é sinônimo de esbanjamento irresponsável. Agora é a hora da “sociedade do desconsumo”.

13/11/2017 00:53

Reprodução

Por Ignacio Ramonet *

O fenômeno está se espalhando. Nas sociedades desenvolvidas, um número cada vez maior de cidadãos considera mudar seus hábitos de consumo. Não só os hábitos alimentares, individualizados a tal ponto que é praticamente impossível reunir oito pessoas em torno de uma mesa para comer o mesmo menu. Mas o consumo em geral: a vestimenta, a decoração, a limpeza, os eletrodomésticos, os fetiches culturais (livros, DVDs, CDs) etc.

Todas aquelas coisas que até pouco tempo se acumulavam nas nossas casas como sinais mais ou menos medíocres de ascensão social e de opulência (e até certo ponto, de identidade), agora sentimos que nos asfixiam. A nova tendência é a da redução, do desprendimento, do desapego, da supressão e da eliminação… Resumindo, a desintoxicação. O detox, pois.

Começa a entrar em decadência a sociedade de consumo – estabelecida entre os anos 1960 e 1970 – e entramos no que pode ser chamado de “a sociedade do “desconsumo”.

Pode-se argumentar que as necessidades vitais de consumo continuam imensas em muitos dos países em desenvolvimento ou nas áreas de pobreza do mundo desenvolvido. Mas essa realidade indiscutível não deve impedir que enxerguemos este movimento de “desconsumo” que se expande com mais intensidade.

Por outro lado, um estudo recente realizado no Reino Unido, indica que desde o início da Revolução Industrial, as famílias acumulavam bens materiais em suas casas conforme seus recursos aumentavam.

O número de objetos acumulados traduzia o seu padrão de vida e o seu status social. Foi assim até 2011. Nesse ano, se alcançou o que poderíamos chamar de peak stuff (pico dos objetos). Desde então, o número de objetos possuídos não para de ser reduzido. E essa curva, em forma de Curva de Gauss (com aumento exponencial enquanto sobe o nível de vida e que em seguida, depois de um período de estabilização, decresce nas mesmas proporções), funciona como uma lei geral. Hoje isso pode ser observado nos países desenvolvidos (e nas zonas mais ricas do Sul), mas amanhã também estará refletido inevitavelmente nos países em desenvolvimento (China, Índia, Brasil).

A tomada de consciência ecológica, a preocupação com o meio ambiente, o medo da mudança climática e, em particular, a crise econômica de 2008 que abateu os países ricos com tanta violência, sem dúvida influenciaram nesta nova “austeridade zen”. Desde então, foram divulgados nas redes sociais muitos casos de detox anticonsumista. Por exemplo, o de Joshua Becker, um estadounidense que decidiu, junto com a sua esposa, há nove anos, reduzir drasticamente o número de bens materiais que possuíam, para viver melhor e alcançar a paz interior.

Nos seus livros (“Living with Less” e “The more of Less”) e no blog “Becoming minimalist”, Becker conta: “Tiramos a desordem da nossa casa e da nossa vida. Em uma viagem descobrimos que a abundância consiste em ter menos”. E afirma que “as melhores coisas da vida não são coisas”.

Ainda que não seja fácil se desintoxicar do consumo e se converter ao minimalismo: “Comece pouco a pouco – aconselha Joshua Fields Millburn, que escreve no blog TheMinimalists.com – tente se desprender de uma coisa só durante 30 dias, começando por objetos mais simples de eliminar. Se desfaça das coisas óbvias. Começando pelas quais claramente não necessita: as xícaras que nunca usa, esse presente horrendo que recebeu etc”.

Outro famoso caso de desapego voluntário é o de Rob Greenfield, um norte-americano de 30 anos, protagonista da série “Free Ride” (Discovery Channel) que, sob o lema “menos é mais”, se desfez de todos os seus pertences, inclusive de sua casa. E anda pelo mundo com apenas 111 posses (incluindo a escova de dentes). Ou o da desenhadora canadense Sarah Lazarovic, que passou um ano sem comprar nenhuma roupa e que a cada vez que desejava fazê-lo, desenhava a peça em questão. Resultado: um bonito livro de esboços intitulado: “A Bunch of Pretty Things I Did Not Buy” (“Um Monte de Coisas Bonitas que eu não comprei” – ainda não publicado em português). Há também o exemplo de Courtney Carver, que propõe em seu site Project 333 um desafio de baixo orçamento, convidando seus leitores a se vestirem com apenas 33 peças de roupa durante três meses.

Nessa mesma linha, está o caso da blogueira e youtuber francesa Laeticia Birbes, de 33 anos, que ficou famosa pelo desafio de nunca mais voltar a comprar roupa. “Eu era uma consumidora compulsiva. Vítima das promoções, das tendências, da tirania da moda – diz –. Em alguns dias, eu chegava a gastar quinhentos euros em roupa… Quando tinha problemas com o meu namorado ou com as provas, comprava roupa. Cheguei a representar totalmente o discurso publicitário: confundia sentimentos e produtos”. Até que um dia decidiu esvaziar os seus armários e doar tudo. Se sentiu livre e leve; se libertou de uma grande carga emocional: “Agora vivo com dois vestidos, três calcinhas e um par de meias”. E realiza conferências em toda a França para ensinar a disciplina do “lixo zero” e do consumo minimalista.

O consumismo é consumir consumo. É uma conduta impulsiva em que não importa o que se compra, importa comprar. Na verdade, vivemos na sociedade do desperdício, desperdiçamos abundantemente. Diante dessa aberração o consumo minimalista é um movimento mundial que propõe comprar somente o necessário. O exercício é simples: temos que observar as coisas que temos em casa e determinar quais são as que realmente usamos. O resto é acumulação, veneno.

Duas jornalistas argentinas, Evangelina Himitian e Soledad Vallejos, passaram da teoria à prática. Depois de terem vivido como milhões de consumidores acumulando sem nenhum critério, decidiram questionar sua própria conduta. É evidente que compravam por outros motivos, não por necessidade. E impuseram a si mesmas ficar um ano sem consumir nada que não fosse absolutamente indispensável e contaram esta experiência com grande talento.

Não se trata somente de não consumir, mas de desintoxicar, de liberar o corpo do consumo acumulado. As duas jornalistas começaram impondo uma disciplina detox: cada uma tinha que tirar de casa dez objetos por dia, durante quatro meses: foram 1.200 no total.

Tiveram que descartar, doar, desapegar… Como uma espécie de purgação, passaram a deixar de consumir. “Nos últimos cinco anos – contam Evangelina e Soledad –, a luz da consciência coletiva sobre o modo de consumo foi acesa no mundo inteiro. É também uma estratégia para expor os pontos cegos do sistema econômico capitalista. Ainda que soe pretensioso, é exatamente isso: o capitalismo se apoia na necessidade de fabricar necessidades. E para cada necessidade, cria um produto. Isto é especialmente certo nos países com economias desenvolvidas, onde os índices oficiais medem a qualidade de vida de acordo com a capacidade de consumo…”.

Essa aversão ao consumo cada vez mais universal também alcança o universo digital.

Está ressurgindo o que poderíamos chamar de “detox digital”, que consiste em abandonar as redes sociais por um tempo e por motivos diferentes. Está se ampliando o movimento dos “ex-conectados” ou “desconectados”, uma nova tribo urbana composta por pessoas que decidiram virar as costas para a internet e viver off-line, fora de linha. Não têm WhatsApp, não querem ouvir falar do Twitter, não usam Telegram, odeiam o Facebook, não simpatizam com o Instagram, e não há nenhum rastro delas na internet.

Algumas não tem nem sequer uma conta de email e os que têm, abrem só de vez em quando… Enric Puig Punyet, de 36 anos, doutor em Filosofia, professor e escritor, é um dos novos ex-conectados. Ele escreveu um livro em que reúne casos reais de pessoas que, ansiosas por recuperar o contato direto com os demais e consigo mesmas, decidiram se desconectar. “A internet participativa que, majoritariamente, é a modalidade que estamos vivendo, busca nossa dependência – explica Enric Puig Punyet. Por se tratar, quase em totalidade, de plataformas vazias que se alimentam do nosso conteúdo, interessa que estejamos conectados todo o tempo. Esta dinâmica é facilitada pelos telefones ‘inteligentes’ que fazem com que estejamos constantemente disponíveis e nutrindo a Rede. Este estado de hiperconexão acarreta problemas que estamos começando a ver: diminui nossa capacidade de atenção, de pensar em profundidade e inclusive a nossa capacidade de socialização. Grande parte do atrativo das tecnologias digitais é desenhado por companhias que desejam nosso consumo e nossa conexão contínua, como acontece com tantos outros âmbitos, porque é a base do consumismo. Qualquer ato de desconexão, total ou parcial, deve ser entendido como uma medida de resistência que visa compensar uma situação que se encontra em desequilíbrio”.

O direito à desconexão digital já existe na França. Em parte, surge como uma resposta aos múltiplos casos de burnout (esgotamento por excesso de trabalho) que aconteceram nos últimos anos como consequência da pressão psicológica no mundo do trabalho. Agora os trabalhadores franceses podem deixar de responder mensagens digitais quando não estão na jornada de trabalho.

A França se tornou pioneira nesse tipo de lei, mas ainda existem incógnitas sobre como ela será aplicada. A nova norma obriga as companhias com mais de 50 empregados a realizar negociações sobre o direito de estar off-line, ou seja, não responder emails ou mensagens digitais profissionais nas horas livres. No entanto, o texto não obriga a chegar a um acordo ou tampouco fixa algum prazo para as negociações. As empresas podem se limitar a elaborar uma guia de orientação sem a participação dos trabalhadores. Mas está colocada a necessidade do detox digital, de estar fora das redes e de tirar um descanso da Internet.

A sociedade de consumo, em todos os seus aspectos, deixou de seduzir. Intuitivamente, sabemos agora que esse modelo, associado ao capitalismo predatório, é sinônimo de esbanjamento irresponsável. Os objetos desnecessários nos asfixiam. E asfixiam o planeta. Algo que a Terra já não pode suportar. Porque os recursos estão se esgotando. E estão sendo contaminados. Até aqueles mais abundantes (água doce, ar, mares…). Diante da cegueira de muitos governos, é chegada a hora da ação coletiva dos cidadãos. Em defesa de um “desconsumo” radical. 

* Ignacio Ramonet é professor e jornalista espanhol. Atualmente, vive na França, onde foi diretor da revista “Le Monde Diplomatique”. É autor do livro “Fidel Castro: biografia a duas vozes” (Boitempo, 2006).

Tradução: Luiza Mançano

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segunda-feira, 20 novembro, 2017 Posted by | Repassando... | , , , | Deixe um comentário

Pra não dizer que não falei de esperança…

 http://sabedoria.indigena.tripod.com/profecia_do_arco_iris.htm#

Surgimento da nova era: Tribo do arco-íris

Várias tribos indígenas tem profecias que falam de uma época em que a Terra estaria agonizando, próxima à destruição, quando então surgiria o que eles chamavam de “Tribo do arco-íris”, formada por pessoas de todas as raças que buscariam restaurar a sabedoria ancestral há tanto tempo esquecida pela civilização moderna. Acreditamos que este tempo está chegando. Abaixo, apresentamos as profecias e suas interpretações.

“Quando o rio e o ar estiverem sujos, quando o ser humano houver se perdido completamente da linha da vida, quando os animais estiverem ameaçados, as ancestrais árvores cruelmente abatidas, quando a doença e a tristeza estiverem dizimando o povo vermelho, virá uma nova nação, uma nova tribo.
Serão em grande número, surgirão de onde não se espera. Virão em muitas montarias, sua magia diferente, terão artes que desafiarão a compreensão. Serão de muitas cores, por isto essa Tribo será conhecida como Tribo do Arco-Íris, eles virão quando o fim parecer certo, eles virão e curarão a Terra.”
Profecia do Arco-Íris


Profecia do arcoíris dos índios “HOPI”

” Meu povo espera os Pahana, os Irmãos Brancos perdidos “das estrelas”, como fazem todos os nossos irmãos na Terra. Eles não são como os homens brancos que nós conhecemos agora, que são crueis e ávaros. Nós estamos esperando a vinda deles há muito tempo. Nós ainda esperamos os Pahana. “

” Eles trarão com eles os símbolos, o pedaço perdido da tábua sagrada, guardada pelos anciões, dado a eles quando partiram, isso os identificará como nossos Verdadeiros Irmãos Brancos.”

” O Quarto Mundo terminará logo, e o Quinto Mundo começará. Os anciões sabem que em todos lugares foram cumpridos os Sinais durante muitos anos, e alguns ainda permanecem. “

” Este é o Primeiro sinal: Nós fomos avisados da vinda dos homens brancos como os Pahana, mas não vivendo iguais aos homens de Pahana, e que roubarão a terra que não era deles. São homens que golpearão seus inimigos com paus de trovão. ”
Interpretação: Vinda de homens brancos com armas de fogo

” Este é o Segundo Sinal: Nossas terras verão o girar de rodas preenchidas de vozes.
Interpretação: vagões de trem carregados de pioneiros

” Este é o Terceiro sinal: Uma besta estranha como um búfalo mas com grandes chifres longos, infestará a terra em grande número.
Interpretação: referência do gado trazido pelo homem branco

 ” Este é o Quarto sinal: A terra será cruzada por serpentes de ferro .”
Interpretação: trilhos da via férrea

” Este é o Quinto sinal: A terra será cruzada pela rede de uma aranha gigante.”
Interpretação: cabos de telefone e de energia elétrica

” Este é o Sexto sinal: A terra será cruzada com rios de pedra ao sol que trarão ilusões aos olhos.”
Interpretação: estradas concretas e os efeitos miragem produzindo por elas ao calor sol.

” Este é o Sétimo sinal: Você ouvirá falar do mar que aparecerá negro, e muitas coisas viventes morrerão por causa disto “.
Interpretação: derramamento de óleo no oceano

” Este é o Oitavo sinal: Você verá jovens brancos que usarão os cabelos longos como meu povo e procurarão as nações tribais para aprender sobre nosso caminho sagrado.”
Interpretação: Referência ao movimento hippie dos anos sessenta e à nova onde de pessoas que buscam a sabedoria indígena

” E este é o Nono e Último sinal: Você ouvirá falar de uma coisa nos céus que cairá sobre a Mãe Terra com um grande estrondo. Aparecerá como uma estrela azul. Seguido isto, as cerimônias de meu povo cessarão.”
Interpretação: plataforma espacial norte-americana Skylab que caiu para Terra em 1979. De acordo com o que se viu na Austrália, apareceu estar queimando azul.

” Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está vindo. O mundo balançará para lá e para cá. O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras com os que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumaça que incendiarão, como White Feather viu o homem branco fazer nos desertos longe daqui. Só os que vem causarão doença, e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. Esses que ficarão e também vão morar nos lugares onde mora meu povo estarão seguros. Então haverá muito para reconstruir. E logo, logo após os Pahana voltarão. Eles trarão com eles o amanhecer do Quinto Mundo. Eles plantarão as sementes da sabedoria deles nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão sendo plantadas. Estes seguirão o “caminho” para o Aparecimento do Quinto Mundo.

“Os Hopi também predisseram que o coração da terra Hopi seria desenterrado, grandes perturbações desenvolverão um desequilíbrio na natureza, para os Hopi a terra deles é sagrada, é a imagem microcosmica do planeta inteiro; será refletida qualquer violação da natureza nos Quatro Cantos da Mãe Terra e será ampliada para toda parte da Terra.”


 

A roda do arco-íris (Jamie Sams)

A Roda do Arco-Íris representa a promessa de Paz entre todas as Nações e entre todo o Povo. A Raça do Arco-Íris vem reforçar a igualdade entre as nações e se opõe a idéia de uma raça superior que controlaria ou conquistaria outras raças. A Raça do Arco-Íris vem para trazer a Paz, através da consciência de que todas as raças constituem na verdade uma raça só. O Arco-Íris encarna a idéia da Unidade de todas as cores e a idéia de que todos os credos devem trabalhar juntos, visando o bem comum. Quando todos os Caminhos que conduzem a Totalidade forem respeitados por todos os povos, a profecia do Arco-Íris estará sendo cumprida.

Na época em que vivi no México e trabalhei com as Avós, junto a sociedade do Búfalo da Dimensão dos Sonhos, ou com a Fraternidade Feminina, descobri que muitas profecias derivadas de Videntes e Sonhadores haviam se conservado através dos Tempos. A profecia da A Roda do Arco-Íris, por exemplo, era bastante clara.

“Quando o Tempo do Búfalo estiver para chegar, a terceira geração de crianças de olhos brancos deixará crescer os cabelos, e começará a falar do Amor que trará a cura para todos os filhos da Terra. Estas crianças buscarão novas maneiras de compreender a si próprias e aos outros. Usarão penas, colares de contas, e pintarão os rostos. Buscarão os Anciões da nossa Raça vermelha para beber da fonte de sua Sabedoria. Estas crianças de olhos brancos servirão como sinal de que os nossos Ancestrais estão retornado em corpos brancos por fora, mas vermelhos por dentro. Elas aprenderão a caminhar em equilíbrio na superfície da mãe terra, e saberão levar novas idéias aos chefes brancos. Estas crianças também terão de passar por provas, como acontecia quando eram Ancestrais vermelhos. Serão usadas substâncias pouco comuns, como Água de Fogo por exemplo, para observar se ela continuarão a caminhar firmemente dentro do Caminho Sagrado.”


O que são os Guerreiros do Arco-Íris?
 Tanya Ramalho Ayakan 


Os Nativos de várias regiões do Planeta, em suas profecias, nos contaram que, quando a Terra estivesse agonizando e a Sabedoria Ancestral estivesse quase esquecida, Guerreiros de Paz de todas as raças (cores) se levantariam para restaurar o Jardim Planetário…
Segundo as Profecias, num passado remoto combinamos que nos lembraríamos uns aos outros da ligação de Tudo e de Todos e da necessária cooperação e igualdade, da inexistência de fronteiras e desigualdades, da possibilidade de viver em HARMONIA E PAZ sobre o corpo Sagrado de Nossa Mãe, a Terra.
Para isso criamos símbolos, palavras, cantos e sons, bem como olhares e toques que nos fariam lembrar dessa Irmandade que veio para resgatar o Planeta dos tempos de trevas…
E aqui estamos nós, nos encontrando, nos relembrando, nos conectando como as células da BORBOLETA que estavam espalhadas, diluídas e adormecidas no corpo da LAGARTA.
Quando a Lagarta começa a agonizar, as células da BORBOLETA (os Guerreiros da Luz) começam a comunicar-se telepaticamente e dirigem-se para o encontro. A união dessas células luminosas começa a formar o corpo da Borboleta, órgão a órgão, pedacinho por pedacinho… E em breve seremos um só Corpo Luminoso!
Acredito que estamos no momento telepático de comunicação luminosa… Somos as células de um Planeta Novo… É a Tribo do Arco-Íris se encontrando, relembrando…
Nos reunimos em Rodas Sagradas, tocamos nossos Tambores, queimamos Ervas Sagradas, trilhamos Caminhos Mágicos, criamos Transdisciplinaridade e Transreligiosidade, respeitamos os Ecossistemas e todas as formas de vida, nos comunicamos virtualmente pelo sistema neural internet, nos vestimos de forma diferente, nossos olhos brilham de uma forma mágica, nossos corações pulsam em sintonia com os pulsares do TODO inseparável…

Enquanto muitas células da lagarta estão se destruindo, crescendo descontroladamente como um cancer planetário, nós estamos nos encontrando para formar o corpo alado da Grande Borboleta Gaia.

Existe uma inquietação entre esses Guerreiros-células luminosas… Muitos estão ouvindo o chamado, alguns já encontraram seu lugar de cooperação, outros estão ainda buscando…
Infelizmente alguns estão adiando este momento, se anestesiando com drogas de todos os tipos, inclusive as encontradas nas farmácias…

Mas mesmo assim esta Luz se espalha de forma mágica e progressiva, telepaticamente, muito mais do coração do que do cérebro tridimensional, é muito forte, irresistível mesmo!
Estamos sendo ativados para nos encontrarmos (a nossa própria Essência luminosa e nossos Irmãos-Guerreiros) e para realizarmos a transmutação Planetária, de Lagarta para Borboleta, cada Guerreiro em seu lugar, cumprindo seu Sagrado Papel!
Muitas “ferramentas” estão sendo dispensadas para a Humanidade nestes tempos… São os nossos aliados na Grande Transformação!
Contamos com o apoio e a cooperação de Seres Invisíveis, dos Sábios Ancestrais, dos Mestres Realizados de todos os tempos e de todas as Culturas neste grandioso empreendimento.
Estão hoje disponíveis muitos livros, filmes, redes filosóficas, espaços Sagrados “reais” e virtuais, etc., que acionam a Sabedoria Sagrada Interior… Muitos “segredos” escondidos por éons estão sendo agora revelados…
Que ouça quem tem ouvidos para ouvir, que veja quem tem olhos para ver!
Toda essa informação disponibilizada nas últimas décadas está aí para acionar nossa Sabedoria Interior, para fazer com que relembremos de nossos próprios Registros Ancestrais… Basta checar a ressonância em nosso próprio coração e então…
Como um legítimo Guerreiro do Arco-Íris, percorrer esse caminho luminoso e único, simultaneamente integrado como o UNO.
É assim, com toda essa vibração luminosa, que sairemos do casulo escuro da morte para o Vôo Mágico, transcendente, da Borboleta Cósmica.

Eu sou a Tanya e assim falei, ho! Passo o bastão!

Mitakuye Oyasin – Somos Todos Parentes!

Bênçãos de Luz e Paz,
Tanya Ramalho
Semente Cósmica

http://www.sementecosmicaterapias.blogspot.com

terça-feira, 14 novembro, 2017 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário