Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Pra não dizer que não falei de ecologia…

Sabe aqueles restinhos de alimento e outros detritos orgânicos (o cocô do gato, a borra do café, as cascas de frutas, etc.) que atazanam a gente na hora de limpar a casa? Pois é, por morar sozinho e com uma diarista de apenas dois dias semanais, eu enfrento esta parada: se joga nos arredores da casa, fede, atrai ratos, urubus, o escambau! Se bota na lixeira da rua, embora elevada, os urubus pousam e rasgam, os cachorros de rua se penduram e estraçalham, enfim: tornam a nossa vida um saco. Além disso, eu que me considero um ambientalista e acredito na agricultura orgânica, conheço a utilidade destes restos orgânicos na adubação dos cultivos mas não me animo a fazer a compostagem tradicional, em função dos pequenos volumes de restos da minha casa. Neste contexto, vi com grande interesse a composteira caseira que a Embrapa, instituição em que trabalho, apresentou nesta última exposição em Castanhal – PA: barata, prática e com perfil para pequenos volumes orgânicos. Adorei e vou construir uma ou duas pra minha casa e meu sítio, resolvendo a questão dos restos meus e dos trabalhadores, dando uma utilidade aos mesmos. Como talvez alguns de vocês se interessem, repasso abaixo o layout da mesma e as informações básicas. Logo que possa, reapassarei os resultados e, se algum de vocês fizer, mande-me notícias sobre, ok?

Bom dia a todos…

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sexta-feira, 12 setembro, 2014 Posted by | Comentário, Repassando..., Trocando Idéias | , , | Deixe um comentário

Sobre genialidade, homens, insatisfações, coragem e utopias…

Madrugada de ante-ontem, insone e diante da mesmice brutal da programação televisiva, coloquei na tela o filme do Woody Allen (“Meia noite em Paris), recentemente lançado. Resultado: eu que sempre gostei da sua obra cinematográfica, crítica e bem humorada, terminei o filme pleno de prazer e intelectualmente provocado, lamentando estar sozinho e não poder discutir o visto. Ele, para mim, indiscutivelmnete, superou-se e criou a sua melhor obra: irônica, críticamente ácida em termos existenciais, culturais e ideológicos. A partir de uma constatação cotidiana que todos nós sentimos mas não percebemos em profundidade (a eterna insatisfação humana diante da realidade), ele gerou um confronto analítico entre culturas e épocas e o dilema dos homens e mulheres que encaram a vida além do mercado e da carneirice social ideológica predominante na história humana. E, principalmente derruba, na essência, o mito histórico da Paris Eterna pois, embora não descreva a contemporânea Cidade Luz do xenofobismo, da repressão política interna e das parcerias militares no resto do mundo, mostra que o mérito da cidade foi muito mais a disponibilidade de um ambiente livre, propício à expressão cultural e política de atores sociais de várias partes do mundo, ali concentrados em determinados períodos, do que o de fonte geradora de saberes universais. Em síntese, ela fez em paz, nos períodos abordados, o que fizeram pela força o Império Romano, a União Soviética e Tio Sam e outras nações, pelo mundo a fora: trouxe para si as melhores cabeças pensantes e conhecimentos existentes no mundo. E tal como estes parceiros de saques culturais e tecnológicos, perpetuou-se como Cidade Luz pela força do marketing (a história escrita pelos vencedores). Basta ver, entre os personagens históricos inseridos no filme.

Oito deles eram norte-americanos (Gertrude Stein, Hemingway, Man Rad, Josefine Baker, T.S.Eliott, Cole Porter, Scott Fitzgerald e Zelda Fitzgerald), mostrando duas coisas: que até nas pragmáticas, imperialistas e obtusas plagas do Tio Sam, podem surgir cabeças pensantes e libertárias e que o Woody Allen, talvez generosamente, tenha colocado tantos americanos para amenizar a ácida crítica à cultura ianque.

Outro três eram espanhóis (Picasso, Dali e Bunnuel), donos de uma força artística revolucionária e sem possibilidades de expressão na tirania franquista.

E apenas três eram realmente franceses: Paul Gauguin, Toulouse Lutrec e Matisse.

Neste cenário de personagens, claro que muitos dirão que ficaram de fora muitos artistas e intelectuais franceses, mas terão de convir que a lista de estrangeiros do mesmo naipe que lá habitaram também é muito maior e nacionalmente mais diversificada.

Mas, esquecendo as omissões artísticas e literárias, os diálogos destes personagens, no filme, ficaram maravilhosos, revelando em cada palavra, o que pensava e fazia cada um deles: a honestidade selvagem de Hemingway, a loucura latente do Dali, o brilho intelectual e solidário da Gertrude Stein, e assim por diante.

Para mim, perdido neste purgatório contemporâneo da pós-modernidade (reafirmando o mote do Allen sobre a insatisfação humana), foi uma viagem e tanto no tempo. Tempos que eu gostaria de ter visitado e partilhado, tempos em que parecia existir o sonho, a criatividade, a liberdade de expressão e a coragem de lutar pela utopia.

Bom domingo a todos…
________________________
PS: capturando a imagem acima, no Googles, depois do filme e contemplando o seu céu vangoghiano, que vontade senti de estar passeando com ele em Paris, tomando absinto, naquele barzinho noturno que ele retratou, discutindo as angústias da vida e torcendo para que ele, ao fim da noite, não cortasse a orelha ou fosse para o campo com corvos, com um revólver na mão…

domingo, 26 fevereiro, 2012 Posted by | Arte e cultura, Comentário, Trocando Idéias | , , | Deixe um comentário

Perguntas pertinentes aguardando respostas honestas…(II)

– Se a as reações dos governantes democraticamente eleitos Chavez (Venezuela), Correa (Equador) e Morales (Bolívia) contra as tentativas de desestabilização de seus governos, foram consideradas antidemocráticas pela direita sulamericana, a mídia do continente e os gringos… o que dizer da frouxa reação internacional ao golpe militar em Honduras, onde foi deposto à força um presidente em plena vigência do mandato?

– Se os resultados das eleições no Irã foram tão contestadas internacionalmente pelas denúncias de fraude e golpes políticos… porque estão sendo aceitas tão normalmente pelos mesmos protagonistas (países não sul-americanos, mídia e ianques), as eleições do Afeganistão e de Honduras, também largamente contestadas como manipulação da democracia?

Se alguém encontrar o Obama ou a Hilary por aí, por favor, peça uma resposta e nos envie, certo?… O macaco está esperando em sua dúvida atroz…

sábado, 28 novembro, 2009 Posted by | Comentário, Reflexões, Trocando Idéias | , , , | Deixe um comentário

Perguntas pertinentes aguardando respostas honestas…

BLOGUE DUVIDA duvida-cruel-02Muito se diz que são as indagações, e não as respostas,  que alimentam a evolução humana. Verdade relativa, pois se as perguntas ou dúvidas desencadeiam as ações investigativas, as respostas e afirmativas descortinam novas verdades ou novas perguntas que realimentam novas buscas, indefinidamente. Esta dialética das dúvidas e certezas é tão importante que alicerçaram movimentos filosóficos desde a conceituação da epistemologia.

Um dos mais antigos, o sofisma, e que em verdade significa “fazer raciocínios capciosos” a partir de indagações capciosas e aparentemente válidas, apesar de pouco considerado academicamente, parece ter-se consolidado inexoravelmente nas sociedades humanas, principalmente na esfera política. Em suma, partindo de uma concepção relativista do conhecimento, os sofistas negavam (e negam) a universalidade da verdade. Exemplo: “Afirmo que o justo não é mais do que o útil ao mais forte…, isto é, em todos os Estados o justo é sempre… aquilo que convém ao governo constituído.” Platão, República, 338

Um outro produto antigo das indagações filosóficas, o silogismo, desenvolvido pelo filósofo grego Aristóteles no século IV a.C. constitui até hoje o principal instrumento da lógica. Segundo ele, o silogismo é uma expressão proposicional na qual, admitidas certas premissas, delas resultará, outra proposição diferente das estabelecidas anteriormente.  O exemplo mais clássico é o seguinte: “Todo animal é mortal; todo homem é animal; logo, todo homem é mortal.”

Bem, filosofias à parte, o nosso propósito aqui é apenas inaugurar um coluna que pretendo tornar permanente, para acumular determinadas indagações que chegam às mentes de todos nós diante de determinadas ações e fatos da sociedade em que vivemos. Indagações que quase sempre pairam no silêncio das conveniências dos interesses escusos e/ou nas limitações informativas, mas que são motores importantes de busca de todos nós por uma sociedade mais transparente e, por isso, com maiores possibilidades de apefeiçoar-se. Para começar a caminhada (que pretendo seja longa):

  1. Se é proibido aos motoristas ultrapassar a velocidade de 110 km/h… Porque é legal produzir e vender veículos capazes de triplicar essa velocidade?
  2. Se o cigarro é tão nocivo à saúde humana… Porque é legal produzir o fumo, industrializá-lo, comercializá-lo e ainda recolher altos impostos sobre o produto?
  3. Se os pais perdem a guarda legal dos seus filhos se não cumprem suas responsabilidades paternas… Porque o Estado não perde a guarda legal dos milhares de jovens que ele toma dos pais e despeja nas suas instituições, onde são semi-abandonados e desencaminhados de vez?
  4. Se o Bolsa Família é considerada uma esmola justificada pela garantia da presença das crianças pobres na escola… Como considerar as gordas bolsas de estudo fornecidas pelo poder público para que pessoas (que já tiveram acesso à escola e se graduaram) façam mestrados e doutorados?
  5. Se a TV mostrou a forte fiscalização estatal à Lei Antifumo nas noites das áreas urbanizadas da capital paulista… Quando ela mostrará a mesma fiscalização nas noites da periferia urbana da cidade?
  6. Se as companhias aéreas, de turismo e os órgãos estatais de saúde devem ser responsabilizados pelo controle da gripe suína… O que fazer em relação aos pais que, contrariando todas as informações, mandam seus filhos ou viajam a passeios em áreas confirmadas de risco?
  7. Se propagandas e promoções de mamadeiras, chupetas e bicos para mamar são formalmente proibidas no Brasil (por dificultarem a campanha oficial pró-amamentação materna), porque continua sendo legal a fabricação destes produtos?

Se vocês têm alguma pergunta politicamente correta, ambientalmente adequada e socialmente conseqüente, mandem para nós enriquecermos esta lista. E respostas do mesmo calibre, claro!

sexta-feira, 7 agosto, 2009 Posted by | Comentário, Reflexões, Trocando Idéias | , , , , | Deixe um comentário

Averiguar sim, pré-julgar corporativamente, não!

Prezados Leitores,

Recebi da nossa leitora Márcia um comentário sobre a postagem do bicarbonato. Para ser honesto na conduta dos nossos temas, repasso abaixo o seu comentário e uma outra fonte para pesquisa, indicada por ela.

Leiam o comentário da Márcia:

Cuidado!!!!
Esse médico italiano teve seu registro caçado e pelo que foi verificado ele não realizou pesquisas detalhadas sobre o assunto (ex:testes em ratos e camundongos) e ainda há a acusação de que uma pessoa tratada por esse médico morreu por causa desse tratamento.
leitura recomendada: http://lablogatorios.com.br/rnam/2008/11/bicarbonato-nao-cura-o-cancer/

Leiam a minha resposta:

Henrique Miranda
https://livrepensar.wordpress.com/ | henriquermiranda@yahoo.com.br | 189.82.137.219

Prezada Márcia,
Acho que está explicado na postagem os cuidados a respeito da notícia. Assim, cabe a cada leitor averiguar. Inclusive, coloquei o link dos sites que tratam do assunto.
Quanto a esta história de pesquisas detalhadas, tenho questionamentos sobre qualquer conhecimento que tenha que passar necessariamente sobre o crivo interminável do academicismo, para ser verdade. Se assim fosse, a medicina humana não teria se iniciado com os pajés e curandeiros e os pesquisadores de hoje não estariam praticando biopirataria com os conhecimentos tradicionais sobre os fitoterápicos, certo? Esse academicismo exagerado, em qualquer categoria, sempre me cheira (ou melhor, fede) a corporativismo exacerbado. Abraço fraterno.
Henrique

Nota: li a matéria do site indicado pela Márcia e não mudei de opinião. Na história humana, inúmeros pesquisadores foram execrados e banidos, sendo posteriormente reconhecidos: Darwin, Galileu e muitos outros. E por trás, sempre havia corporações defendendo seus próprios interesses.

Mas o julgamento do presente caso é com cada um de vocês.

quarta-feira, 3 dezembro, 2008 Posted by | Comentário, Trocando Idéias | | 2 Comentários

A empatia necessária ao conhecimento…

Wendell Lima
http://www.thebobs.com.br | killer@lidernet.com.br | 189.82.68.7

Grande Henricão!

Essa Lei Seca confirma uma velha frase que sempre rolou nas mentes e nos corações dos brasileiros: “O Brasil é um país de contrastes”.Contrastes sim, pois, quem rouba “zilhões” nos eternos esquemas fraudulentos que existem por ai não vai preso! Porém, experimente tomar 2 latinhas de cerveja depois de um dia estressante de trabalho e ir dirigindo para sua residência…Ainda bem que existem algumas ilhas de bom senso, nesse mar de incoerências… como é caso do juiz citado. Um abraço!
Wendell Lima

De Olha aí: acharam a Lei Seca!, 2008/09/15 at 9:25 PM

christopher s nobrega
chris_hibrido@hotmail.com | 201.95.208.47

acredito que não seja um genio como esse garoto, mas algumas das coisas ditadas pelo garoto sempre atormentaram minha vida sempre fui taxado como mentiroso por todos e acredito que existe bem mais coisas na terra que se possa dizer.

De “Crianças azuis”: quase inacreditável!…, 2008/09/15 at 3:13 PM

Amigos Wendel e Chris, além de agradecer a participação de vcs, nada mais posso dizer do que fico feliz por encontrar eco entre os temas postados aqui e a percepção adequada e proativa de cada um de vcs. Isto nos alegra porque semear informações direcionadas para um mundo mais justo e solidário é a missão principal deste blog. Para muitos, pode parecer pretensão esta missão que nos auto-atribuímos, mas já se disse que “se vc não pode mudar o mundo, tente mudar pelo menos o pequeno mundo ao seu redor”. Um abraço fraterno.

terça-feira, 16 setembro, 2008 Posted by | Trocando Idéias | | Deixe um comentário

O “pré-histórico” e o predador…

Maria Elena
mvarasquim@hotmail.com | 201.25.73.125

Henrique,

Li sua crônica, ou seu desabafo frente as misérias deste mundo.

Também tenho o hábito de fazer caminhadas, e nunca me deparei com uma mulher mendigo.

Nesse mundo machista onde fomos criados, o homem tem uma condição emocional diferenciada da mulher, ele se enfraquece mais rápido.

Esta sempre mais exposto a vulnerabilidade.

Outro dia estava tecendo esse comentário com a minha filha.

De O círculo de ramos…, 2008/08/31 at 2:52 PM

Prezada Maria Elena, infelizmente tenho visto algumas mulheres moradoras-de-rua na praça das minhas madrugadas de andanças. Inclusive tenho um desses vislumbres no gatilho para uma nova crônica. Claro que em número bem inferior ao de homens, mas na mesma triste condição.
Não sei em que concepção você citou o contexto machista da nossa sociedade, mas eu vejo este machismo predominante muito mais como estigma do que como poder adquirido. Vejamos esta situação dos homens que moram nas ruas. Porque estão ali? Porque são mais vulneráveis emocionalmente ou porque são socialmente mais cobrados? Quando proletarizados e sem alguém que alugue os seus braços, que opções lhe restam diante da família, dos vizinhos e da sociedade que vêem no homem o provedor compulsório? Roubar? Matar? Traficar drogas? Muitos o fazem, mas muitos sequer conseguem assumir esta postura de desobediência civil. Na lógica social, o homem é o protetor, não o protegido; o homem não é para ser cuidado e alimentado e sim para cuidar e alimentar a mulher e os filhos com o seu suor. E àqueles que não conseguem, restam as ruas como a penúltima morada. As mulheres e crianças, na maioria das vezes têm outras opções antes dessa, inclusive instituições civis e governamentais para fornecê-las. Aos tristes homens vencidos, geralmente resta o abandono, o desprezo e a indiferença das ruas. São os fracos que não corresponderam à expectativa social dominante (as mulheres e as crianças podem ser frágeis, não os homens).
Em termos estruturais, não vejo na marginalização das ruas uma questão de gênero, mas a lógica desumana das sociedades que construímos e da qual somos culpados por ação e/ou omissão. Atinge a homens, mulheres e até crianças. Provavelmente, Elena, nesta madrugada do círculo de ramos, as ruas abrigassem mais homens, enquanto os antros de prostituição e pedofilia abrigassem mais mulheres e crianças.
E talvez por eu, nesta madrugada, representar para aquele ser perdido nas ruas uma das classes sociais responsáveis por sua condição, é que recebi aquele olhar silencioso como resposta. Poderia ser de uma mulher, de uma criança ou de um outro homem. E digo-lhe, encerrando: se aquele homem tivesse me atacado para roubar minhas roupas (que era apenas o que eu tinha) ou apenas para desabafar sua revolta, eu não me sentiria em condições de condená-lo. Ficaria triste porque ele não sabe o que eu faço para tentar construir um mundo melhor, mas entenderia sua reação. Afinal, na paisagem da “pré-história” globalizada,  e na subjetividade daquela alma abondonada, eu faço parte das classes predadoras, enquanto ele e os seus iguais de sexo ou idade são os cordeiros que abatemos emocionalmente e jogamos nas ruas como carcaças imprestáveis.

Um abraço culpado e constrangido.

domingo, 31 agosto, 2008 Posted by | Trocando Idéias | | Deixe um comentário

A distância entre intenção e gesto…

Umberto Macedo
http://umberto-macedo.blogspot.com/ | umberto@newcamp.com.br | 201.82.208.31

Provavelmente eles terão que mudar as estratégias depois destes mais acontecimentos dentro dos EUA… e como eu disse, a política externa americana sempre será única, mudando apenas a maneira pela qual cada governo age… isso é próprio da cultura política deles… o sistema americano na área internacional é de intervenções em todas as áreas… neste caso do Iraque não terão outra saída a não ser cair fora de lá, porém não o farão sem dar a volta por cima… o mais provável é que arrumem outra desculpa militar para isso… só espero que não seja sobre a nossa Amazônia…

Outro episódio que chama a atenção dos EUA, é o conflito na
Geórgia, com a declaração de independência da Ossétia do Sul e da Abkházia… isto ainda dará muito o que falar… está apenas começando…

De Estes ianques custam a assumir os fatos…, 2008/08/28 at 12:17 PM

Aí é que está, amigo. As condições objetivas adversas vão obrigá-los a buscar saídas outras. Por muito menos eles saíram do Vietnan com o rabo entre as pernas… O imperialismo militarista dos ianques todo mundo conhece e não se tem dúvidas a respeito. O problema é: como fazê-lo, sem dinheiro, com a imagem internacional arranhada e com a casa em pandarecos? O Obama, se for eleito, com seu discurso negociador, cairá como uma luva na necessidade deles em saír desta situação com o mínimo de perdas possível. E não nos enganemos não, na Geórgia eles não se metem, não só porque estão fragilizados material e politicamente, como também estão diante de um adversário militarmente forte. O Bush, expressão maior dessa cultura imperialista militar, é doido, mas nem tanto…Abraço.

quinta-feira, 28 agosto, 2008 Posted by | Trocando Idéias | , , | Deixe um comentário

Como eu gostaria que você estivesse errado…

Umberto Macedo
http://umberto-macedo.blogspot.com/ | umberto@newcamp.com.br | 201.82.208.31

Não irá me surpreender se, depois da eleições, o discurso mudar, seja qual for o eleito… a política externa americana é única, só muda a maneira pela qual cada qual a faz… neste caso do Iraque não será diferente.

Como em qualquer canto do mundo, nas campanhas eleitorais, ‘cartas’ são jogadas onde a demagogia e as promessas são sempre para angariar votos… seja países desenvolvidos ou não…

De Estes ianques custam a assumir os fatos…, 2008/08/28 at 8:37 AM

Prezado Umberto, é lamentável para todos nós que você provavelmente tenha razão. Mas, no meu otimismo pragmático, penso: quem sabe se a conjuntura atual plenamente desfavorável a eles (crise econômica, gastos astronômicos com aventuras militares, demandas sociais internas reprimidas, crise de legitimidade internacional, etc.), não os forçará a buscar uma saída honrosa do balaio de cobras em que se meteram? Abraço amazônico esperançoso.

quinta-feira, 28 agosto, 2008 Posted by | Trocando Idéias | , | Deixe um comentário

Solicitação

gilberto martins
ex-adversus@uol.com.br | 189.78.130.17

Por gentileza pode me enviar este texto com os slides ?Recebi há 2 meses de alguém mas infelizmente foi deletado por engano.

De SAWABONA SHIKOBA, 2008/08/27 at 7:56 PM

Prezado Gilberto, já enviamos os slides solicitados para o seu email. Obrigado pela presença no nosso blog. Abraço fraterno.

quarta-feira, 27 agosto, 2008 Posted by | Trocando Idéias | , | Deixe um comentário