Livre pensar é só pensar!

Para não desligar os neurônios

Sobre a Petrobrás: o que você não lerá na imprensa golpista…

Publicado em 12/01/2015

Petrobras fecha o ano com records

A campanha do Globo contra a Petrobras já idade para se aposentar pelo INSS

O Conversa Afiada reproduz da Petrobras:

PETROBRAS BATE EM DEZEMBRO RECORDES DIÁRIO, MENSAL E ANUAL DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras, em dezembro de 2014, no Brasil e no exterior, atingiu a média de 2 milhões 863 mil barris de óleo equivalente por dia, melhor resultado já alcançado na história da empresa. Esse volume é 4,4% maior do que o registrado em novembro, que foi de 2 milhões 741 mil boed.

A companhia bateu, também, em dezembro, seu recorde histórico de produção de petróleo e líquido de gás natural no Brasil, ao alcançar a média mensal de 2 milhões 212 mil barris de petróleo por dia (bpd). Esse volume é 4,8% maior que o produzido em novembro, que foi de 2 milhões 111 mil bpd.

Ao longo dos 12 meses do ano, a produção da empresa no Brasil aumentou 15,4 %, passando da média mensal de 1 milhão 917 mil bpd, em janeiro, para 2 milhões 212 mil bpd em dezembro, evidenciando o forte ritmo de crescimento da produção no ano. É importante registrar, ainda, a produção de óleo e LGN alcançada pela empresa no dia 22 de dezembro, que chegou a 2 milhões e 300 mil barris de petróleo, maior volume em quatro anos, configurando novo recorde diário.

A produção total de óleo e gás natural no Brasil, em dezembro, também foi a maior da história da companhia. Ela chegou a 2 milhões 675 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 4,6% acima da produzida em novembro, que foi de 2 milhões 556 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). A produção total de óleo e gás operada pela empresa, que inclui a parcela de seus parceiros, alcançou 2 milhões 917 mil boed, em dezembro, configurando, também, nova marca histórica.

Mais recordes no pré-sal

Outro resultado de grande significado para a empresa foi a produção na camada pré-sal. Em dezembro, ela atingiu a média de 666 mil barris de petróleo por dia, superando em 10% o recorde anterior, batido em outubro do mesmo ano, que foi de 606 mil bpd.

No dia 21, também em dezembro, a empresa chegou a produzir 713 mil bpd no pré-sal, um novo marco, 5,8% acima do registrado em novembro, de 673 mil bpd.
Novos poços interligados

O excelente resultado da produção em dezembro deve-se, principalmente, à entrada em operação de dois grandes sistemas de produção: o FPSO Cidade de Ilhabela, no campo de Sapinhoá; e o FPSO Cidade de Mangaratiba, na área de Iracema Sul, no campo de Lula, ambos no pré-sal da Bacia de Santos.

Contribuíram, também, para os resultados alcançados em dezembro, a entrada em produção de novos poços interligados a sistemas que já estavam em operação. Em dezembro, 13 poços offshore começaram a operar nas bacias de Campos e Santos, dos quais dez produtores e três injetores. Com eles, entraram em operação, no ano, 82 novos poços, dos quais 57 produtores de petróleo e 25 injetores de gás ou água nos reservatórios. Foi um novo recorde importante, com impacto direto na produtividade da empresa. É importante lembrar que em 2013 foram postos em operação 47 poços, o que revela o aumento da eficiência na interligação de poços da companhia.

O aumento significativo na interligação de poços às plataformas de produção se deveu, em grande parte, à entrada progressiva de novos navios lançadores de dutos. A empresa terminou o ano com 19 PLSVs (Pipe Laying Support Vessel) em operação, que são embarcações que dão apoio à interligação de poços de petróleo. O último navio desse tipo recebido foi o Estrela do Mar, que entrou em operação no dia 4 de dezembro.

Em dezembro, conforme planejado, quatro plataformas pararam temporariamente para manutenção: a P-52, que opera no campo de Roncador,  a FPSO Cidade de Niterói,no campo de Marlim Leste, a P-57, no campo de Jubarte, e a P-9, que opera nos campos de Corvina e Congro, todas na Bacia de Campos.

Produção de gás natural
A produção média de gás natural da Petrobras, no Brasil, excluindo o volume liquefeito, em dezembro de 2014, foi de 73 milhões 515 mil m³/dia. A produção de gás sem liquefeito operada pela Petrobras, em dezembro, que inclui a parcela das empresas parceiras da empresa, foi de 84 milhões 536 mil m³/dia. Os resultados, tanto da produção própria quanto da operada foram, também, importantes recordes mensais.

Vale ressaltar que, em dezembro,  94,6% desse gás foi aproveitado pela empresa, seja para fornecimento ao mercado, para geração de energia nas plataformas, ou para reinjeção nos reservatórios para elevar a produção de óleo.

Produção no exterior

A produção média de óleo e gás no exterior, em dezembro, foi de 187,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 1,5% acima dos 185,1 mil produzidos no mês anterior. Já a produção média de óleo, no mesmo mês, foi de 99,5 mil bpd, mantendo-se estável em relação a novembro, que foi de 99,4 mil bpd.

A produção média de gás natural no exterior foi de 15 milhões e 22 mil m3/dia, 3,2% acima do volume produzido no mês de novembro, que foi de 14 milhões 554 mil m3/dia. Esse aumento decorreu da maior produção nos campos de San Alberto e San Antonio, na Bolívia, para atendimento ao mercado de gás no Brasil.

Em 2014, novo recorde anual de produção

A produção total de petróleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior, em 2014, atingiu a marca histórica de 2 milhões 670 mil boed,  5,1% acima do volume de 2013, que foi de 2 milhões 540 mil boed, configurando um importante recorde para a empresa.

A produção de petróleo e LGN, no Brasil, cresceu 5,3% em 2014, comparada à de 2013, passando da média de 1 milhão 931mil bpd para 2 milhões e 34 mil bpd . Esse volume foi, também, o melhor resultado anual obtido pela companhia em sua história. Um resultado significativo, considerando-se que poucas empresas de capital aberto do setor conseguiram aumentar o volume produzido, no mesmo período. Incluída a parcela operada para empresas parceiras, a companhia fechou 2014 com a média de 2 milhões 148 mil bpd, um crescimento de 8,7% em relação á média de 2013, que foi de 1 milhão 977 bpd.

A produção total de petróleo e gás da empresa no Brasil aumentou 6%, em 2014, passando de 2 milhões 321 mil boed, em 2013, para 2 milhões 461 mil boed em 2014.

A produção de gás natural, excluído o liquefeito, cresceu 9,5% na comparação anual: passou de 61 milhões 922 mil m3/dia, em 2013, para 67 milhões 826 mil m3/dia em 2014. A produção de gás natural operada, excluído o liquefeito, no país, fechou 2014 em 76 milhões 678 mil m3/dia, um crescimento de 11,8% em relação a 2013.

O gás produzido pela companhia em 2014  teve aproveitamento médio de 94,6%. Esse é o segundo melhor resultado anual da história da empresa, inferior apenas ao ano de 2013, quando foi alcançado um aproveitamento médio de 95,1%. O resultado em 2014 já era esperado, em função do maior número de plataformas em início de operação, período no qual ocorre menor aproveitamento de gás, devido à necessidade de realização de testes e estabilização de todos os novos sistemas.

Novos sistemas de produção

O aumento da produção em 2014 decorreu, principalmente, da contribuição de nove novos sistemas de produção e do aumento da eficiência operacional das Unidades de Operações da companhia. Cinco desses sistemas começaram a operar em 2013 e tiveram novos poços interligados ao longo de 2014. Outros quatro foram instalados no ano passado.
Das plataformas instaladas em 2013, contribuíram para esse resultado a P-63, no campo de Papa-Terra, e a P-55, no campo de Roncador, ambas na Bacia de Campos; o FPSO Cidade de Itajaí, no campo de Baúna, no pós-sal da Bacia de Santos; além dos FPSOs Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, e Cidade de Paraty, na área de Lula Nordeste – ambos no pré-sal da Bacia de Santos. Já os sistemas de produção que entraram em operação em 2014 e que contribuíram para esse desempenho foram a P-58, no Parque das Baleias, a P-62, no campo de Roncador, ambas na Bacia de Campos, além dos FPSOs Cidade de Mangaratiba, na área de Iracema Sul, e Cidade de Ilhabela, no campo de Sapinhoá, ambos no pré-sal da Bacia de Santos, nos quais os poços conectados continuam apresentando excelente produtividade. A produção média dos dois primeiros poços no FPSO Cidade de Mangaratiba é de 33 mil barris diários por poço, sendo que no primeiro poço produtor do FPSO Cidade de Ilhabela a produção se encontra no patamar de 30 mil barris diários.

Alta produtividade no pré-sal
Um fator de enorme importância para os resultados obtidos em 2014 e que contribuiu para os sucessivos recordes foi a alta produtividade dos poços na província do pré-sal da Bacia de Santos. É importante registrar que a vazão média dos poços em produção, ali, tem oscilado em torno de 20 mil boepd. Alguns deles ultrapassam 30 mil bpd, o que tem contribuído significativamente para a alta produtividade daquele polo de produção, fator importante para a viabilidade econômica da área.

Essa alta produtividade permitiu, por exemplo, que as unidades piloto de produção FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, e FPSO Cidade de Paraty, no campo de Lula, atingissem sua capacidade máxima de produção, que é de 120 mil bpd, com apenas quatro poços interligados a cada uma delas.

Eficiência operacional
O Programa de Aumento da Eficiência Operacional (Proef) implementado pela empresa em suas Unidades Operacionais, por sua vez, fechou o ano com excelentes resultados, contribuindo para a redução do declínio natural da produção dos campos em operação. As várias iniciativas adotadas no programa foram responsáveis, no ano, por uma produção média adicional de 156 mil bpd nos sistemas gerenciados pelas unidades de operações das bacias de Campos, Espírito Santo e Rio de Janeiro. No último mês de dezembro esse ganho de produção chegou a 194 mil bpd. Por exemplo: em 2014, o aumento da eficiência operacional alcançado pela Unidade de Operações da Bacia de Campos (UO-BC), formada por muitos campos maduros e de onde se origina, ainda, o maior volume do petróleo produzido pela empresa, que passou de 75%, em 2013, para 80% em 2014, contribuindo para compensar o declínio natural desses campos. A eficiência operacional da Unidade de Operações do Rio de Janeiro (UO-Rio) também apresentou ótimos resultados, passando de 92%, em 2013, para 95% em 2014; assim como a registrada pela Unidade de Operações do Espírito Santo (UO-ES), onde o Proef foi implantado recentemente, que manteve a eficiência em 93% de um ano para o outro.

As Unidades de Operações do Norte e Nordeste, onde predomina a produção terrestre, encerraram 2014, também, com excelente desempenho operacional, que chegou a 95,1%, um aumento de 1,3% em relação à meta programada no início do ano, garantindo a viabilidade econômica das operações na região. Ali foram perfurados, ao longo desse ano, 400 novos poços assim como foram feitas mais de cinco mil intervenções em poços onshore com o objetivo de manter o nível da produção e melhorar o fator de recuperação dos reservatórios.
Produção de óleo e gás no exterior em 2014

No ano de 2014 a produção média de petróleo e gás no exterior foi de 209,3 mil boed, 4,6% abaixo da média de 2013 que foi de 219,5 mil boed. A produção média de óleo, em 2014, foi de 115,9 mil bpd, 9,8% menor que a de 2013, que foi de 128,5 mil bpd. A produção média de gás foi de 15,9 milhões de m3/dia, 2,6% maior do que a de 2013, que foi de 15,5 milhões de m3/dia.
Contribuíram, prioritariamente, para esse resultado, os desinvestimentos realizados na Nigéria, Argentina e Colômbia. Esse efeito foi parcialmente compensado pelo aumento da produção nos Estados Unidos nos campos de Cascade e Chinook devido à implantação de projeto de Desenvolvimento da Produção.

Produção de dezembro informada à ANP
A produção total de dezembro de 2014 informada à ANP foi de 11.258.230 m³ de óleo e 2.571.959 mil m³ de gás. Essa produção corresponde à produção total das concessões em que a Petrobras atua como operadora. Não estão incluídos os volumes de xisto, LGN e produção de parceiros dos projetos em que a Petrobras não é operadora.
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PS: Imagem inserida por este blogueiro.

Leia também:
O GLOBO INSISTE EM APANHAR DA PETROBRAS

O PRÉ-SAL É VIÁVEL! PETROBRÁS ENFIA NO GLOBO (DE NOVO!)

GLOBO MENTE E LEVA DA PETROBRAS

terça-feira, 13 janeiro, 2015 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

Desemprego (4,7%) desaba. Renda bomba ! Chora, Aécio ! | Conversa Afiada

Desemprego (4,7%) desaba. Renda bomba ! Chora, Aécio ! | Conversa Afiada.

quarta-feira, 19 novembro, 2014 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

Especuladores escorregam ladeira abaixo…

23 de abril de 2012 às 9:26

Stephen Kanitz: Em menos de 15 meses, Dilma implanta a sua tese

do blog de Stephen Kanitz

Em 2007 na Veja,  defendi a Dilma no seu projeto de abaixar os juros que ninguém achava que era possível, até ontem.

“Ela precisará de todo o apoio dos engenheiros, administradores, contadores, advogados, médicos que querem ver o custo da “renda fixa” cair, obrigando os investidores a virar empreendedores e a assumir o risco da “renda variável”.

Ela já tem o meu total apoio, agora só falta o seu”.

Dilma baixou o Custo de Capital das empresas brasileiras para 2% ano, algo que noticiou.

“Se o estado paga 13% ao ano de “renda fixa” para “rolar” a sua dívida, nenhum projeto empresarial com retorno abaixo de 13%, 14% ou talvez até 19% será retirado das gavetas, devido ao risco do negócio.”

“Nenhum administrador ou empreendedor vai assumir o risco de quebrar, o risco de perder tudo, o risco de processos trabalhistas e de consumidores, se o estado oferece 13% ao ano, e sem risco.”

Em vez de discutir o que escrevi acima, todo mundo está discutindo que os Spreads dos Bancos continuam elevados, que a caderneta é a opção.

O que ninguém se deu conta é que temos agora R$ 1 trilhão de Órfãos dos Juros Nominais dos Economistas do Estado, que não mais receberão os polpudos juros que os permitiam fazer nada.

Com somente 2%, vão mudar de ideia.

Vão ter que agora fazer algo, vão ter que investir em fundos de ações, fundos de private equity, e concorrer com os Bancos.

Se os Bancos não quiserem reduzir os Spreads, os fundos de private equity irão emprestar no seu lugar, com muito mais cuidado, governância e ajuda administrativa. Bancos nem sabem mais fazer isto.

Escrevi outros posts sobre a Tese da Dilma, que agora valem a pena reler.

http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-e-futuro-do-brasil.html

http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-e-a-miriam-leit%C3%A3o-.html

http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-ii.html

Nem eu, honestamente, acreditei que a Dilma seria tão rápida e que isto ocorreria somente em 2013 ou 2014.

Um ano antes do planejado, a reeleição da Dilma está praticamente garantida, se o que ocorreu ontem for noticiado.

Só falta os que querem ver este país crescer divulgarem o significado de tudo isto para o desenvolvimento das empresas brasileiras, algo que faltou fazer.

Se ninguém perceber que o que acaba de ocorrer, o que a Dilma disse há mais de 5 anos que faria, se ninguém perceber que tudo isto aconteceu e não aproveitar esta janela de oportunidade, se todo mundo ficar falando de caderneta de poupança como opção e ficar culpando os Bancos que no mundo inteiro estão morrendo de velhos, vamos novamente morrer na praia.

Divulguem isto, minha gente, a China fez isto em 1986. Estive lá e vi com meus olhos. Por isto, tenho a segurança de dizer o que estou dizendo agora. O Custo do Capital das Empresas é a variável crítica deste país, não o Dólar ou a Taxa de Câmbio.

Como só tenho 19.000 seguidores no Blog, sei que vamos morrer na praia, sei que vamos jogar mais um bilhete premiado, como tantas vezes fizemos. Não entendo porque tão poucos seguem um blog que realmente informa com antecedência o que vai acontecer neste país. Deve ser minha péssima redação.

Esta é a nossa última chance, acreditem em mim. Não desperdissem esta última oportunidade.

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A Tese de Dilma – O Que Falta Para Crescermos

Quem não leu o artigo da Veja de 2007 na época, defendendo uma tese da Dilma apresentada numa entrevista na Globo, resumo aqui as frases mais importantes.

Se o estado paga 13% ao ano de “renda fixa” para “rolar” a sua dívida, nenhum projeto empresarial com retorno abaixo de 13%, 14% ou talvez até 19% será retirado das gavetas, devido ao risco do negócio.

Nenhum administrador ou empreendedor vai assumir o risco de quebrar, o risco de perder tudo, o risco de processos trabalhistas e de consumidores, se o estado oferece 13% ao ano, e sem risco.

Por isso, no Brasil, só desengavetamos projetos que rendam no mínimo 19% ao ano, projetos com “elevado valor adicionado”, projetos que exigem subsídios e renúncias fiscais, projetos com empréstimos subsidiados pelo BNDES, com “zonas francas fiscais”, que requerem câmbio favorável e elevados investimentos em “ciência e tecnologia”.

Essas foram as grandes bandeiras dos nossos empresários “desenvolvimentistas” e de seus economistas, começando com Celso Furtado.

Eu evito investir em “renda fixa” por uma questão ética.

Não me sinto confortável em ganhar sem fazer nada, especialmente à custa do povo brasileiro.

Sempre fiz questão de investir em ações gerando crescimento e empregos, correndo o risco da volatilidade da “renda variável”, o que me faz dormir tranquilo quando recebo meu merecido dividendo.

Lula afirmou em seu discurso de posse que “nenhum país cresce se o custo do capital for alto”. Frase que o jornalismo econômico obviamente ignorou e o jornalismo administrativo, inexistente neste país, não noticiou.

Ela precisará de todo o apoio dos engenheiros, administradores, contadores, advogados, médicos que querem ver o custo da “renda fixa” cair, obrigando os investidores a virar empreendedores e a assumir o risco da “renda variável”.

Ela já tem o meu total apoio, agora só falta o seu.  2007.

Leia também:

Paulo Nogueira Batista: Brasil tem munição contra a crise
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PS: a imagem acima foi inserida por este blogueiro.

segunda-feira, 23 abril, 2012 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

Sobre os terroristas políticos de plantão…

23 Feb
Via tijolaço.com.br

Torce, torce, e nem sai sangue…

No final dos anos 60, o programa radiofônico policial “A patrulha da  cidade” – teatralizado, de péssimo gosto e recheado de preconceitos  racistas – tinha um quadro onde um motorista de ônibus (da linha  Caxias-Mauá) comentava as matérias policiais dos jornais populares. E,  diante das maiores barbaridades, reclamava que eles eram muito “suaves”,  dizendo:

– O jornal de hoje a gente torce, torce, torce e nem sai sangue…

É  impressionante como – claro que com muito mais refinamento que o  caricato personagem do rádio – o jornalismo econômico brasileiro caminha  para do sensacionalismo negativista – inflação e recessão –  para um  muxôxo semelhante.

– Ah, mas o crescimento econômico vai ser baixo, o PIB não vai crescer…

Ora,  isso é de uma tolice sem par. Que o PIB, em 2011, ia expandir-se a uma  velocidade menor que o “boom” de 2010, até as pedras sabiam. Primeiro,  porque a base de comparação de 2010, o ano de 2009, era baixíssima, pois  o crescimento naquele ano fora zero (até um pouco abaixo de zero).  Segundo, porque a ameaça de recrudescimento da inflação – já percebida  no fim de 2010 – levou a uma elevação da taxa de juros que,  desgraçadamente, se potencializou com os reflexos da crise europeia.

Tanto é que o BC – “precipitação, politização”, apressaram-se a  gritar os comentaristas econômicos conservadores –  imediatamente  reverteu a curva da taxa de juros públicos.

Como qualquer pessoa de boa-fé poderia prever, o processo inflacionário  cedeu – e está cedendo, em ritmo mais acelerado até que o previsível –  porque não estava assentado no núcleo da economia, mas na ponta final:  basicamente no preço dos serviços. O outro fator altista, a elevação do  preço do petróleo, foi contido pela ação da Petrobras – e tome de  “revolta” com não haver elevação do preço dos combustíveis nas  refinarias.

O PIB brasileiro não apenas vai crescer num ritmo maior, este ano,  como  sequer, como se vê agora, baixou como o das principais economias do  mundo. Não é correto comparar o desempenho do Brasil ao de emergentes  como a China, porque senão teríamos de comparar as estruturas de  mercado, a exclusão e,no caso da China, o poder imenso de intervenção do  Estado nas estruturas econômicas. E isso, para o bem e para o mal, não é  paralelo ao que se passa aqui.

O problema da economia brasileira é a estrutura predatória que há  séculos. E que, no capitalismo cada vez mais preso à esfera financeira,  expressa-se hoje no tributo, uma espécie de “quinto” moderno,  que  representa nossa taxa de juros.

Ela é o centro de um processo perverso que impede o desenvolvimento  brasileiro, porque nos impede de uma visão estratégica, de um projeto,  em nome do qual se acumule e que produza identidade, porque sem projeto  comum não há identidade possível em qualquer grupamento humano.

Como o caricato motorista da “Patrulha da Cidade”, o olhar nacional da  dita “inteligência” nacional está preso nas pequenas desgraças do  dia-a-dia, com uma tentativa reiterada de ver a nova orientação que  tomou como algo que é preciso, torcer, torcer, torcer, para ver se ela  dessangra

quinta-feira, 23 fevereiro, 2012 Posted by | Repassando... | , , , | Deixe um comentário

A simplicidade da lógica econômica

BLOGUE DINHEIRO quadro-dinheiro-voando-saida-homem-carteira-

Maio de 2009, cidade litorânea do RS, muito frio e mar agitado, a cidade quase deserta, a crise econômica assolando, os habitantes endividados e vivendo as custas de crédito. Por sorte chega um gringo rico e entra num pequeno hotel,  saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto. Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro. Este, pega a nota e vai até um criador de porcos a quem deve e paga tudo. O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário liquidar sua dívida. O veterinário, com a nota em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito). A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde as vezes levava seus clientes e onde não havia pago pelas acomodações, e paga a conta.

Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede a nota de volta,  agradece mas diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade. Aparentemente, ninguém ganhou vintém, porém vários moradores da cidade viram-se  sem dívidas e com  a confiança no futuro resgatada!

Moral da história: Quando circula o dinheiro, não há crise!

Fonte: Nosso RV Diógenes Miranda

Imagem: da NET, capturada via Google.

segunda-feira, 24 agosto, 2009 Posted by | Repassando... | , , | 2 Comentários

Perguntas pertinentes aguardando respostas honestas…

BLOGUE DUVIDA duvida-cruel-02Muito se diz que são as indagações, e não as respostas,  que alimentam a evolução humana. Verdade relativa, pois se as perguntas ou dúvidas desencadeiam as ações investigativas, as respostas e afirmativas descortinam novas verdades ou novas perguntas que realimentam novas buscas, indefinidamente. Esta dialética das dúvidas e certezas é tão importante que alicerçaram movimentos filosóficos desde a conceituação da epistemologia.

Um dos mais antigos, o sofisma, e que em verdade significa “fazer raciocínios capciosos” a partir de indagações capciosas e aparentemente válidas, apesar de pouco considerado academicamente, parece ter-se consolidado inexoravelmente nas sociedades humanas, principalmente na esfera política. Em suma, partindo de uma concepção relativista do conhecimento, os sofistas negavam (e negam) a universalidade da verdade. Exemplo: “Afirmo que o justo não é mais do que o útil ao mais forte…, isto é, em todos os Estados o justo é sempre… aquilo que convém ao governo constituído.” Platão, República, 338

Um outro produto antigo das indagações filosóficas, o silogismo, desenvolvido pelo filósofo grego Aristóteles no século IV a.C. constitui até hoje o principal instrumento da lógica. Segundo ele, o silogismo é uma expressão proposicional na qual, admitidas certas premissas, delas resultará, outra proposição diferente das estabelecidas anteriormente.  O exemplo mais clássico é o seguinte: “Todo animal é mortal; todo homem é animal; logo, todo homem é mortal.”

Bem, filosofias à parte, o nosso propósito aqui é apenas inaugurar um coluna que pretendo tornar permanente, para acumular determinadas indagações que chegam às mentes de todos nós diante de determinadas ações e fatos da sociedade em que vivemos. Indagações que quase sempre pairam no silêncio das conveniências dos interesses escusos e/ou nas limitações informativas, mas que são motores importantes de busca de todos nós por uma sociedade mais transparente e, por isso, com maiores possibilidades de apefeiçoar-se. Para começar a caminhada (que pretendo seja longa):

  1. Se é proibido aos motoristas ultrapassar a velocidade de 110 km/h… Porque é legal produzir e vender veículos capazes de triplicar essa velocidade?
  2. Se o cigarro é tão nocivo à saúde humana… Porque é legal produzir o fumo, industrializá-lo, comercializá-lo e ainda recolher altos impostos sobre o produto?
  3. Se os pais perdem a guarda legal dos seus filhos se não cumprem suas responsabilidades paternas… Porque o Estado não perde a guarda legal dos milhares de jovens que ele toma dos pais e despeja nas suas instituições, onde são semi-abandonados e desencaminhados de vez?
  4. Se o Bolsa Família é considerada uma esmola justificada pela garantia da presença das crianças pobres na escola… Como considerar as gordas bolsas de estudo fornecidas pelo poder público para que pessoas (que já tiveram acesso à escola e se graduaram) façam mestrados e doutorados?
  5. Se a TV mostrou a forte fiscalização estatal à Lei Antifumo nas noites das áreas urbanizadas da capital paulista… Quando ela mostrará a mesma fiscalização nas noites da periferia urbana da cidade?
  6. Se as companhias aéreas, de turismo e os órgãos estatais de saúde devem ser responsabilizados pelo controle da gripe suína… O que fazer em relação aos pais que, contrariando todas as informações, mandam seus filhos ou viajam a passeios em áreas confirmadas de risco?
  7. Se propagandas e promoções de mamadeiras, chupetas e bicos para mamar são formalmente proibidas no Brasil (por dificultarem a campanha oficial pró-amamentação materna), porque continua sendo legal a fabricação destes produtos?

Se vocês têm alguma pergunta politicamente correta, ambientalmente adequada e socialmente conseqüente, mandem para nós enriquecermos esta lista. E respostas do mesmo calibre, claro!

sexta-feira, 7 agosto, 2009 Posted by | Comentário, Reflexões, Trocando Idéias | , , , , | Deixe um comentário

“Jóias” humanas do Natal 2008 (II)

As faces da crise

EUA:
– o maior nível de desemprego desde 2004, crescente nos dez últimos meses;
– 1,2 milhão de empregos perdidos somente em 2008;
– os pedidos de auxílio-desemprego atingiu o maior volume dos últimos 26 anos;
– “estouro” de uma “pirâmide financeira” que engoliu dos seus investidores nada menos que 50 bilhões de dólares.

REINO UNIDO:
– o maior nível de desemprego desde 1992;

ESPANHA:
– 2,5 milhões de desempregados, o maior número desde 2000;

BRASIL:
– déficit da balança de pagamentos em 2,7 bilhões, em setembro 2008.

Fonte: Estadão.com.br, set/out, 2008.

domingo, 21 dezembro, 2008 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

Os chineses estão certos: nada como uma boa crise!

Entre os saberes chineses encontra-se uma reflexão que diz que as crises, longe de serem problemas, podem ser oportunidades de crescimento e superação. E vendo o cenário global de hoje, encontra-se várias evidências legitimadores desta reflexão. Por exemplo:
– a crise financeiro-econômica ianque colocou em cheque a postura militarista do “vagabundo beberrão” e a cultura imperialista daquele país, levando a população norte-americana a experimentar dos venenos que semearam no planeta (desemprego, insegurança econômica e social, etc.) e a buscar novos caminhos, caminhos estes que levaram à eleição do Obama e, de quebra, à superação do preconceito racial até então arraigado;
– a expansão da crise para, principalmente. os países mais desenvolvidos, geraram atitudes de pressão sobre os aliados ianques (até então pouco contestados), sobre o sistema financeiro internacional e sobre as agências de risco, exigindo novas normas de conduta e vigilância;
– este cenário mundial adverso propiciou um clima internacional extremamente favorável à eleição de Obama, e à conversações multi-nacionais em patamares de maior empatia;
– e até mesmo as intervenções do Estado no sistema financeiro e econômico (de orígem claramente marxista), passaram a ser implementadas pelos países expoentes do capitalismo globalizado.

A última reunião do G-20, neste contexto, é um ótimo exemplo da sabedoria chinesa, pois tomaram-se atitudes consensuais inimagináveis há até bem pouco tempo. Vejam a reportagem a seguir:

G-20 determina 47 recomendações de combate à crise

Dom, 16 Nov, 07h30

O G-20 lançou, ontem, um plano de ação com 47 recomendações para combater a crise, entre elas medidas emergenciais que precisam ser adotadas até o dia 31 de março do ano que vem. “Estamos determinados a aumentar nossa cooperação para restabelecer o crescimento global e chegar às reformas necessárias no sistema financeiro mundial”, disse o comunicado assinado pelos líderes do grupo, países que representam 85% da economia mundial

Entre as medidas consideradas urgentes estão a criação de colegiados para monitorar as maiores instituições financeiras transnacionais; o aumento da supervisão de agências de risco; revisão da remuneração de executivos; alinhamento dos padrões de contabilidade globais e aumento de transparência dos mercados de derivativos.

Os reguladores devem assegurar que as agências de risco sigam altos padrões internacionais e não haja conflitos de interesse. Antes da crise eclodir, as agências davam a melhor nota para papéis de hipoteca que depois se mostraram “podres”.

A próxima reunião está marcada para o dia 30 de abril de 2009. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

domingo, 16 novembro, 2008 Posted by | Comentário, Repassando... | , , , | Deixe um comentário

Enfim, uma visão não sensacionalista!

STEPHEN KANITZ é Mestre em Administração, consultor de empresas e conferencista, realizando seminários em grandes empresas no Brasil e no exterior. Já realizou mais de 500 palestras nos últimos 10 anos. Formado pela Harvard University, foi professor Titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Criador de Melhores e Maiores da Revista Exame, avaliou até 1995 as 1000 maiores empresas do país. Sua experiência como consultor lhe rendeu vários prêmios: Prêmio ABAMEC Analista Financeiro do Ano, Prêmio JABUTI 1995 – Câmara Brasileira do Livro e o Prêmio ANEFAC. É árbitro da BOVESPA na Câmara de Arbitragem do Novo Mercado.

Pois é, esse cara, ao qual poucas pessoas podem negar conhecimento de causa, escreveu o texto abaixo sobre a atual crise financeira e que desmascara o tradicional terrorismo noticioso da imprensa, os adeptos do caos que povoam a nossa classe política nacional e os empresários oportunistas que transformam o processo produtivo em cassinos de especulação. Leiam o artigo repassado por nosso colaborador Carlos Germer e tirem suas próprias conclusões.

CRISE: UMA VISÃO REALISTA por STEPHEN  KANITZ

O que Fazer Nesta  Crise?

Toda crise tem sete fases:

Fase 1. Não há problema na economia, diz a autoridade econômica, é tudo boato.

Fase 2. Sim, temos um problema mas tudo está sob controle.

Fase 3. O problema é grave mas medidas corretivas já foram tomadas.

Fase 4. O problema é muito grave mas as medidas emergenciais surtirão efeito.

Fase 5. Pânico geral e salve-se quem puder.

Fase 6. Comissões de inquérito e caça aos culpados.

Fase 7. Identificação e prisão dos inocentes.

Os Estados  Unidos e a Europa estão na fase 5. Brasil, China e Índia estão na Fase 3.  Precisamos nos proteger contra a possibilidade de chegarmos na Fase 5, quando  basta um entrevistado na televisão afirmar ‘que esta crise é igual ou pior  que a de 1929’, como vários já falaram, ou escrever no jornal  ‘as conseqüências da crise chegaram definitivamente no Brasil’, como já  foi publicado, e gerar pânico por aqui.

Não, a crise ainda não chegou  no Brasil, ainda estamos na Fase 3 e mesmo se crescermos 0% este ano, o que  ninguém prevê, toda empresa irá vender a mesma coisa no ano que vem. Sua  promoção pode estar em risco mas não o seu emprego.

Ademais esta crise nada tem a ver, nem terá, com a severidade da crise de 1929, quando 25% dos  trabalhadores perderam seus empregos e que durou até 1940 com 14%. Na pior das hipóteses, o desemprego nos Estados Unidos aumentará 3%, mesmo assim só por 24 meses.

Se tivessem líderes administrativos socialmente responsáveis, eles já teriam ido a público garantir que manteriam o nível de emprego de suas empresas nos próximos 12 meses. Hoje custa mais para se treinar um novo funcionário do que para mantê-lo fazendo algo por 12 meses.

Depois que Alan Greenspan e Nouriel Roubini saíram dizendo que a crise era igual à de 1929, todos os americanos pararam de gastar, aumentando sua poupança e prevendo o pior.  Ninguém sabe quem serão os 25% de desempregados. Quando 100% dos consumidores param de gastar por um único mês, cria-se uma espiral recessiva imprevisível. Outra alternativa seria alertar os 3% que talvez sejam demitidos para economizar, para que os 97% possam manter normalmente suas compras evitando a espiral recessiva.

Na crise de 1929, 4.000 bancos quebraram, e a mera referência a 1929 como fizeram Greenspan e Roubini, leva pessoas leigas a correr para os bancos, o que aconteceu agora na Europa.

A imprensa perdeu a capacidade de filtrar e processar informação premida pelo tempo exíguo para colocar tudo na internet. Publicam o que vier, especialmente se for notícia ruim.

Nenhum banco comercial irá quebrar, nenhum ainda quebrou nos EEUU, e mesmo se forem um ou dois, nada se compara com 4.000. Bancos sempre quebram mas ninguém percebe. Mesmo se quebrarem, o seu dinheiro, ao contrário de 1929, está no fundo DI e não no Banco. O Fundo DI está no SEU NOME e dos demais cotistas, e se um banco brasileiro quebrar, o que não vai acontecer, seu dinheiro está salvo. No máximo você terá de esperar uma semana para a troca de administrador do seu fundo. O dinheiro está aplicado em títulos do tesouro em SEU NOME, não do Banco.

Deixar o dinheiro onde está é o mais seguro. Se você resgatar o seu fundo DI, o dinheiro cai na sua conta, e se o banco quebrar justo neste dia, você vira um credor do banco. Nossos bancos estão recebendo depósitos dos apavorados estrangeiros. Muita gente em pânico está saldando suas cotas em fundos de ações e o seu gestor é OBRIGADO a vender uma ação mesmo com ela caindo 20% no dia, algo que você jamais faria.

Acionistas majoritários não estão em pânico, nem podem nem querem vender suas ações. Só os minoritários se sentem uns idiotas porque não venderam na ‘alta’.

Não temos bancos de investimento no Brasil. De fato, Roberto Campos implantou neste país este mesmo modelo americano que está ruindo, mas felizmente foi uma lei que ‘não pegou’. Problema a menos.

Só temos bancos comerciais, e estes são muito bem controlados pelo Banco Central. Além do mais, nossos bancos têm dono, e por isto estão pouco alavancados, 4 a 5 vezes, contra 20 a 25 vezes dos bancos de investimentos americanos.

O Brasil não está alavancado. Nossos créditos diretos ao consumidor não passam de 36% do PIB, e devem crescer para 40% no ano que vem. Os Estados Unidos estão alavancados em 160% do PIB e é esta desalavancagem súbita que está causando problemas.

Nosso Banco Central, adotou o que venho alertando há anos a países e famílias – a política de ter reservas para os dias de crise e hoje temos US$ 200 bilhões.  Pela primeira vez o Brasil tem reservas para sustentar uma crise duradoura, sem ter que se endividar para cobrir furos de caixa.

Temos um sistema financeiro dos mais modernos e rápidos do mundo implantado devido à inflação galopante dos anos 90. Nos Estados Unidos demora-se duas semanas para se descontar um cheque entre bancos, por isto o sistema travou. Nenhum banco confia em outro banco numa crise destas.

Esta é a hora para disseminar a  nossa força, as nossas reservas, a competência de Henrique Meirelles,  primeiro administrador financeiro (Coppead) a comandar o nosso Banco Central,  e já se nota a diferença. Está na hora de mostrarmos ao mundo que como a China e Índia, nós vamos crescer via mercado interno, com produtos populares, tese que há anos venho defendendo.

Esta é a hora de mostrar o que DÁ CERTO no Brasil em vez de conseguir fama
no rádio e na televisão mostrando o que poderia dar errado.

Lembre-se que os verdadeiros culpados já estão se movimentando para culpar os inocentes, e assim saírem incólumes e mais poderosos.

Stephen Kanitz
stephen@kanitz.com.br
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sexta-feira, 7 novembro, 2008 Posted by | Comentário, Repassando... | , , | Deixe um comentário

A Parábola dos burros

Enviada pelo amigo Carlos Germer

Uma vez, num vilarejo do interior, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria burros por R$10,00 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos burros na região, iniciaram a caça aos burros.

O homem comprou centenas de burros a R$10,00 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Então o homem anunciou que agora pagaria R$20,00 por cada burro e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.

Logo, os burros foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.

O homem então anunciou que agora compraria cada burro por R$50,00! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.

Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:

– Estão vendo todos estes burros que o homem vos comprou?. Eu posso vendê-los por R$35,00 a vocês e quando o homem voltar da cidade, vocês podem vender-lhos de volta por R$50,00 cada.

Os aldeões, espertos, pegaram em todas as suas economias e  compraram todos os burros do assistente.

Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente burros por todos os lados.

Agora, você entendeu como funciona o mercado de ações?


quarta-feira, 5 novembro, 2008 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário