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Sessão premiada…

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Ninguém engana a todos por todo o tempo…

Leandro Fortes: Confissões de FHC revelam covardia e hipocrisia

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CONFISSÕES TARDIAS
Leandro Fortes, lido no Viomundo em 22/10/2015

Esses tais Diários da Presidência foram bolados para que Fernando Henrique Cardoso possa, ainda em vida, usar o espaço decrépito da velha mídia para se tentar se projetar como estadista – e não como o triste golpista cercado de reacionários em que se transformou.

Mas, apesar de os quatros livros anunciados se anunciarem, também, como lengalengas intermináveis sobre o cotidiano de FHC, alguma aventura há de se extrair das elucubrações do velho ex-presidente do PSDB.

A primeira delas, referente à confissão de que, em 1996, FHC soube dos esquemas de corrupção da Petrobras, mas nada fez, é extremamente emblemática.

Eu era repórter, à época, do saudoso Jornal do Brasil, cujo alinhamento com o governo era permanente, mas sutil. Diferentemente de O Globo, por exemplo, que só faltava detalhar as partes íntimas das autoridades federais, a fim de excitar os idólatras que lhes frequentavam as páginas. Padrão semelhante se espalhava por todas os demais veículos de comunicação, à exceção honrosa daCartaCapital – que, por isso mesmo, era mantida à distância de verbas oficiais de publicidade, porque é assim a “democracia” tucana.

Havia, portanto, uma blindagem geral em relação ao governo federal, tanta e de tal monta, que em um dos famosos grampos do BNDES, pelos quais foi possível entender como o PSDB montou o esquema criminoso de privatização de estatais, FHC mostrava-se assustado com tanto apoio.

Em uma das fitas dos grampos, o então ministro das Comunicações, Mendonça de Barros, diz a FHC:

“A imprensa está muito favorável, com editoriais”.

Do outro lado da linha, o presidente tucano responde, galhofeiro:

“Está demais, né? Estão exagerando, até”.

E bota exagero nisso. Nessa mesma época, a TV Globo mandou para o exílio europeu a jornalista Miriam Dutra, supostamente grávida de FHC, uma estratégia que iria deixar o presidente da República, até o último dia de seu segundo mandato, refém absoluto da família Marinho.

Mais tarde, o mundo ficaria sabendo que o filho da jornalista sequer era de Fernando Henrique.

O tucano fora vítima de uma fraude, um golpe da barriga ao contrário.

Mas é ainda confiante nessa blindagem, nesse descaramento editorial que se transferiu integralmente com os tucanos para a oposição, que FHC se dá ao desfrute de confessar absurdos como este, da Petrobras.

Sabe que, apesar de ter admitido um fato criminoso e moralmente inaceitável, terá o noticiário a seu lado, nem que seja por omissão. Mas, dessa inusitada confissão, surge um questionamento moral e ético mais profundo.

Em abril, em nota amplamente divulgada na imprensa, FHC mostrou-se apoplético com declarações da presidenta Dilma Rousseff sobre, justamente, acusações de delatores da Operação Lava-Jato dando conta da corrupção na Petrobras, durante os governos tucanos.

Exatamente o que, agora, Fernando Henrique confessa, em seus diários. Assim escreveu FHC:

“Trata-se [a corrupção na Petrobras] de um processo sistemático que envolve os governos da presidente Dilma – que ademais foi presidente do Conselho de Administração da empresa e ministra de Minas e Energia – e do ex-presidente Lula. Foram eles ou seus representantes na Petrobras que nomearam os diretores da empresa ora acusados de, em conluio com empreiteiras e, no caso do PT, com o tesoureiro do partido, de desviar recursos em benefício próprio ou para cofres partidários”.

Ou seja, escreveu isso mesmo sabendo que os esquemas tinham sido iniciados no governo dele. E, ainda assim, nada fez. Foi um covarde.

E, agora, ao revelar-se como tal, tornou-se um hipócrita.

Por isso, algo me diz que esses diários irão, muito em breve, para o lixo da História.

Como, de resto, o próprio FHC.

Leia também:
Coletânea de textos: FHC, o vendilhão da Pátria

sexta-feira, 30 outubro, 2015 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

Bonzinho demais, se atrapalha…

Publicado em 18/08/2015

FHC solto? Culpa do PT !

É porque o PT aceitou a “transição civilizada”.

O PiG se lambe com o inconsequente pedido do Príncipe da Privataria: Dilma, renuncie ou reconheça sua subalternidade intelectual.

Ele não tem autoridade moral para recriminar um batedor de carteira.

Comprou a reeleição, saiu do Governo para uma fazenda em Minas, tem outra fazenda dentro da metrópole de Osasco e vendeu a telefonia a Daniel Dantas e assemelhados numa Privataria que é a maior roubalheira da história do Brasil.

Ele faz parte do conjunto de presidentes latino-americanos de extração neoliberal, produzidos pelos bancos credores americanos, na expropriação de patrimônios nacionais, com a crise da dívida.

(Veja no livro “O Quarto Poder – Uma Outra História” que ele entregou a Petrobras ao FMI antes de ser eleito !)

Desses presidentes, Fujimori, do Peru, está encarcerado.

Menem, da Argentina, se elegeu senador, não ousa abrir a boca, para a Justiça não se lembrar dele.

Salinas, do México, fugiu para a Irlanda e hoje está trancado num bunker na cidade do México, com medo de a polícia lhe bater na porta.

Losada, da Bolívia, fugiu para Miami, com o povo a gritar “ladrão”.

O Privata da Hygyenopolis está solto.

Não tem nenhuma expressão eleitoral.

Os candidatos do partido dele fogem mais dele que do Marcola – com quem fazem acordo.

Ele está solto porque o PT caiu no golpe da “transição civilizada”, que ele, FHC, impôs para não ter o destino de seus colegas de neolibelismo.

E assim como aceitou o pacto de não agressão com a Globo, agora o PT paga caro por uma atávica covardia.

FHC só existe – solto e no PiG – porque o PT não saiu da senzala – diria o Mino.


Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 18 agosto, 2015 Posted by | FHC | , | Deixe um comentário

Tucanos: pioneiros da Black Friday no Brasil…

segunda-feira, 1 dezembro, 2014 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

E haja vagabundagem!!!

fhc___

sexta-feira, 28 novembro, 2014 Posted by | Repassando... | , | Deixe um comentário

O Alzheimer político pegou FHC (e tucanos em geral) há muito tempo…

quinta-feira, 13 novembro, 2014 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

Desenterrando fantasmas que teimam em virar anjos…(II)


Publicado em 02/06/2014

O QUE FHC FEZ NA OBRA DO SÃO FRANCISCO? DESISTIU !

Maior obra hídrica do Brasil, com mais de 10 mil empregos criados, ficou a ver navios com o Príncipe da Privataria

Com mais de 56,6% de avanço nas obras, a transposição do Rio São Francisco ficará totalmente pronta no fim de 2015, de acordo com o Ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Já são mais de 10 mil vagas criadas, o que faz da obra não ser só água, ser, também, emprego.

Orçado em R$ 8 bilhões, o projeto foi concebido em 1985 pelo já inexistente Departamento Nacional de Obras e Saneamento, mas chegou a ser planejado no reinado de D. Pedro 2º.

(Clique aqui para ler “Obra do São Francisco: Chora, Kamel, chora”

E aqui para “Dilma e a seca: saiu do NE e foi para SP”)

A construção, que começou no governo Lula e segue no da Presidenta Dilma, garantirá água para 12 milhões de pessoas, em 390 municípios nos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Benefícios que não foram desfrutados pela população do semiárido brasileiro nos tempos de Fernando Henrique Cardoso. E que, provavelmente, não seriam, já que o ex-presidente desistiu da obra, como noticiou a Fel-lha (*) em 2001:

BRASIL EM AÇÃO

Projeto, adiado pela primeira vez por d. Pedro 2º, foi uma das promessas das campanhas de 1994 e 1998

FHC DESISTE DE TRANSPOR O RIO SÃO FRANCISCO


O presidente Fernando Henrique Cardoso desistiu de realizar a transposição do rio São Francisco, uma das suas promessas eleitorais das campanhas de 1994 e 1998. A decisão foi comunicada a assessores e parlamentares, segundo apurou a Folha.

(…)

“Agora não dá”

A decisão de abandonar o projeto da transposição foi transmitida pelo presidente nas últimas semanas a assessores e parlamentares. Nas conversas, o presidente usou como razão a atual seca no Nordeste, que reduziu a vazão do São Francisco para os níveis mais baixos dos últimos 30 anos.

Repetiu o argumento em entrevista publicada na sexta-feira no jornal “Correio Braziliense”: “Transposição, agora, não dá. Não tem água no São Francisco”, disse o presidente.


Na assessoria do Planalto, são enumerados outros quatro motivos para descartar a transposição. O primeiro é circunstancial. Segundo o próprio relatório de impacto ambiental encomendado pela Integração Nacional, a obra pode derrubar em até 10% a produção de energia da Chesf (a central hidrelétrica que utiliza as águas do rio) entre os reservatórios de Itaparica e Xingó.

(…)


Clique aqui para ler
 
“Transposição faz sertão renascer”

E aqui para “Tem saudade do fantasma FHC ? Lembra do que ele fez”

terça-feira, 3 junho, 2014 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

Desenterrando fantasmas que teimam em virar anjos…

Contra fatos não há argumentos: FHC em 30 manchetes

TEM SAUDADE DO FANTASMA FHC ? LEMBRA DO QUE ELE FEZ ?

Medidas impopulares ? É o princípio ativo dos tucanos.
Por PHA – Conversa Afiada
Fernando ​Henrique Cardoso governou o Brasil por 8 anos. Entre 1995 e 2002, colecionou fracassos e terminou o seu segundo mandato com 26% de aprovação.​(​Lula, apenas como comparação, saiu do Governo aprovado por ​87% dos brasileiros.)O Príncipe da Privataria​ não empolgou nem seus correligionários. Tanto que Padim Pade ​​Cerra e Geraldo Alckmin não defenderam o legado de FHC em suas disputas eleitorais. Ambos o esconderam e não dividiram o palanque com o grão-tucano.Afinal, como se sabe, o FHC vendeu as joias da família e aumentou a dívida da família. Um jênio !

Mas o tempo passa e, 12 anos depois de seu mandato, inúmeros feitos de FHC foram esquecidos. O Conversa Afiada, sempre preocupado em ajudar, relembra momentos marcantes do tucano. As manchetes da época são suficientes para matar a saudade de FHC.

segunda-feira, 2 junho, 2014 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário

A frágil memória do camaleão demotucano…

Publicado em 07/08/2012

Miro: os crimes de FHC que o PiG (*) abafou

FHC já pediu para esquecer o que ele escreveu. Mas não dá para esquecer as denúncias de corrupção que mancharam o seu triste reinado.

O Conversa Afiada reproduz post de Miro Borges sobre a folha corrida de FHC (e Zezinho 30):

Os crimes de FHC serão punidos?

Por Altamiro Borges
No grande circo armado pela mídia para o “julgamento do século” do chamado “mensalão do PT”, até o ex-presidente FHC foi ressuscitado. Ontem (6), na abertura da 32ª Convenção do Atacadista Distribuidor, no Riocentro, ele reforçou o linchamento midiático exigindo a imediata punição dos réus. Na maior caradura, ele esbravejou: “Depois que eu ouvi do procurador-geral da República, houve crime. Crime tem que ser punido… Tenho confiança de que eles [STF] julgarão com serenidade, mas também com Justiça”.

FHC já pediu para esquecer o que ele escreveu. Mas não dá para esquecer as denúncias de corrupção que mancharam o seu triste reinado. O ex-presidente não tem moral para exigir punição de qualquer suspeito de irregularidades. Desde que foi desalojado do Palácio do Planalto, o rejeitado ex-presidente tenta se travestir de paladino da ética com objetivos meramente políticos e eleitoreiros. Ela agora explora oportunisticamente o julgamento no STF para impulsionar e animar as campanhas dos demotucanos às eleições de outubro.
A lista dos crimes tucanos
Se um dia houver, de fato, Justiça no país, FHC é que será julgado e punido por seus crimes. Listo abaixo alguns que merecem rigoroso julgamento da história:
*****
Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias.
Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou.
Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”.
Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.
Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.
Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada.
Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.
Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC.
Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado.
Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

quarta-feira, 8 agosto, 2012 Posted by | Repassando... | , , | Deixe um comentário